DIA DA ÁRVORE

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A IMPORTÂNCIA DO SOLO PARA A MANUTENÇÃO DO MEIO AMBIENTE

imagem: geologylearn.blogspot.com
TECNOLOGIA NACIONAL PARA A MANUTENÇÃO DO MEIO AMBIENTE

http://www.hidrosuprimentos.com.br
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MEDIDOR ELÉTRICO DE NÍVEL D´ÁGUA HIDROSUPRIMENTOS

A Hidrosuprimentos tem uma completa linha de Medidores Elétricos de Nível D´água para poços de monitoramento e piezômetros.

Portáteis, robustos e de fácil manuseio, possuem cabo milimetrado com alma dupla de aço, e fornecem medidas precisas de nível d´água em poços de até 500 metros de profundidade.

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ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO BRASIL

Infográfico pedagógico sobre a importância das águas subterrâneas para o abastecimento e para a economia brasileira.

Fonte: cepas.igc.usp.br

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AMOSTRAGEM DA INTRUSÃO DE VAPORES: TECNOLOGIA NACIONAL HIDROSUPRIMENTOS

http://hidrosuprimentos.com.br/hs_subslab.php

“A presença de biogás inflamável no solo e a intrusão de vapores tóxicos em ambientes construídos oferecem graves riscos de explosão e riscos à saúde. Essas situações são frequentes em grandes centros urbanos, devido à ocorrência de lixões, solos orgânicos naturais e contaminação do subsolo por compostos voláteis.

A avaliação do comportamento e do fluxo de contaminantes em fase gasosa, bem como de sua migração para a superfície ou para o interior de ambientes construidos nesses terrenos, inicia-se com uma adequada caracterização da nuvem de gás ou vapor.

A experiência do IPT indica haver grande complexidade nessa avaliação, associada à variabilidade espacial e temporal que as nuvens apresentam no interior do solo, em função, por exemplo, da ação das bactérias produtoras, temperatura, pressão atmosférica, velocidade dos ventos na superfície do terreno, pluviosidade etc.”

Fonte:
https://www.ipt.br/solucoes/344-ensaios_e_amostragem_de_gas_e_vapor_no_subsolo.htm

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Bactérias da folha da laranja podem degradar agrotóxicos

agrotóxicos Brasil
Foto: Tomi Vadász | Unsplash

Pesquisadores da USP identificaram microrganismos capazes de degradar dois inseticidas muito utilizados no Brasil.

Por Marcia Sousa | Jornal da USP

“O uso indiscriminado de agrotóxicos gera uma série de impactos ao meio ambiente. Dependendo da forma como são aplicados e da dose empregada nas plantações, os produtos podem se acumular no solo, rios ou nas próprias hortaliças, afetando insetos que vivem no local, como as abelhas, e poluindo recursos hídricos. Os riscos também atingem os seres humanos, que podem se intoxicar pela exposição aos agroquímicos ou por meio do consumo de alimentos contaminados. Encontrar alternativas para eliminar esses compostos depositados na natureza foi o que motivou pesquisadores do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP a estudarem bactérias do gênero Bacillus extraídas da superfície das folhas da laranja. Eles descobriram que esses microrganismos produzem enzimas capazes de biodegradar dois pesticidas muito utilizados na agricultura brasileira: a Bifentrina e o Fipronil.

Como as bactérias habitam o mesmo ambiente onde os produtos químicos são aplicados e, mesmo assim, se mantêm “vivas”, a hipótese dos cientistas era de que elas conseguissem eliminar os agrotóxicos.

Para comprovar a teoria, eles realizaram inúmeros testes no Laboratório de Química Orgânica e Biocatálise do IQSC. Diversas espécies de Bacillus extraídas de folhas de laranja de uma plantação em Tabatinga (SP) foram colocadas em frascos que continham pequenas amostras dos agroquímicos. Após cinco dias de experimentos, alguns resultados chamaram a atenção: a bactéria Bacillus amyloliquefaciens conseguiu biodegradar 93% do Fipronil, enquanto a bactéria Bacillus pseudomycoides eliminou 88% da Bifentrina.

