DIA INTERNACIONAL DAS FLORESTAS

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Documentário sobre conservação da natureza é disponibilizado de graça na internet

“O Poema Imperfeito” é baseado no livro de mesmo nome e propõe questionamento sobre a interferência do homem na natureza.

“Lançado esse ano em Curitiba e no Rio de Janeiro, o documentário “O Poema Imperfeito”, da diretora Zulmira Coimbra, foi disponibilizado na íntegra na internet. O filme, pensado como ferramenta didática de conscientização, é baseado no livro de mesmo nome, do professor do departamento de Ecologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e membro da Rede de Especialistas em Conservação Natureza, Fernando Fernandez, e aponta que a destruição da natureza não é um fenômeno recente – ao contrário, vem acontecendo há mais de 50 mil anos, ao longo da história humana.

“O Poema Imperfeito é a natureza já desfalcada que conhecemos. No fim do século XIX, o escritor americano Henry Thoreau já se referia à natureza como um poema inteiro e ressentia do fato de ter herdado dos antepassados uma versão sem algumas de suas páginas mais importantes”, explica Fernandez.

Produzido pelo Instituto Pró-Carnívoros e patrocinado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, o documentário explica como as extinções de várias espécies começaram a partir da saída dos humanos do continente africano e continuam com a fragmentação dos habitat naturais. O filme ainda reforça a importância da criação de áreas protegidas, da refaunação (reconstrução de faunas) e de mudarmos nosso comportamento desperdiçador de recursos. “Os últimos capítulos fazem uma reflexão sobre quem somos e de onde viemos – mostrando, inclusive, que poderíamos nem ter existido”, complementa Fernandez.

Do livro para o filme

O livro “O Poema Imperfeito” foi lançado em 2000. Para o autor, o filme pode ajudar a dialogar com outros públicos que não tiveram acesso a obra. “O livro não é encontrado em livrarias e, neste ano, foi relançado, chegando em sua quarta edição, o que mostra que o Brasil tem uma demanda por assuntos desse tipo. Acredito que colocar o material disponível em uma nova plataforma pode reforçar a procura pelo tema”, finaliza.

“O filme mostra claramente que somos responsáveis pelo nosso futuro. Por isso, temos que ser conscientes de que nossas atitudes no presente irão refletir lá na frente, ou seja, o que fazemos hoje será nosso legado para as próximas gerações. Para a Fundação, apoiar um projeto como esse é acreditar que existem várias formas de aproximar as pessoas da natureza”, declara a diretora-executiva da Fundação Grupo Boticário, Malu Nunes.”

Assista ao documentário na íntegra aqui.

 

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DIA MUNDIAL DO ROCK !!!

Rock and Roll will never die

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DIA DO ENGENHEIRO FLORESTAL

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Tecnologia trata resíduos industriais gerando energia renovável

Reator biológico tem bactérias que consomem poluentes ao respirar e podem transferir os elétrons gerados para fora da célula

Por  – Editorias: Ciências AmbientaisTecnologia
Tecnologia recente e promissora permite a geração direta de eletricidade a partir de resíduos orgânicos, como efluentes industriais. Na imagem, experimento montado em laboratório na Columbia University, em Nova York – Foto: Arquivo pessoal via EACH

“Os tratamentos tradicionais dos efluentes de processos industriais, ou seja, dos resíduos líquidos resultantes, ocorrem principalmente por meio da remoção de poluentes para, em seguida, despejá-los em cursos d’água. A busca por alternativas mais sustentáveis que essa, lançando mão de avanços tecnológicos, é o foco do trabalho de Vitor Cano, doutorando da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP. Mais do que tratar os resíduos, sua pesquisa pretende obter energia a partir deles.

Seu trabalho – desenvolvido em parte na Columbia University, em Nova York, Estados Unidos – é voltado para a concepção e operação de um sistema bioeletroquímico denominado Célula a Combustível Microbiana (CCM), conhecida na literatura internacional como microbial fuel cell.

