Distribuidores de produtos químicos e petroquímicos ressaltam compromisso com o meio ambiente

Entrega do troféu “Gente de Valor” homenageou a diretora-presidente da CETESB

“A presidente da CETESB, Patrícia Iglecias, foi agraciada com o troféu “Gente de Valor”, nesta quinta-feira (05/12), no Buffet França, em São Paulo, no jantar anual de confraternização da Associação Brasileira dos Distribuidores de Produtos Químicos e Petroquímicos (Associquim) e Sindicato do Comércio Atacadista de Produtos Químicos e Petroquímicos no Estado de São Paulo (Sincoquim).

O prêmio foi instituído pelas duas entidades em 2010 para reconhecer pessoa ou empresa que se destaque na sua área de atuação. O presidente da Associquim/Sincoquim, Rubens Medrano, e a vice-presidente Erica Takeda Marquesini fizeram a entrega do troféu à dirigente da Companhia.

Medrano ressaltou o compromisso do setor com a preservação do meio ambiente e destacou a implementação do Prodir – Processo Distribuição Responsável, um programa interno baseado em metodologia criada no Canadá em 1987 e depois também adotada pelos Estados Unidos. É um processo de gestão especificamente desenhado para o setor de distribuição de produtos químicos e petroquímicos, que envolve auditorias internas e indicadores de desempenho para melhoria da performance.

Conforme o presidente das entidades enfatizou, o Prodir exige uma abordagem sistemática voltada para as questões da qualidade, saúde, segurança e proteção do homem e do meio ambiente, “pois são elas que determinam o aumento da produtividade, a melhoria da qualidade de vida para os trabalhadores e a sociedade de uma forma geral, além de diminuição do custo social para o governo.”

Patrícia Iglecias reconheceu os esforços realizados pelos representantes do setor e o papel relevante da Associquim e Sincoquim, e lembrou que sustentabilidade se tornou sinônimo de eficiência.
Ressaltou, ainda, o programa “CETESB de Portas Abertas”, que tem contribuído para que os processos de licenciamento sejam mais dinâmicos e ágeis. “Temos que atuar proximamente ao setor privado. E vemos que a Associquim e a Sincoquim vêm buscando a melhoria contínua. O Prodir demonstra o compromisso desse setor com o meio ambiente”, declarou. Por fim, a presidente chamou a atenção para o fato de que entre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis da ONU, ressalta-se a importância das parcerias e lembrou que as atividades da Câmara Ambiental da Indústria Química e Petroquímica, no âmbito da Companhia, foram retomadas este ano. “Trabalhando juntos, manteremos o Estado de São Paulo no protagonismo que lhe é peculiar, além de indutor de políticas públicas”, concluiu.”

Fonte: cetesb.sp.gov.br Fotografia: Pedro Calado

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AMOSTRAGEM A BAIXA VAZÃO – NBR 15.847/2010

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GOVERNO DO ESTADO LANÇA PROGRAMA ALFABETIZAÇÃO AMBIENTAL

Iniciativa das Secretarias Estaduais de Educação e Infraestrutura e Meio Ambiente conta com a parceria das administrações municipais; objetivo é conscientizar às crianças sobre os cuidados com o meio ambiente

“Nesta terça-feira (3), o centro da capital paulista recebeu novas 1.400 mudas de espécies nativas que foram plantadas por crianças do 2º ano da rede pública. A iniciativa, em parceria com a subprefeitura Sé e com a sociedade civil, faz parte do programa Alfabetização Ambiental lançado pelas secretarias estaduais de Educação e de Infraestrutura e Meio Ambiente.

Participaram do evento os secretários Rossieli Soares e Marcos Penido, o subsecretário Eduardo Trani, além do subprefeito da Sé Roberto Arantes.

“Neste ano até 50 mil crianças estarão no Estado inteiro plantando árvores., numa simbologia importante ligada à alfabetização, mas também à preservação do meio ambiente. É uma conquista para uma criança ser alfabetizada, mas também é uma conquista saber olhar para o meio ambiente com a importância que ele tem”, avaliou Rossieli Soares.

“Realizar este projeto me deixa muito feliz porque é o primeiro passo de um grande programa para o convívio pacífico entre o ser humano e a natureza. Criar conscientização de que nós precisamos preservar o meio ambiente é fundamental. Somente através de conscientização nós vamos conseguir manter e preservar o meio ambiente e já começar com as crianças desde cedo aprendendo, além de escrever, a cuidar do meio em que vive é muito importante. É o primeiro passo de um grande legado”, analisou Marcos Penido.

“Este evento é absolutamente marcante. Envolveu tantas áreas de tantas secretarias e do município. É uma conquista da sociedade. Para as crianças, é um momento que, ao ter o contato direto com a terra, ela se vê olhando para o futuro, para a árvore que vai crescer e dar frutos. Essa lembrança ela não vai esquecer. Para nós, o evento marca uma política de incentivar a biodiversidade, das espécies da flora que vão trazer a fauna de volta a que vão fazer de São Paulo um Estado muito mais sustentável”, acrescentou subsecretário de Meio Ambiente, Eduardo Trani.