“Elas promoveram reações de biodegradação dos pesticidas, mostrando potencial para eliminar tais agentes tóxicos lançados no meio ambiente. Essa atividade dos microrganismos representa uma importante função ambiental de remediação desses produtos,” afirma Juliana G. Viana, autora do trabalho e doutoranda do IQSC.

A pesquisadora, que teve sua pesquisa financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), também testou como seria o desempenho de grupos de bactérias do gênero Bacillus atuando juntas contra os agrotóxicos. 

Oito linhagens dos microrganismos, de diferentes espécies, foram colocadas para reagir com os produtos químicos e alcançaram uma degradação de 81% do Fipronil e de 51% da Bifentrina. Segundo explica o professor André Luiz M. Porto, do IQSC, que orientou o trabalho, quando as bactérias estão em conjunto, pode haver competição por espaço e nutrientes, “desviando o foco” do combate aos pesticidas. Isso de certa forma justifica a taxa de biodegradação um pouco inferior ou mais lenta nos testes com bactérias trabalhando em equipe.

Foto: Amoon ra | Unsplash

Banidos na União Europeia, tanto o Fipronil como a Bifentrina são empregados no Brasil como inseticida e formicida em diversos tipos de plantações, como em culturas de citros, tomate, batata, milho, arroz, soja, feijão, entre outras. Além de sua aplicação no campo, o Fipronil também é utilizado para matar pulgas e carrapatos em cães, podendo gerar riscos aos animais, se administrado incorretamente. Em abelhas, os dois produtos são capazes de atingir o sistema nervoso das polinizadoras e levá-las à morte, acarretando problemas não só para o ser humano, que perderia uma população de insetos responsável pela polinização de flores que produzem diversos tipos de alimentos, mas também para a economia.

Segundo estudo realizado pela Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (BPBES), em parceria com a Rede Brasileira de Interações Planta-Polinizador (Rebipp), o valor do trabalho prestado pelos animais polinizadores à agricultura brasileira gira em torno de R$ 43 bilhões por ano.

O desenvolvimento econômico brasileiro está voltado principalmente para as atividades agrícolas, cenário que contribui para o Brasil ser o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. De acordo com o Censo Agropecuário 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 2006 e 2017 o país registrou um aumento de 20% no número de propriedades rurais que utilizam os produtos químicos.

Embora sejam importantes para evitar a ação de pragas invasoras nas mais diversas plantações, a falta de controle e, muitas vezes, de informação sobre as recomendações de uso dos agrotóxicos podem torná-los prejudiciais tanto para o meio ambiente, que terá acúmulo dessas substâncias em diferentes locais, como para as pessoas, que podem se prejudicar pela inalação, ingestão ou contato dos produtos com a pele e mucosas. Levantamento feito pela Coordenação de Vigilância Ambiental do Ministério da Saúde revela que, entre 2007 e 2017, ocorreram 29.472 casos de intoxicações acidentais por agrotóxicos no Sistema Nacional de Agravos de Notificação (Sinan), sendo que somente em 2016 foram registrados 416 óbitos por esta causa.

Segundo os pesquisadores do IQSC, as bactérias estudadas no instituto têm potencial para serem utilizadas por agricultores na eliminação de resquícios de agrotóxicos nas plantações e para evitar a contaminação de outros seres vivos e dos recursos naturais. “Após cumprirem seu papel de proteção aos cultivos, esses produtos precisam ter um destino final, não podem ficar no meio ambiente. Para isso, estamos trabalhando em uma alternativa sustentável, utilizando a própria natureza para preservá-la e nos proteger”, finaliza Porto.”

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HIDROSUPRIMENTOS: REMEDIAÇÃO DE ÁREAS CONTAMINADAS COM TECNOLOGIA NACIONAL

A HIDROSUPRIMENTOS tem uma completa linha de tecnologias e acessórios para a remediação ambiental, com qualidade garantida e assistência técnica de excelência para a completa recuperação de solo e água subterrânea na atividade de Gerenciamento de Áreas Contaminadas.

