TURMA DE OUTUBRO/2017 DO PROGRAMA HS LEARNING

Mais uma turma formada nos cursos do PROGRAMA HS LEARNING de Aperfeiçoamento para profissionais de Meio Ambiente.

No dia 19 de outubro, o curso ministrado foi: “Sondagem Ambiental e Amostragem de Solo”.

Já na sexta-feira, dia 20 de outubro, foi a vez da turma de “Amostragem de Água Subterrânea em Poços de Monitoramento”.

A participação dos alunos e o compartilhamento de conhecimento e experiências foram o ponto alto do curso, tudo potencializado pela apresentação teórica sobre as Normas ABNT que regulam a atividade proposta, encerrando com apresentação e atuação prática sobre os métodos de Amostragem.

 

Profissionais de São Paulo, São Bernardo do Campo (SP), Santo André (SP), Diadema (SP), São Vicente (SP), Cubatão (SP), Cuiabá (MT), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ) e São Luis (MA) nos prestigiaram com a presença e a troca valiosa de informações que só engrandeceram o curso.

Em breve novas turmas !!! Fiquem atentos às nossas Redes Sociais !!!

 

Facebook: https://www.facebook.com/hidrosuprimentos.equipamentos

Fan Page: https://www.facebook.com/ProgramaHSLearning/

Fan Page HS: https://www.facebook.com/hidrosuprimentos/

Instagram: hs_hidrosuprimentos

Publicado em Ambiente | Deixe um comentário

4ª FESTA DO CHOPP HIDROSUPRIMENTOS

Aconteceu no último sábado, dia 21 de outubro, a 4ª Festa do Chopp Hidrosuprimentos.

Com muita comida típica, alegria, amizade, e claro um bom chopp, mais uma confraternização foi realizada.

Agradecemos a todas as famílias que nos prestigiaram com sua presença. Ano que vem tem mais !!!

Ein Prosit !!! Gesundheit !!!

 

Publicado em Ambiente | Deixe um comentário

MEDIDOR DE INTERFACE ÁGUA/ÓLEO HIDROSUPRIMENTOS

Publicado em Ambiente | Deixe um comentário

HORTA ORGÂNICA: SAIBA COMO TER UMA EM CASA

Cartilha gratuita para a criação e manutenção de hortas urbanas orgânicas

 
Imagem: Nosso Foco

“Quer saber como é possível desenvolver hortas orgânicas de qualidade dentro do espaço urbano? Basta consultar a cartilha Hortas Urbanas (disponível aqui), elaborada pelo Instituto Polis em parceria com o projeto Moradia urbana com tecnologia Social, da Fundação Banco do Brasil.

 
Imagem: Catraca Livre

A cartilha é composta por três partes que envolvem desde a organização do grupo para o cultivo e a preparação da horta, até o cultivo das hortaliças, além de explicar fazer compostagem para nutrir o solo e dicas de captação de água ajudam a fazer a rega sem desperdícios. Já a última parte da publicação ensina a cozinhar com saúde, indicando receitas nutritivas de aproveitamento integral dos alimentos.

O principal objetivo da cartilha é melhorar a alimentação das pessoas e o ambiente como um todo, favorecendo a relação desses indivíduos com o bairro que habitam, assim como com o seu entorno por conta do cultivo ecológico de alimentos e ervas medicinais em hortas, jardins, canteiros, e etc.

A cartilha está disponível para download aqui.

 
Imagem: Nosso Foco

 

FONTE: autossustentavel.com

Publicado em Ambiente | Deixe um comentário

HS SUBSLAB. A FERRAMENTA PERFEITA PARA MONITORAMENTO DA INTRUSÃO DE VAPORES NO SOLO

 

 

Publicado em Ambiente | Deixe um comentário

VOCÊ SABE QUAIS OS TIPOS DE LICENÇAS AMBIENTAIS EXISTENTES NO BRASIL?

“Primeiramente, você sabe o que é uma licença ambiental? O licenciamento ambiental é um procedimento que autoriza e acompanha a implantação e operação de atividades que utilizam recursos naturais ou que sejam consideradas efetiva ou potencialmente poluidora.

