SEMANA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

Semana Mundial do Meio Ambiente

Dia Mundial do Meio Ambiente 2013

“O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho. A data foi recomendada pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, realizada em 1972, em Estocolmo, na Suécia.
Através do Decreto Federal 86.028, de 27 de maio de 1981, o governo brasileiro também estabeleceu que neste período em todo território nacional se promovesse a Semana Nacional do Meio Ambiente que tem por finalidade apoiar a participação da comunidade nacional na preservação do patrimônio natural do País.

O Dia Mundial do Meio Ambiente, também denominado WED, chama a atenção e ação política de povos e países para aumentar a conscientização e a preservação ambiental. Por meio do WED, O Programa da ONU para o Meio Ambiente personaliza questões ambientais e possibilita a cada um perceber não somente sua responsabilidade, mas também o poder de se tornar um agente para a mudança, apoiando uma forma de desenvolvimento mais justa e sustentável. 
O WED é também um dia para promover um mundo mais limpo e verde para si e para as gerações futuras, para mais informações consulte o PNUMA.”

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Semana do Meio Ambiente tem início nesta segunda-feira em São Bernardo do Campo – SP.

Programação inclui visitas guiadas, palestras, cursos e outros eventos de conscientização e valorização da natureza espalhados por diversos pontos da cidade


Semana do Meio Ambiente de 2019 tem início nesta segunda-feira em São Bernardo
Semana do Meio Ambiente de 2019 tem início nesta segunda-feira em São Bernardo.Crédito: Gabriel Inamine/PMSBC

“A Prefeitura de São Bernardo dá início na próxima segunda-feira (03/06) à programação especial de atividades em celebração à semana do Meio Ambiente de 2019. As ações comemorativas serão baseadas em visitas guiadas, palestras, cursos e outros eventos de conscientização e valorização da natureza espalhados por diversos pontos da cidade. A semana é uma extensão do Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado no dia 5 de maio de cada ano. As inscrições para as atividades podem ser feitas no site da Prefeitura: www.saobernardo.sp.gov.br. Todas as atividades serão gratuitas e abertas ao público.

A programação será inaugurada na segunda-feira, com uma visita monitorada ao Parque Ecológico Imigrantes (PEI), localizado às margens da Rodovia Imigrantes. Pensado, projetado e construído de acordo com princípios socioambientais, o PEI é um dos únicos do País com trajetos que facilitam a inclusão em atividades de ecoturismo, esportes e aventura. Além disso, o local possui soluções de sustentabilidade, como a escolha da madeira plástica para a construção da passarela elevada, sistema fotovoltaico e eólico para backup de energia, entre outras iniciativas sustentáveis.

Para participar é necessária inscrição prévia, com ponto de encontro marcado no Paço às 13h e retorno previsto para as 17h. É recomendado o uso de calça comprida e calçado fechado e porte de capa de chuva, chapéu, protetor solar, água e lanche leve.

As atividades terão continuidade na terça-feira (04/06) com o mini curso “O que é Educação Ambiental? – Superando o senso comum”, ministrado pela especialista Marta Ângela Marcondes, bióloga, mestre em educação, professora titular da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS). O evento será realizado no Plenarinho da Câmara de Vereadores, no Centro, das 9h às 12h.

Na quarta-feira (05/06) será a vez do seminário “Política Ambiental: Oportunidades e desafios”, realizado na Faculdade de Direito de São Bernardo, a partir das 18h30. A atração abordará temas como “Mudanças Climáticas e os Acordos Internacionais”, “Ética, Transparência e Meio Ambiente”. “Liderança para a Sustentabilidade: Os Desafios do Presente e do Futuro”. Na quinta-feira (06/06) a Prefeitura promoverá uma visita guiada na Central de Triagem de Materiais Recicláveis, com saída do Paço, às 8h30. O passeio é restrito a maiores de 18 anos.

A semana será encerrada no sábado (08/05), com o evento “Eu cuido da minha cidade – Clean Up com escoteiros”, em ação conjunta entre representantes do Paço e escoteiros da cidade.”