Basicamente, trata-se de um reator biológico composto de bactérias capazes de consumir a matéria orgânica em sua respiração, mas com a diferença de que elas podem transferir os elétrons gerados no processo para fora da célula. Dessa forma, é possível capturar esses elétrons em um eletrodo, gerando assim uma corrente elétrica.

Em outras palavras, é possível tratar efluentes industriais e, em vez de gastar energia, gerar eletricidade.”

“É uma tecnologia muito recente e promissora, pois permite a geração direta de eletricidade a partir de resíduos orgânicos, como efluentes industriais. Em outras palavras, é possível tratar efluentes industriais e, em vez de gastar energia, gerar eletricidade”, explica o estudante da pós-graduação em Sustentabilidade da EACH, que está no Departamento de Engenharia Ambiental da universidade norte-americana desde outubro de 2017, no grupo de pesquisa coordenado pelo professor Kartik Chandran.

O problema do nitrogênio

Segundo Vitor Cano, a etapa da pesquisa que ele realiza na Columbia University busca aprimorar ainda mais as possibilidades dessa tecnologia. “Estou adaptando a célula a combustível microbiana para usar não apenas a matéria orgânica como combustível, mas também o nitrogênio presente nas águas residuárias. Com isso, reduzimos a carga orgânica dos efluentes industriais e possibilitamos um novo método para o tratamento em termos de carga de nitrogênio, com a vantagem de gerar energia renovável.”

Vitor Cano, que desde outubro de 2017 realiza o doutorado sanduíche em instituição de ensino norte-americana – Foto: Arquivo pessoal via EACH

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Assim, além de ser uma tecnologia promissora no tratamento de águas residuárias, protegendo a qualidade das águas superficiais e subterrâneas, o processo permitirá também o tratamento de águas residuárias com alta carga de nitrogênio, como lixiviados de aterro sanitário e efluentes industriais e agroindustriais. Mais a vantagem – nada desprezível – de se gerar energia ao final.

O pesquisador lembra que, atualmente, todos os processos conhecidos para o tratamento ou recuperação de nitrogênio apresentam um custo energético considerável, e por isso avalia a aplicação de um protótipo inovador de célula a combustível microbiana (CCM), concebido no laboratório de saneamento da EACH com materiais de baixo custo, para geração de energia utilizando a matéria orgânica e nitrogênio como combustíveis.  “Eu trouxe praticamente todo o meu experimento comigo, o que inclui reatores biológicos e um sistema eletrônico de monitoramento on-line. Por conta da complexidade do experimento, a instalação em um novo ambiente foi um grande desafio para mim”, destaca ele. O aluno é orientando do professor Marcelo Antunes Nolasco e integra o Grupo de Estudo e Pesquisa em Água, Saneamento e Sustentabilidade, coordenado pelo mesmo professor na EACH. A construção dos reatores biológicos do projeto teve grande apoio técnico do especialista Kelliton Francisco, que trabalha no grupo de pesquisa do professor Nolasco.

Os resultados preliminares obtidos no Brasil demonstram a capacidade de tratamento e geração de energia do sistema. Os estudos realizados nos Estados Unidos ainda são muito preliminares, mas indicam a confirmação da possibilidade de utilização do nitrogênio como combustível na CCM. “No momento a CCM apresenta-se em fase de adaptação, com aumento contínuo da geração de corrente elétrica, o que pode estar associado ao desenvolvimento de uma comunidade microbiana eletrogênica capaz de utilizar o nitrogênio como fonte de energia”, avalia o cientista.

 

Foto: Arquivo pessoal via EACH

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Vitor Cano retornará à EACH para executar a última fase experimental do projeto, na qual serão explorados outros processos bioeletroquímicos da célula a combustível microbiana. “Espero ampliar as possibilidades de aplicação da tecnologia, tornando-a mais versátil e, portanto, viável em escala real para diferentes contextos e objetivos.”

O doutorado está previsto para se encerrar em julho de 2019. Após defender a tese, Cano pretende seguir carreira acadêmica, atuando em projetos de pesquisa que desenvolvam estudos relacionados com saneamento e sustentabilidade.”