Esse procedimento é emitido pelo poder público, representado por órgãos ambientais. E é de obrigação do empreendedor buscar o licenciamento junto aos órgãos competentes, desde as etapas iniciais de planejamento até sua efetiva instalação e operação.

Ela possui um prazo de validade definido e estabelece regras, condições restrições e medidas de controle ambiental junto ao órgão ambiental responsável. Com a licença, o empreendedor assume os compromissos de manutenção da qualidade ambiental do local em que se instala.

Licenças ambientais são exigidas por lei.

Além de ser uma exigência legal, as licenças ambientais funcionam como uma ferramenta do poder público para o controle ambiental. Através dos licenciamentos, o governo pode exercer determinado controle sobre as atividades humanas que podem interferir no ambiente.

Além do mais, elas têm a missão de conciliar o desenvolvimentos econômico da região com o uso sustentável dos recursos naturais.

No Brasil, existem três tipos de licenças ambientais, são elas: licença prévia, a licença de instalação e a licença de operação. Os nomes já são bem intuitivos, porém veremos cada uma delas a seguir.

QUEM PRECISA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL?

A partir da Lei nº 6.938/81, o licenciamento ambiental passou a ser obrigatório em todo o território nacional. Com isso, as atividades efetivas, ou potencialmente, poluidoras não podem funcionar sem o devido licenciamento.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), as empresas que funcionam sem a licença ambiental ficam sujeitas às sanções previstas em lei, incluindo as punições relacionadas na Lei de Crimes Ambientais de 1998.

Assim, as licenças ambientais são a base estrutural do tratamento ao meio ambiente pela empresa. Através delas, o empreendedor passa a conhecer suas obrigações e restrições quanto ao controle ambiental de sua atividade.

Hoje em dia, o mercado exige o cumprimento da legislação ambiental. Muitos investimentos, tal como do BNDES, estão condicionados ao cumprimento e apresentação da licença ambiental.

Sabe quais são as atividades que precisam de licença? Segundo o MMA, todo empreendimento listado na Resolução CONAMA 237/97 é obrigado a ter licença ambiental. Sendo eles:

  • Extração e tratamento de minerais
  • Indústria de produtos minerais não metálicos
  • Indústria metalúrgica
  • Indústria mecânica
  • Indústria de material elétrico, eletrônico e comunicações
  • Indústria de material de transporte
  • Indústria de madeira
  • Indústria de papel e celulose
  • Indústria de borracha
  • Indústria de couros e peles
  • Indústria química
  • Indústria de produtos de matéria plástica
  • Indústria têxtil, de vestuário, calçados e artefatos de tecidos
  • Indústria de produtos alimentares e bebidas
  • Indústria de fumo
  • Indústrias diversas
  • Obras civis
  • Serviços de utilidade
  • Transporte, terminais e depósitos
  • Turismo
  • Atividades diversas
  • Atividades agropecuárias
  • Uso de recursos naturais

Existem algumas restrições e exceções dentro desses grupos. Portanto, se a sua empresa se encaixa em algum, vale a pena dar uma olhada na Resolução.

QUAIS SÃO OS ÓRGÃOS RESPONSÁVEIS?

A obrigação dos processos de licenciamento ambiental está dividida entre esfera federal e estadual. Sendo o IBAMA responsável pela esfera federal e os Órgãos Estaduais de Meio Ambiente, pela esfera estadual.

Em alguns casos, também há as esferas municipais onde uma entidade é responsável por aquele município. Porém, este caso varia de acordo com o estado.

O IBAMA fica responsável pelo licenciamento de atividades desenvolvidas em mais de um estado e daquelas cujos impactos ambientais ultrapassem os limites territoriais.

No geral, a atuação do IBAMA envolve grandes projetos como atividades do setor pretoleiro e gás natural na plataforma continental. E também, em empreendimentos que afetem os bens da União (rios, mar territorial, terras, etc) e atividades que envolvam radioatividade.

O IBAMA é responsável pela concessão de licenças ambientais na esfera federal.

Da mesma forma, os órgãos estaduais licenciam atividades cujos impactos ultrapassam mais de um município de um mesmo estado, podendo atuar também, quando a atividade afeta os bens estaduais.