Fonte/Crédito: Gabriel Inamine/PMSBC

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Coleções contam a história do Museu de Geociências da USP

Pesquisa resgata a trajetória da instituição através de descobertas relacionadas a seus acervos

Por Marcelo Canquerino – Editorias: Ciências Humanas – URL Curta: jornal.usp.br/?p=245809

Foto: Marcos Santos/USP Imagens

“A museóloga Miriam Azevedo diz que, no Brasil, coleções de museus não são muito utilizadas como fontes diretas para a pesquisa histórica. Para ela, os objetos que compõem o que é chamado de cultura material geralmente não são explorados como fontes primárias pelos historiadores, que se apegam mais à tradição oral e aos documentos escritos. Sua pesquisa feita no Instituto de Geociências (IGc) mostra como isso pode ser feito ao reconstruir a história do Museu de Geociências da USP com base em suas coleções. Entre os resultados, foi possível traçar a origem e percurso de peças e reconhecer a importância de colecionadores particulares para a formação do acervo.

Historiadora de formação, ela iniciou o estudo quando trabalhava como técnica do museu, e a instituição deu início a um inventário das coleções. Esse foi um processo difícil, porque a única contagem prévia havia sido feita na década de 1970, sendo a única fonte de informação sistematizada disponível. Surgiu, então, a necessidade de um respaldo da área de museologia para suprir a necessidade de obter informações mais precisas sobre os artefatos do local. Diversas peças tinham mais de um número de catalogação, sem registro de mudança, ou mesmo nenhum tipo de dado que identificasse sua origem.

Miriam Della Posta de Azevedo: a cultura material costuma ser mais associada à arqueologia e à antropologia, mas pode ter grande valor para a pesquisa histórica – Foto: Marcos Santos / USP Imagens

Determinadas peças do museu tinham etiquetas que identificavam o nome do colecionador ao qual pertenciam. Baseada nisso, Miriam começou a pesquisar mais a fundo as coleções. Buscou registros na diretoria do Instituto de Geociências (IGc), documentos de fundação do museu e atas, mas sem nenhum sucesso. Então, decidiu procurar as informações a respeito dos colecionadores informalmente. Durante as pesquisas, descobriu mais a fundo quem era Araujo Ferraz, por exemplo. Figura importante, Ferraz foi diretor do serviço mineralógico brasileiro e possuía um vasto acervo. “A partir de notícias de jornal, documentos transcritos encontrados no Arquivo Geral da USP, que não tinham relação com o museu, eu consegui ir levantando informações”, explica.

Durante suas pesquisas, a museóloga também fez descobertas sobre a Coleção Schnyder. Apurou que ele foi um colecionador particular que possuía um livro descrevendo sua coleção pessoal. É uma das poucas que ficam com todas as peças expostas junto. Quando os herdeiros do colecionador a doaram, pediram para que tudo ficasse mais ou menos do jeito que estava na casa de seu pai.

A Coleção Schnyder, que pertencia ao colecionador particular Carlos Ludovico Schnyder – Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Outra coleção alvo de suas pesquisas foi a de Luis Paixão. Através da busca em jornais como O Estado de S. Paulo e no Diário Oficial, a pesquisadora descobriu que o colecionador havia falecido em 1949, e seus herdeiros propuseram a compra pela USP. Na época, o curso de Geologia pertencia à Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (atual FFLCH). Uma comissão foi organizada e o acervo de Paixão, analisado. No final, a coleção foi adquirida e dividida entre os departamentos de Antropologia, Geologia e Paleontologia, e o de Mineralogia e Petrografia.

Inicialmente, a museóloga pensava que a coleção completa de Paixão estava no Museu de Geociências, que iniciou suas atividades na década de 1930. Com o trabalho descobriu que, na verdade, ela era muito maior do que imaginava, passando dos 13 mil exemplares. A parte que se encontra no museu atualmente é referente à parcela que pertencia ao Departamento de Mineralogia e Petrografia. Através do Diário Oficial, foi constatado que o restante está no Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP. “Tudo isso para a história da instituição é muito importante”, pondera a pesquisadora. Saber como as coleções chegaram à instituição foi essencial para entender como funcionava a dinâmica do museu e, consequentemente, reconstruir sua história.

As peças expostas na vitrine, que pertencem a diversas coleções, são utilizadas durante as aulas no IGc – Foto: Marcos Santos / USP Imagens

A metodologia utilizada foi adaptada para o estudo de coleções a partir de um modelo da Universidade de Lisboa. O primeiro passo consistia na descrição da peça, seguido de uma análise da interação do objeto com o museu. Essa segunda etapa buscou entender como as coleções chegaram à instituição e seus percursos no local.

