TRADIÇÃO E QUALIDADE A SERVIÇO DO MEIO AMBIENTE

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Consema transmite primeira reunião ao vivo

 

Consema transmite primeira reunião ao vivo

População poderá acompanhar as sessões pelo facebook do Sistema Ambiental Paulista

Texto: Luciana Reis / Foto: José Jorge
Revisão: Cris Leite. Disponível em ambiente.sp.gov.br

 

“Prestes a completar 35 anos de existência, o Conselho Estadual de Meio Ambiente – Consema iniciou, na terça-feira, 27 de março, a transmissão ao vivo de suas sessões no facebook do Sistema Ambiental Paulista. “É mais uma ferramenta de transparência e de aproximação com a população do estado de São Paulo para tratar de temas ambientais relevantes”, destacou o presidente do Conselho, secretário Maurício Brusadin.

Na pauta da 364ª  reunião, os conselheiros aprovaram a proposta do novo limite do Parque Estadual do Juquery, em Franco da Rocha, que possui o único fragmento de Cerrado preservado na região metropolitana de São Paulo. Com as alterações, a Unidade de Conservação passa de 1.955 para 2.100 hectares.

Também na reunião, a apresentação do Programa Palmito Legal, que está desenvolvendo ações para promover a conservação do palmito-juçara, integrando governos estadual e federal, produtores, comerciantes e sociedade civil. Importante destacar que a preservação da juçara está diretamente ligada à manutenção da biodiversidade da Mata Atlântica. Sua semente e seu fruto servem de alimento para cerca de 70 espécies, entre aves e mamíferos.

Para coibir esse tipo de exploração, o Grupo de Trabalho está criando ações para fomentar o manejo sustentável do palmito, o desenvolvimento da cadeia de produção, a conscientização da população para o consumo legal e a fiscalização para conter o crime organizado.

Além do Programa Palmito Legal, os conselheiros conheceram as Ações de Proteção Animal, que serão lançadas na quinta-feira, 29 de março, durante evento no Palácio dos Bandeirantes. Projeto Ninhos, campanha de comunicação e divulgação da importância da guarda responsável em rodovias e transporte público estadual, controle populacional de cães e gatos no entorno de unidades de conservação, manejo de fauna silvestre em vida livre e parecerias com universidades e ONGs são algumas delas.

Importante destacar que as reuniões do Consema continuam disponíveis na TV Consema, no site da Secretaria do Meio Ambiente.”

 

 

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CÂMARA DE CALÇADA E TAMPA DE PROTEÇÃO – POÇOS DE MONITORAMENTO

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De 294 pontos analisados, água é considerada boa em apenas 4%

Levantamento da SOS Mata Atlântica monitora qualidade da água em 102 municípios dos 17 estados da Mata Atlântica.

“Na semana em que o Brasil sedia o Fórum Mundial da Água, a Fundação SOS Mata Atlântica apresenta um panorama sobre a qualidade da água de 230 rios, córregos e lagos do bioma. Apenas 4,1% (12) dos 294 pontos de coleta avaliados possuem qualidade de água boa. Enquanto isso, 75,5% (222) estão em situação regular e 20,4% (60) com qualidade ruim ou péssima. Isso significa que em 96% dos pontos monitorados a qualidade da água não é boa e está longe do que a sociedade quer para os rios. Nenhum dos pontos analisados foi avaliado como ótimo.

O levantamento foi realizado em 102 municípios dos 17 estados da Mata Atlântica, além do Distrito Federal, entre março de 2017 e fevereiro de 2018. Os dados foram obtidos por meio de coletas e análises mensais de água realizadas por 3,5 mil voluntários do programa “Observando os Rios”, com supervisão técnica da Fundação SOS Mata Atlântica. O projeto tem patrocínio da Ypê e Coca-Cola Brasil e o estudo completo, com a lista dos rios avaliados, está disponível aqui.

 

“Os resultados apontam a fragilidade da condição ambiental dos principais rios da Mata Atlântica e a urgência de incluir a água na agenda estratégica do Brasil. Rios e águas contaminados são reflexo da ausência de saneamento ambiental, gestão e governança”, afirma Malu Ribeiro, coordenadora do estudo e especialista em Água da Fundação SOS Mata Atlântica.

Segundo Malu, a qualidade da água doce superficial é muito suscetível às condições ambientais, às variações e impactos do clima, aos usos do solo e às atividades econômicas existentes na bacia hidrográfica. Sendo assim, a água está diretamente ligada à conservação da Mata Atlântica, à sustentabilidade dos ecossistemas, à saúde e atividades econômicas da população que vive no bioma.

Para Marcia Hirota, diretora executiva da Fundação SOS Mata Atlântica, esse levantamento é uma contribuição da sociedade. “Ao reconhecer os rios como espelhos da qualidade ambiental das cidades, regiões hidrográficas e países, conseguimos identificar rapidamente os valores da sua comunidade, a condição de saúde na bacia e de desenvolvimento“, completa.

Comparativo 2017-2018

O estudo comparou os resultados do monitoramento de 188 pontos fixos de coletas, distribuídos por 11 estados – Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo –, além do Distrito Federal. Foram consideradas as médias dos indicadores mensais do ciclo 2017 (março de 2016 a fevereiro de 2017) e do ciclo 2018 (março de 2017 a fevereiro de 2018).

“A qualidade da água dos rios das bacias da Mata Atlântica permaneceu estável nesse ciclo de pouca chuva e não houve evolução significativa dos indicadores em relação ao ciclo anterior”, ressalta Malu Ribeiro.

O destaque para os dados positivos na evolução dos indicadores comparativos é a estabilidade dos níveis de qualidade de água boa em 5 pontos de monitoramento. Todos localizados em áreas protegidas da Mata Atlântica. Já em 16 pontos de coleta sem proteção de mata nativa os dados demonstraram impacto significativo, com perda de qualidade da água.

[…] “Ainda estamos distantes do que a sociedade necessita para segurança, mas conseguimos diminuir de 7 pontos com qualidade péssima em 2015 para 1 neste ano. Mas ainda é fundamental que a Política Nacional de Recursos Hídricos seja implementada em todo território nacional, de forma descentralizada e participativa. Também é preciso que a norma que trata do enquadramento dos corpos d’água exclui os rios de classe 4 da legislação brasileira“, conclui. A classe 4 na prática permite a existência de rios mortos por ser extremamente permissiva em relação a poluentes e mantém muitos em condição de qualidade péssima ou ruim, indisponíveis para usos.”

 

Fonte: ciclovivo.com.br

 

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DIA MUNDIAL DA ÁGUA !!!

 

 

 

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DIA INTERNACIONAL DA FLORESTA

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APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL – MEIO AMBIENTE

 

 

 

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