Os estados somente podem licenciar empreendimentos se possuírem o Conselho Estadual de Meio Ambiente e profissionais habilitados. Caso contrário, o licenciamento se dá na esfera federal.

Similarmente, os municípios só podem licenciar atividades se possuírem o Conselho Municipal de Meio Ambiente. Senão, as licenças ocorrem em esfera estadual ou federal. Para um município, as licenças concedidas são apenas aquelas na qual os impactos se restrinjam ao seu território.

Todos esses órgãos, em conjunto com o Conselho Nacional do Meio Ambiente e com o Ministério do Meio Ambiente, formam o SISNAMA (Sistema Nacional do Meio Ambiente).

É importante ressaltar que o processo de licenciamento não pode ser conduzido por mais de um órgão. E que nenhum empreendimento está sujeito a se licenciar em mais de uma instância. Entretanto, assim como as atividades, há diversas exceções para as divisões de responsabilidade.

Quer saber mais? Todas essas divisões e informações são estabelecidas e podem ser conferidas na Resolução CONAMA nº 1/86.

TIPOS DE LICENÇAS AMBIENTAIS

Como dissemos, existem três tipos de licenças. Há em alguns casos a possibilidade de retirar a Autorização Ambiental e a Licença Ambiental Simplificada. É necessário verificar essa possibilidade em cada estado, porém o objetivo é simplificar alguns casos.

A Autorização Ambiental é concedida quando o empreendimento ou atividade funciona por período temporário e não se caracteriza como instalação permanente. Caso o empreendimento exceda o prazo estabelecido, de modo a configurar situação permanente, será exigida a licença ambiental correspondente.

Já a Licença Ambiental Simplificada é concedida exclusivamente quando se trata de empreendimentos de porte micro (ou pequeno, dependendo do estado), com baixo potencial poluidor degradador.

Fora isso, são três tipos de licenças ambientais. Cada uma é exigida em uma etapa específica do licenciamento.

1 – Licença Prévia

A Licença Prévia (LP) é a primeira etapa do licenciamento. Ela é necessária para dar início a uma atividade. Assim, ela é concedida na etapa de planejamento do empreendimento.

O órgão licenciador avalia a localização e a concepção do negócio, atestando a sua viabilidade ambiental e estabelece os requisitos básicos para as próximas fases. A licença só é concedida depois de cumpridos todos os requisitos estabelecidos. Por exemplo, um dos primeiros passos do órgão licenciador é definir se a localização do empreendimento é adequada  de acordo com o Zoneamento Municipal.

Alguns estudos ambientais podem ser requeridos nesta etapa tal como o EIA/RIMA e RCA, se for julgado necessário. Com base nos estudos, o órgão licenciador define as condições nas quais a atividade deverá se enquadrar a fim de cumprir as normas ambientais vigentes.

O prazo de validade de cada licença é variável. O órgão ambiental responsável estabelece os prazos e os especifica na licença de acordo com os parâmetros estabelecidos na Resolução CONAMA 237/97. A LP possui prazo máximo de cinco anos.

2 – Licença de Instalação

Como o próprio nome diz, a Licença de Instalação (LI) é concedida após a aprovação do projeto inicial. Nesta etapa também, todas as medidas de proteção ambiental já devem ter sido definidas.

A concessão da LI funciona como uma autorização do início da construção do empreendimento e de instalação dos equipamentos do ponto de vista ambiental.

É importante ressaltar que a execução do projeto deve ser feita conforme apresentado. Qualquer modificação no projeto deve ser formalmente enviada ao órgão licenciador para avaliação.

O prazo máximo para este tipo de licença é de seis anos.

3 – Licença de Operação

A Licença de Operação (LO) é necessária para o funcionamento do empreendimento. Ela deve ser requerida quando a empresa estiver edificada e após a verificação da eficácia das medidas de controle ambiental, estabelecidas nas licenças anteriores.

A LO é concedida após verificação do cumprimento dos requisitos pelo órgão responsável. Nesta licença são determinados os métodos de controle e as condições de operação e tem prazo máximo de dez anos.