Foi constatado que a história do museu é muito mais informal do que formal. Esse tipo de estabelecimento, assim como outros da Universidade, foram criados inicialmente para servirem de apoio para as aulas dos institutos. Segundo Miriam Azevedo, museus universitários geralmente são resultados de processos de ensino e pesquisa. É normal as pessoas não associarem esses locais ao desenvolvimento de atividades científicas, mas “a Universidade faz ciência de todo tipo”. Prova disso é a exposição Tipo, do próprio Museu de Geociências, que traz minerais descobertos e descritos por professores do instituto.

A dissertação de mestrado Acervos que escrevem a história: a trajetória do Museu de Geociências do IGc-USP contada pelas suas coleções foi defendida em agosto de 2018 e teve orientação da professora Maria Margaret Lopes.

O Museu de Geociências fica localizado dentro do Instituto de Geociências da USP – Rua do Lago, 562, Cidade Universitária, em São Paulo. Funciona de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 12 horas e das 13h30 às 17 horas. Para mais informações, acesse o site.”

Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Foto: Marcos Santos/USP Imagens
Foto: Marcos Santos/USP Imagens
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PARABÉNS A TODOS OS GEÓLOGOS E GEÓLOGAS, AMBIENTALISTAS POR EXCELÊNCIA !!!

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Petrobras beira a má-fé em ação que apura dano ambiental, decide TJ-SC

CONTAMINAÇÃO DO SOLO

“A 1ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de Santa Catarina rejeitou agravo de instrumento da Petrobras, que responde a ação civil pública para apurar dano ambiental no município de Imbituba (SC).

RMinistério Público acusa a Petrobras de ter contaminado o solo com rejeitos nas áreas de pátio industrial em Santa Catarina.

A ação foi movida pelo Ministério Público, que sustenta que a estatal contamina o solo por rejeitos nas áreas de pátio industrial e depósito de rejeitos. No recurso, a empresa é contra a homologação judicial de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado pelo MP com outras quatro partes no polo passivo e que, por esse motivo, tiveram o feito extinto.

A empresa questiona a decisão de 1º grau, que tacha de “temerária”, pois entende ser impossível individualizar responsabilidades entre órgão, empresas e proprietários de áreas envolvidos na mesma situação de suposto dano ambiental.

De acordo com o relator, desembargador Luiz Fernando Boller, a estatal não fez “esforço objetivando pôr fim à demanda, preferindo, ao contrário, sobrepor obstáculos para que outros não obtenham êxito na causa”. A situação, disse Boller, “beira a má-fé, pois transparece uma implícita tentativa para obstruir a marcha processual”.

O desembargador considerou que o juízo de origem foi assertivo ao considerar o cenário sui generis, apto a respaldar um tratamento diferenciado entre os sujeitos passivos da demanda.

O magistrado entendeu que as áreas de terra em questão possuem matrículas distintas, que viabilizam a mensuração individualizada e autônoma dos eventuais danos apontados. Ele afirmou também a situação das outras partes que, instadas, já passaram a adotar medidas mitigadoras da degradação ambiental objeto da ação.

Sobre o TAC, Boller afirmou que “a regra de direito material – e não a regra processual – é que dita o ritmo da transação. Tal premissa enfatiza que o que restou ajustado no TAC foi o dano material em si, e não a indenização pelo dano moral coletivo”.

O relator expôs ainda dúvidas sobre os interesses da estatal na tramitação deste processo, cuja ingresso na comarca de Imbituba ocorreu em abril de 2013 – passados mais de seis anos desde então. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-SC.

Clique aqui para ler o acórdão.
Processo: 4022374-06.2017.8.24.0000

Revista Consultor Jurídico, disponível em conjur.com.br

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Andar de Bicicleta – Sinal de Pobreza?

“Quando percebi, estava sozinho, dentro do carro, novamente preso no trânsito. Eu era gerente de uma grande empresa, e ostentava um belo carro. Alguns subordinados já haviam me convidado para, juntos, irmos trabalhar de bicicleta. Relutei, pois eu tinha o poder dentro da empresa, e achava que, ao pedalar, iria depreciar minha imagem. Grande erro meu! Descobri que era pobre de mentalidade, e pobre de amizades, afinal, meu carro me afastava das pessoas, e me impedia de desfrutar o trajeto.”