 

Da Assessoria de Comunicação da EACH. Disponível em jornal.usp.br

 

 

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HS OZONE SPARGING – SISTEMA DE INJEÇÃO DE OZÔNIO HIDROSUPRIMENTOS

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REMEDIAÇÃO DE ÁREAS CONTAMINADAS: Audi e cidade de Ingolstadt remediam antiga refinaria com Parque Tecnológico

IN-CampusGmbH: Audi e cidade de Ingolstadt remediam antiga refinaria com Parque Tecnológico

    • Antigo terreno industrial transforma-se em localidade moderna e de alta tecnologia na Alemanha
    • Projeto promove a viabilidade futura da região
    • Parque ficará pronto em 2022 com 75 hectares de área total, sendo 15 hectares exclusivos de compensação para a natureza.

 

“Um dos maiores projetos de remediação em andamento na Alemanha, o do IN-Campus GmbH, subsidiária da Audi AG na cidade de Ingolstadt, já está em andamento. Vários times especializados estão trabalhando na construção de um novo parque industrial e tecnológico, que deverá ficar pronto até o fim de 2022.

O IN-Campus Gmbh comprou o local da antiga refinaria Bayeroil em novembro de 2015. O local oferece inúmeras vantagens, incluindo uma área contínua de 75 hectares, toda a proximadade à planta da Audi AG e as boas conexões ao transporte da região. Com o novo projeto, a cidade de Ingolstadt e a Audi propiciarão uma nova vida em no lugar da antiga refinaria.

O objetivo primário do projeto é remover os poluentes do solo, do ar do solo e dos lençóis freáticos localizados na região para prover uma atmosfera saudável para os futuros visitantes e colaboradores do local. O trabalho extensivo de remediação está planejado para terminar no final de 2022. Após a conclusão, o IN-Campus Gmbh usará 60 hectares do terreno como um Parque Industrial e Tecnológico. Já 15 hectares da área total foram designados como área de compensação para a natureza.

Atualmente, o subsolo continua contaminado por poluentes de diferentes propriedades químicas e físicas. Métodos especiais apropriados para as várias classes de contaminação são usados de maneira eficiente para a remediação do local:

    • Air sparging – uso de ar para eliminar contaminantesusado em uma área de aproximadamente 100.000m²para remover contaminantes altamente voláteis da água subterrânea e do solo. Este é atualmente um dos maiores projetos de air sparging na Alemanha.
    • Escavação do solo – remediação utilizando método honeycombEsse método de substituição de solo com baixa emissão é usado para remover completamente os contaminantes de aproximadamente 600.000 toneladas de material poluído.
    • Lavagem de solo – limpando o solo um passo por vez: Uma planta de lavagem de solo trata progressivamente o local contaminado. Aproximadamente 90% do solo tratado pode ser reutilizado e o restante é eliminado.
    • Tratamento de Águas Residuais – diversos poços protegem a área: dez poços previnem o escoamento da água subterrânea contaminada. Uma planta de tratamento de água altamente desenvolvida purifica a água por meio do método de bombeamento e de tratamento.

As construções do parque tecnológico na ala oeste do IN-Campus estão previstas para iniciarem em 2018, incluindo a Project House – complexo de quatro prédios para 1.400 especialistas na área de novas tecnologias. O término das construções do complexo está previsto para o final de 2020. Estruturas adicionais serão acrescentadas progressivamente, como o Centro de Segura na Direção, o Centro de TI e o Centro de Energia.

Declarações no IN-Campus:

Dr. Christian Lösel, Prefeito de Ingolstadt: “Um centro de tecnologia de ponta para tecnologias disruptivas e inovações está sendo gradualmente construído aqui. Eu estou particularmente honrado em saber que um importante complexo para o futuro de Ingolstadt está crescendo por meio de uma extensiva remediação da antiga refinaria. Isso é um ganho para a cidade e o meio-ambiente.”