Os empreendimentos licenciados podem receber auditorias periódicas para verificação dos requisitos pelo órgão competente.

Em caso de modificações na empresa é necessário uma revisão da licença para verificar se havia modificações previstas. Caso contrário, o MMA afirma que qualquer alteração deve ser comunicada ao órgão licenciador para definição sobre a necessidade de novo licenciamento.

Os empreendimentos com licenças ambientais devem ser vistoriados.

O QUE É NECESSÁRIO PARA DAR ENTRADA NO LICENCIAMENTO?

As principais diretrizes para a execução destes tipos de licenciamento ambiental estão expressas na Lei 6.938 de 1981 e nas resoluções CONAMA já citadas anteriormente. Há também a Lei Complementar 140 de 2011, que dispõe sobre a cooperação federal, estadual e municipal quanto à proteção do meio ambiente e combate à poluição.

No geral, basta o empreendedor dirigir-se ao órgão municipal ou estadual para verificar informações e documentações necessárias. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, há alguns documentos que são comumente requisitados.

Principais documentos exigidos para licenciamento ambiental

  • Memorial descritivo do processo industrial da empresa;
  • Formulário de Requerimento preenchido e assinado pelo representante legal;
  • Cópia do CPF e Identidade do representante legal que assinar o requerimento;
  • Cópias dos CPFs e Registros nos Conselhos de Classe dos profissionais responsáveis pelo projeto, construção e operação do empreendimento;
  • Cópias do CPF e Identidade de pessoa encarregada do contato entre a empresa e o órgão ambiental;
  • Cópias da Procuração, do CPF e da Identidade do procurador, quando houver;
  • Cópia da Ata da eleição da última diretoria, quando se tratar de sociedade anônima, ou contrato social registrado, quando se tratar de sociedade por cotas de responsabilidade limitada;
  • Cópia do CNPJ- Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica;
  • Cópias do registro de propriedade do imóvel ou de certidão de aforamento ou cessão de uso;
  • Cópia da Certidão da Prefeitura indicando que o enquadramento do empreendimento está em conformidade com o a Lei de Zoneamento Municipal;
  • Cópia da Licença ambiental anterior, se houver;
  • Guia de Recolhimento (GR) do custo de Licença. A efetuação do pagamento e custo da taxa referente deverá ser orientada pelo órgão;
  • Planta de Localização do empreendimento;
  • Croquis ou planta hidráulica, das tubulações que conduzem os despejos industriais, esgotos sanitários, águas de refrigeração, águas pluviais etc.

Como dito, após a concessão da licença, a empresa entra em fase de acompanhamento da operação. Assim, os órgãos ambientais podem realizar vistorias para verificação do cumprimento das exigências estabelecidas.

A qualquer momento a licença pode ser cancelada, desde que ocorra irregularidades tais como: falsas informações nos documentos exigidos, alterações do processo não informadas e suspensão dos métodos de controle de poluição ambiental.”

 

Fonte: eosconsultores.com.br 

Publicado em Ambiente | Deixe um comentário

PERFIL DO ENGº FÁBIO MINZON – PROFESSOR DO PROGRAMA HS LEARNING DA HIDROSUPRIMENTOS

 

Engº Fábio Minzon palestrando em Evento do Senai

 

O Engº Fábio Minzon graduou-se em 2003 pela Faculdade de Engenharia Industrial – FEI/SP, reconhecidamente uma das melhores Faculdades de Engenharia do país.

Nessa época ele ingressou como estagiário na Hidrosuprimentos sob a coordenação do Geólogo e Professor João Alberto Bottura, fundador da HS. Após sua formatura, foi efetivado junto ao Departamento de Engenharia e Desenvolvimento da empresa.

Trabalhou de forma brilhante no desenvolvimento de novas tecnologias para aplicação em Hidrogeologia e Engenharia Ambiental, com ênfase nas atividades da empresa no ramo de amostragem de águas subterrâneas, monitoramento ambiental e remediação de áreas contaminadas.

É Pós-Graduado em Gerenciamento de Áreas Contaminadas (2008) e em Remediação de Áreas Contaminadas (2014) pelo SENAC/SP.