Por Anderson Ricardo Schörner – Disponível em revistabicicleta.com/comportamento/

“Certa vez, o filósofo Rousseau se propôs a estudar as origens das desigualdades. Concluiu que, na sociedade humana, concebem-se dois tipos de desigualdades. Uma, considerada natural ou física, é estabelecida pela natureza, e trata das diferenças de idade, saúde, qualidades físicas do corpo, etc. Outra, que nomeou de desigualdade social, depende de uma espécie de convenção, como se as pessoas consentissem com o que é estabelecido. Desta forma, a desigualdade social acontece quando algumas pessoas, mais ricas, honradas, gozam de privilégios, com prejuízo de outras pessoas mais pobres, necessitadas.

A bicicleta, sendo promotora de saúde, opção de mobilidade sustentável, e meio de preservação do meio ambiente, deveria ser um veículo de grande prestígio social. Mas esse prestígio ainda é ofuscado pelo preconceito que algumas pessoas têm, e que geralmente nasce da ignorância, ou seja, de não conhecer os benefícios e não admitir ou aceitar diferenças. O preconceito gera discriminação. No caso da bicicleta, discriminar significa não tê-la como veículo, como oportunidade de locomoção. Voltando aos conceitos de desigualdade, significa afirmar que privilégio é ostentar um carro que vale muito mais que a bicicleta.

© Trek / Divulgação

Alguns utilizam a bicicleta como lazer, nos finais de semana, ou como uma breve atividade física, mas não como veículo de locomoção. Outras apontam o perigo no trânsito, as mudanças climáticas (chuva repentina ou sol muito forte), as distâncias, a falta de preparo físico ou a inexistência de locais próprios para as bicicletas, como motivo para não pedalar. Realmente, existem alguns obstáculos no caminho do ciclista, como também existem obstáculos para os motoristas de carros, motos, usuários de metrô, etc. Conforme afirma o filósofo Isah Andreoni, “o verdadeiro obstáculo, que nos impede de inserirmos a bicicleta em nossa rotina, está em nossas cabeças, nas associações que imediatamente estabelecemos em relação à bicicleta, tendo o carro como referência”.

Raízes do preconceito

Um veículo com tantas vantagens, e que ainda promove o contato das diferentes classes sociais, sem evidenciar suas diferenças, não é uma riqueza da cultura humana?

A questão do preconceito com a bicicleta é um fato social. Se, na Holanda, as senhoras andam de bicicleta com suas roupas da moda, e os executivos vão ao trabalho pedalando, no Brasil, a desigualdade social, através das pressões grupais, implanta a ideia de que executivos não são iguais aos carteiros ou aos operários. Mesmo que o executivo queira pedalar, essas pressões, externas e internas ao indivíduo, atuam como uma barreira psicológica, e acabam influenciando a sua decisão, e adoção de hábitos cotidianos, como usar, ou não, a bicicleta.

Essas “barreiras psicológicas” não surgiram do nada. Uma das heranças mais marcantes, para um país colonizado e explorado, dos tempos da escravidão, é com relação ao esforço físico. A sociedade brasileira carrega, mesmo que um fraco eco no inconsciente, impregnada em seu DNA, a ideia de esforço físico como atividade desprezível, atribuída aos escravos. Profissões que exigem esforço físico são repugnadas, como se ferissem a moral de quem as executa. Neste sentido, pedalar é visto como “necessidade” de esforço, e não “oportunidade” de exercício físico.

Outra marca, por sinal recente na história brasileira, é a introdução da indústria automobilística no país. Ela veio para aniquilar a velha burguesia rural, e o modo de vida português. Se, num âmbito internacional, produzir carros representava ascensão capitalista e ventos da modernidade para o Brasil, ter um carro, dentro da sociedade brasileira, era igualmente um sinal de ascensão social. O carro tornava óbvia a prosperidade, por ser facilmente percebido. Com todas as facilidades fornecidas para a aquisição de um veículo, como financiamentos de 36, 48 ou 72 meses, a mídia e o próprio governo incitam o consumo automobilístico. Muitos defensores da causa da bicicleta se calam, ou não conseguem fazer-se ouvir, abafados pelas pressões e interesses mais fortes. Segundo Isah, “diante do ruído dos automóveis, as bicicletas não têm voz.”

A “fama” de veículo de pobre, aplicado à bicicleta, também vem do fato dela ser, com relação aos outros veículos, a mais acessível, e por isso, as classes menos privilegiadas geralmente possuem bicicleta. Porém, pode-se dizer que esta imagem da bicicleta associada à pobreza está mais no conceito, ou no preconceito da mobilidade por bicicleta, principalmente com relação ao carro, que se tornou um objeto de desejo, símbolo de status. Esse preconceito é ainda mais presente nos países em desenvolvimento, como o Brasil. Em países desenvolvidos, como Holanda e Dinamarca, a bicicleta é amplamente utilizada. A diferença cultural é o motivo pelo qual eles pedalam, enquanto os brasileiros permanecem dentro dos carros, ou sonhando em ter um, por que se sentem constrangidos em pedalar até certos lugares. Estes países, mesmo ricos, utilizam um meio de transporte alternativo e barato.