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Estado não pode dispensar estudos de impacto ambiental, diz STF

“A possibilidade de complementação da legislação federal para o atendimento de interesse regional (artigo 24, parágrafo 2º, da Constituição Federal) não permite que estado dispense a exigência de prévio estudo de impacto ambiental (artigo 225, parágrafo 1º, IV, da Constituição).

Ministro Fachin disse que Estado não pode dispensar estudos ambientais
Carlos Moura/SCO/STF

Com esse entendimento, o Supremo Tribunal Federal declarou a inconstitucionalidade de parte da Lei estadual 5.067/07 do Rio de Janeiro, que dispõe sobre o Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) e define critérios para a implantação da atividade de silvicultura econômica no estado. A ADI foi ajuizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).

A Contag alegou que a norma viola os princípios da prevenção e do desenvolvimento sustentável, extraídos do artigo 225 da Constituição da República, e também afrontam os artigos 216, parágrafo 2º, e 225, IV, do texto constitucional, uma vez que não encerram, em seu bojo, mecanismos que possibilitem a participação da sociedade civil na implementação do ZEE.

Além disso, segundo a confederação, a lei não prevê estudo de impactos ambientais e do relatório de impacto ambiental, e não respeita o princípio da compensação ambiental. A Contag apontou ainda negligência à dignidade da pessoa humana dos trabalhadores rurais, quilombolas e comunidades indígenas, que ficariam impossibilitados de exercer seu trabalho e tradições culturais.

No voto, o relator, ministro Luiz Edson Fachin, destacou que o ZEE tem por finalidade atender à necessidade de preservação, melhoria e recuperação do meio ambiente, de forma a garantir o desenvolvimento economicamente autossustentável. Ele ressaltou que a legislação federal já estabeleceu previamente as normas gerais de implantação do zoneamento, com fim de preservar o patrimônio ambiental e zelar pela qualidade de vida dos cidadãos.

“Observando os procedimentos impostos pela norma federal, cabem aos Estados, não traçar propriamente as diretrizes de preservação ambiental já dispostas pela lei federal, mas exercer sua competência concorrente e estabelecer, dentro desses requisitos, sua normatização própria a respeito do ZEE”, disse o ministro. Para ele, a lei impugnada, na maioria dos artigos, apenas cuidou de estabelecer disposições próprias à realização do processo desenvolvido no Rio de Janeiro.

Fachin também afirmou que a norma se ateve a exercer sua competência concorrente, observados os objetivos e os princípios estabelecidos em normas gerais federais. Sendo assim, ele vislumbrou inconstitucionalidade apenas nos parágrafos 3º e 4º do artigo 10, que dispensava a elaboração de estudo de impacto ambiental, por desrespeito à legislação federal sobre a matéria. 

“Nesse sentido, consigna-se o necessário atendimento dos requisitos de desenvolvimento socioambiental e sustentável das populações locais, com respeito à diversidade das práticas coletivas culturais praticadas nos territórios do estado do Rio de Janeiro, em especial dos trabalhadores rurais e das comunidades tradicionais indígenas e quilombolas”, concluiu o ministro. A decisão foi por unanimidade.”

Clique aqui para ler o voto do relator
ADI 4.069
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Fonte: Revista Consultor Jurídico.

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TECNOLOGIA NACIONAL A SERVIÇO DO MEIO AMBIENTE

A HIDROSUPRIMENTOS fornece desde 1997 tecnologias, acessórios e insumos para toda a cadeia de Gerenciamento de Áreas Contaminadas e Investigação Geoambiental:

  • Perfuração e sondagem ambiental;
  • Construção e desenvolvimento de poços de monitoramento;
  • Amostragem de ar, água subterrânea e solo;
  • Remediação de Áreas Contaminadas;
  • Teste de estanqueidade e intrusão de vapores.
  • Monitoramento ambiental

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USP tem capacidade para ser abastecida por água subterrânea, mas projeto está parado