Thomas Vogel, Diretor Administrativo do IN-CampusGmbH (AUDI AG): “Eu vejo o projeto como uma grande oportunidade. Desenvolvendo o local, estamos dando uma enorme contribuição à região e ao futuro da viabilidade de Ingolstadt como um local com tecnologia de ponta.”

Norbert Forster, Diretor Administrativo do IN-CampusGmbH (IFG Ingolstadt): “A IFG e a AUDI AG trabalharam em conjunto anteriormente na construção de um centro de logística, um dos mais avançados na Europa. Com o projeto IN-Campus, estabelecemos mais um marco na área de digitalização e de inovação.”

Klaus Mittermaier, Membro do Conselho Geral de Trabalho da AUDI AG: “A remediação sustentável do local é um passo lógico em direção ao futuro. Um terreno industrial baldio está se transformando em um inovativo parque industrial que garantirá oportunidade de trabalho na região e equalizará a infraestrutura de Ingolstadt.”

Dr. Rüdiger Recknagel, Chefe de Proteção Ambiental da Audi AG:“Estamos orgulhosos de conduzir a primeira remediação compreensiva de uma antiga refinaria no estado da Baviera com um projeto eco-amigável de remediação. Assim, estamos devolvendo algo positivo para a sociedade e natureza.””

 

Fonte: audi-imprensa.com.br. Foto: segs.com.br

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REMEDIAÇÃO DE ÁREAS CONTAMINADAS – A HIDROSUPRIMENTOS TEM A SOLUÇÃO IDEAL PARA SEU PROJETO AMBIENTAL

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Dinamarca será o primeiro país do mundo 100% orgânico até 2020

“A Dinamarca caminha a passos largos para se tornar o primeiro país do mundo 100% orgânico.

O país nórdico está trabalhando forte para substituir os alimentos cultivados com os métodos tradicionais por orgânicos e estimulando a demanda por produtos livres de agrotóxicos.

Uma dos objetivos é duplicar a produção de cultivos orgânicos antes de 2020, através de subsídios para os pequenos agricultores. Outra meta do governo é que 60% dos alimentos que são destinados a hospitais, escolas e restaurantes comunitários sejam orgânicos.

Pode parecer um plano audacioso, mas a Dinamarca trabalha há 25 anos para alcançar esses objetivos. Um exemplo disso a nível local é que o país tem criado projetos para que os municípios possam criar hortas em terrenos abandonados.

Mas porque consumir produtos orgânicos?

1) Evita problemas de saúde causados pela ingestão de substâncias tóxicas, como os resíduos de agrotóxicos e metais pesados presentes nos produtos convencionais.

2) São mais nutritivos e originam de solos ricos e balanceados com adubos naturais.

3) São mais saborosos. Em sua produção não há agrotóxicos ou produtos químicos que possam alterá-los.Alimentos quando são cultivados em seu próprio tempo e sem produtos químicos são mais saudáveis e saborosos.

4) Protege futuras gerações. A agricultura orgânica exclui o uso de fertilizantes químicos solúveis e agrotóxicos. Tem como base a preservação dos recurso naturais.

5) Evita a erosão do solo. Através das práticas conservacionistas, recupera e eleva a qualidade do solo.

6) Proteje a qualidade da água. Os agrotóxicos utilizados nas plantações convencionais atravessam o solo e poluem rios e lagos.

7) Restaura a biodiversidade, protegendo a vida animal e vegetal.

8) Ajuda os pequenos agricultores. Em sua maioria, a produção orgânica é realizada por pequenos núcleos familiares que tem na terra a sua única fonte de sustento.

9) Economiza energia. É o procedimento contrário da agricultura convencional que se apóia no petróleo como insumo de agrotóxicos e fertilizantes e é a base para a intensa mecanização que a caracteriza.

10) O produto é certificado. A qualidade do produto orgânico é assegurada por um Selo de Certificação.”

 

* Nota: As informações e sugestões contidas neste artigo têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

Informações:Razões Para Acreditar

 

 

 

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O Professor Bottura faria hoje 70 anos !

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