As bicicletas ajudam a diminuir a distância entre as classes, ou ao menos, proporcionam uma melhor interação entre elas. Todas as pessoas parecem estar num mesmo nível, e ficam mais à vontade.

O preconceito é perigoso. O “diferente” é visto com incômodo, como algo ruim, e uma imagem ideal é trabalhada para que todos sejam “iguais”. Em muitas sociedades, e principalmente, em muitas classes sociais, andar de bicicleta é o “ser diferente”. Além disso, uma classe em condição social inferior agarra-se ao conceito de classe superior para evitar a segregação. O efeito é bilateral: de um lado os executivos não pedalam porque “engravatados pedalando” são o diferente, e o diferente sofre preconceito. De outro lado, a prosperidade financeira é a imagem ideal de sucesso, com todas suas conquistas materiais, e a bicicleta não faz parte na busca desse ideal. Essa é a pior característica do preconceito: não experimentar o novo porque ele é desconhecido. Quando a bicicleta fizer parte de uma imagem ideal, e for comum “pessoas bem-sucedidas” andarem de bike, desmistifica-se a imagem marginalizada da bicicleta, e traz ela para um contexto cotidiano de prestígio social, como meio de transporte. Como seres humanos imperfeitos, em uma ocasião ou outra iremos cair na armadilha do preconceito, principalmente quando ele é tão bem camuflado, e funciona como uma lente deformadora que nos leva a certos comportamentos, os quais não somos obrigados a tolerar.

Portanto, para trazer a bicicleta à realidade social, deve-se recuperar o espaço que o automóvel ocupou, não só nas ruas, mas também em nosso imaginário”. (Isah)”

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INTRUSÃO DE VAPORES (VOC´S) – A HIDROSUPRIMENTOS TEM A SOLUÇÃO

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1ª CONFERÊNCIA AESAS DE GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS – 02, 03 E 04 DE JULHO DE 2019.

CONVIDAMOS TODOS PARA PARTICIPAREM DA SEÇÃO REMEDIAÇÃO DE DERIVADOS DE PETRÓLEO, QUE SERÁ PRESIDIDA PELAS EMPRESAS PATROCINADORAS HIDROSUPRIMENTOS EQUIPAMENTOS PARA HIDROGEOLOGIA E ENG. AMBIENTAL E TRUSTY GROUP, E CONTARÁ COM A APRESENTAÇÃO DOS SEGUINTES TRABALHOS:

  1. Palestra: 20 anos de estudos em LNAPL no Brasil – Prof. Dr Chang Hung Kiang – Unesp Rio Claro.
  2. A Influência das mudanças climáticas na remediação de derivados de Petroleo – Dr. Marco Zequim Pede – Unesp Rio Claro
  3. 3. A aplicação das técnicas normalmente associadas ao NSZD em climas tropicais devem ser reavaliadas – Elias Hideo Teramoto – Unesp Rio Claro
  4. Sistema de Remediação Integrado (SIR) – O uso sinérgico de tecnologias de remediação em área contaminada por benzeno – Renan Flores, Flavio Coelho, Marcelo Germani, Susanne Loebman – ERM Brasil
  5. Determinação de volumes específicos de LNAPL em solos com distribuição de tamanho de poros multimodais – Miguel Alfaro Soto – Unesp Rio Claro
  6. Enhanced Methods for Field Pilot Tests – Douglas Liddell – Groundwater & Environmental Services, Inc., Windsor, CT, USA
  7. Fast Remediation of a Hydrocarbon Soil in Touristic Hot Spot, Spain – Ignacio Barco Luengo (Tauw Iberia, S.A.U., Madrid, Spain;
  8. Herentals, in situ BTEX and MTBE remediation and large-scale biological groundwater treatment system (100m³/h) – Martin Slooijer, Michela De Camillis, Rogier De Waele, Mayara Pupo, Sérgio Verissimo;
  9. Estratégias para prever o comportamento da fase dissolvida de compostos BTEX com uma fonte depletiva – Marcus Baessa – Petrobras

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