PESQUISADOR DIZ QUE SISTEMA PODE GERAR ECONOMIA DE ATÉ 8 MILHÕES DE REAIS

Poço tubular próximo ao Instituto de Energia e Ambiente da USP. Além deste, seis poços estão prontos para utilização, mas não recebem manutenção. (Imagem: Marcus De Rosa)

“A Cidade Universitária do Campus da Capital da USP possui sete poços de extração de água subterrânea construídos em suas dependências, que deveriam desempenhar a função de abastecer o Campus. A utilização destes poços geraria uma economia de aproximadamente oito milhões de reais em contas d’água. Os poços porém, estão desativados e estagnados: não exercem função nem recebem manutenção.

A água extraída desse sistema subterrâneo não apenas geraria vantagem financeira para o Campus da Capital, mas o tornaria praticamente autossuficiente em água potável. Isso o tornaria independente dos serviços externos de fornecimento de água.

A utilização dos poços artesianos, segundo o professor Ricardo Hirata, do Instituto de Geociências da USP, economizaria em torno de 400 a 500 mil reais por mês em contas de água no Campus, que gasta mensalmente cerca de 1 milhão de reais em abastecimento hídrico.

O professor comenta sobre a situação dos poços, dizendo que “já há dinheiro investido no projeto. Esses poços começaram a ser construídos no fim da década de oitenta, e não temos quase nenhum em operação”. Além disso, Ricardo ressalta que o sistema pode receber investimentos modulares, ou seja, não há a necessidade de realizar uma única grande aplicação, mas sim diversas pequenas aplicações. “O investimento total pode ser coberto em um ano. A economia gerada cresceria exponencialmente, e o Campus acaba lucrando com o dinheiro investido”, relata.

Segundo o professor, a utilização do sistema de água subterrânea não apenas gerará economia financeira para a USP, mas também tornará o campus mais sustentável. “O uso dos poços significa consumir menos água do sistema municipal dentro do campus, disponibilizando mais água para a população, principalmente das regiões periféricas”, explica Hirata.

Água parada

O professor alega que ele, junto com a equipe que trabalha no projeto, não compreende o motivo da estagnação da atividade dos poços. “É um projeto que só demonstra vantagens para a Universidade, e não há risco financeiro ou sanitário”, diz Hirata.

O projeto se encontra parado devido à falta de reação da reitoria quanto às propostas. Não houve resposta sobre se o programa poderia ser ativado, ou se a reitoria forneceria o investimento necessário para tal. Essa falta de reação deixa os pesquisadores impotentes perante à iniciativa, que já recebeu investimento inicial e está praticamente pronta para a ativação.

“Os poços não oferecem risco de contaminação da água, e os que contém irregularidades precisam apenas de uma unidade básica de tratamento de água, que é de fácil acesso e instalação”, diz o professor. A água subterrânea provém de lençóis freáticos que existem nos níveis de solo abaixo da Cidade Universitária.

Segundo Hirata, há ainda uma vantagem acadêmica que provém do projeto. “Pode ser feito pesquisa em cima disso. Além de favorecer a estrutura da Universidade, é também uma fonte de estudo”.

Abastecimento e esgoto

Caso o Campus Butantã aderisse ao uso da água subterrânea, uma questão delicada seria a relação com o fornecimento municipal de água, gerenciado pela Sabesp. Segundo Hirata, essa relação pode ser facilmente reorganizada: “O Campus passaria a ter uma circulação própria de água potável. Qualquer problema que possa ocorrer com esse sistema, bastaria reabrir o registro da Sabesp, esse fornecimento não seria cancelado”.

Ainda assim, a Universidade não se isentaria dos serviços da Sabesp. “Continua sendo necessário o sistema de tratamento de esgoto, então a USP continua contribuindo para a Sabesp, e podendo ainda fornecer água para alguma área que necessite. Isso não só garante a segurança hìdrica da USP, mas contribui para a segurança hídrica de São Paulo.”

Por Marcus de Rosa, disponível em paineira.usp.br

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