Atualmente, cursa o Mestrado em Análise Ambiental Integrada na UNIFESP, em vias de conclusão de sua dissertação. O tema de estudo e pesquisa é a Remediação Térmica de Áreas Contaminadas, assunto no qual acumulou grande experiência como assistente e discípulo do Professor João Alberto Bottura, um dos grandes especialistas que o país já teve em solo e águas subterrâneas.  Já proferiu centenas de palestras, cursos e treinamentos em todo o Brasil, tendo sua didática e profundidade de conhecimento técnico notoriamente reconhecida.

É Sócio e Diretor Técnico da Hidrosuprimentos, sendo o responsável, dentre outras coisas, pelos conteúdos apresentados aos alunos no Programa HS Learning de Aperfeiçoamento para Profissionais de Meio Ambiente, qua já formou profissionais de todo o Brasil e do Exterior.

Conheça o Programa HS Learning em http://hidrosuprimentos.com.br/hs_learning.php

 

Publicado em Ambiente | Deixe um comentário

DIA DO EDUCADOR AMBIENTAL

Publicado em Ambiente | Deixe um comentário

Um ótimo feriado a todos !!!

 

 

Publicado em Ambiente | Deixe um comentário

Ação programada de desenvolvimento e proteção de águas subterrâneas no Estado de São Paulo 2017-2020

 

 

 

 

 

“Denominado “Ação programada de desenvolvimento e proteção de águas subterrâneas no Estado de São Paulo”, o documento propõe projetos e ações consideradas prioritárias, para o período de 2017-2020. Representa o resultado do esforço coletivo e coordenado de um Grupo de Trabalho Interinstitucional, composto de profissionais da área de hidrogeologia das instituições públicas que atuam no Estado. A iniciativa de planejamento visa promover coesão e sinergias institucionais, evitar sobreposições de recursos e potencializar resultados. É importante mencionar que o documento se alicerça na revisão dos avanços alcançados no período anterior, entre 2007 e 2015, sob a égide do então denominado Programa Ambiental Estratégico Aquíferos e sua sequência.

A exploração de água subterrânea no Estado de São Paulo é intensa, e, com a expansão da atividade econômica e do comprometimento das águas superficiais pela poluição, a tendência do incremento no seu uso é realidade factual. A totalidade dos municípios utiliza total ou parcialmente água subterrânea para o abastecimento, seja através da rede pública, ou fontes privadas. Portanto, trata-se de fonte de extrema importância para a manutenção da segurança hídrica do Estado.

Ação programada de desenvolvimento e proteção de águas subterrâneas no Estado de São Paulo (PDF – 2.44 MB)

Sobre o logotipo

A Imagem do logotipo expressa o papel que o Grupo de Trabalho Aquíferos (GTA) almeja desempenhar para a sociedade e meio ambiente do Estado de São Paulo.

O âmbito de atuação do GTA do Estado de São Paulo, representados no centro da imagem. A curva que contorna este ponto central apresenta 3 cores que se encadeiam sucessivamente, ou seja, estão em movimento. Tudo começa com o verde, que representa as necessidades que surgem na sociedade e no ambiente por ela habitado. Em curva ascendente, do verde passamos ao azul, que representa o âmbito do conhecimento, da vida cultural. Assim, idealmente, as necessidades da sociedade devem ser percebidas por aqueles que tem a capacidade de produzir conhecimento e, com este conhecimento, oferecer soluções. Na fase final do caminho, já na curva descendente, encontra-se o vermelho, que representa o mundo real, onde tudo acontece. Desta forma, o conhecimento e as soluções oferecidas chegam ao mundo prático e são efetivamente aplicadas. Com isto um ciclo se fecha, e outros poderão ser iniciados: novas necessidades, novos conhecimentos e novas aplicações.

Assim o GTA através da Ação Programada em Águas Subterrâneas, tem como objetivo perceber as necessidades que a sociedade do Estado de São Paulo tem com relação aos recursos hídricos, produzir conhecimento adequado para oferecer soluções, e engajar-se na sociedade para que as soluções sejam aplicadas na prática.”

 

Fonte: igeologico.sp.gov.br

Publicado em Ambiente | Deixe um comentário