Fornecidas pela secretaria estadual de Infraestrutura e Meio Ambiente, as mudas são predominantemente espécies frutíferas de pequeno porte dos biomas Mata Atlântica e Cerrado. O plantio ocorreu em uma área total de 2.500 m² batizada de Bosque do Bem-Te-Vi e contou com a presença de 1.200 crianças da rede pública. O nome foi escolhido por alunos da rede estadual das escolas da Região Central por meio de um concurso. As crianças escolheram entre nomes de pássaros paulistanos como sábia laranjeira, quero-quero, rolinha, beija flor tesoura, João de barro, asa branca, pula pula e verão.

“É o segundo bosque de conversação urbana que plantamos aqui no Centro, o primeiro foi com a equipe da subprefeitura da Sé, mas este é muito especial. Nós tivemos hoje a participação 1.200 técnicos altamente capacitados e especializados, todos alunos da rede estadual aqui da região central. Nos teremos um novo espaço e essas crianças a consciência de fazer parte deste processo e levar isso para a casa e para a vida. É isso que a gente espera deixar a cidade mais verde, mais bonita e mais gostosa de se viver”, finalizou o subprefeito Roberto Arantes.

Além de contribuir com o reflorestamento, os plantios também têm o objetivo de simbolizar a fase de alfabetização dos alunos que concluem o 2º ano do ensino fundamental. O ano limite para alfabetização está previsto na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

O Programa

O programa Alfabetização Ambiental traz uma mudança de paradigma nas políticas públicas ao unir projetos de educação e meio ambiente. A meta é envolver, ao todo, cerca de 50 mil alunos do 2º ano do ensino fundamental da rede pública estadual, em 128 municípios e 71 Diretorias de Ensino, que ao concluírem o processo de alfabetização irão plantar uma muda nativa de sua região e escrever um novo capítulo na história de sua vida e da natureza.

Com apoio técnico do Instituto Botânico, da Fundação Florestal e do Projeto Nascentes, os alunos plantam árvores de diversas espécies, nos biomas corretos e aprendem mais sobre a função daquela árvore.

Áreas verdes

Desde o início de novembro, o programa já realizou o plantio de mais de 3,6 mil mudas em 18 municípios como Araraquara, Ibitinga, Itaberá e São Carlos.

Para esta semana de lançamento, estão programados plantios de mais 6,5 mil mudas em 35 municípios como Amparo, Cubatão, Diadema, Franca, José Bonifácio e São José dos Campos, Serra Negra.

Durante a primeira quinzena de dezembro, outras diretorias de ensino do Estado também irão realizar plantio nas escolas, em suas comunidades e até em terrários para marcar o ciclo de alfabetização dos alunos do 2º ano.

Bosques de Conservação Urbana

A Subprefeitura Sé é parceira do programa e trabalha para criar, em espaços urbanos, pequenas florestas heterogêneas com espécies arbóreas e herbáceas, nativas, endêmicas e atrativas para a fauna na região mais árida da Cidade.

A medida visa reflorestar espaços degradados com o objetivo de ampliar a permeabilidade, captar águas da chuva, reconstituir habitats naturais e recuperar ecossistemas.

Este é o segundo bosque de conservação na área central. O local recebeu  mudas das espécies cabeludinha, araçá amarelo, araçá roxo, açoita cavalo, jerivá, tápia, tamanqueiro, pata de vaca, pau viola, ingá banana, sangra d´água e cereja do Rio Grande. Também estão previstos dois jardins de chuva onde serão transplantados 20 jerivás de 3 metros de altura.

A Igreja Pentecostal Deus É Amor doou 475 metros lineares de gradil de ferro perfilado, tipo parque com acabamento galvanizado e pintura em esmalte sintético na cor verde que permitirá o fechamento total do bosque.

O acesso às áreas será inicialmente restrito e cercado por gradis no padrão dos parques municipais. As visitas aos bosques serão autorizadas (via agendamento) para fins científicos, pedagógicos e culturais.

O solo será sempre permeável, devendo receber descompactação, correção, adubação (composto orgânico municipal) e camada de proteção (mulching) feita a partir de restos de podas de árvores e outros resíduos vegetais, com a intenção de permitir o melhor desenvolvimento das mudas plantadas.

A manutenção e manejo dos Bosques serão de responsabilidade da Subprefeitura Sé.”

Fotos: André Nery e Luly Zonta, disponível em ambiente.sp.gov.br

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AMOSTRADOR DESCARTÁVEL DE SOLO (LINER) HIDROSUPRIMENTOS – NBR 16.434/2005

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AMOSTRAGEM DE ÁGUA SUBTERRÂNEA – MÉTODO VOLUME DETERMINADO (BAILER) – NBR 15.847/2010

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BEXIGA DESCARTÁVEL: Preços especiais de final de ano na HIDROSUPRIMENTOS

Bexiga Descartável para a Bomba de Bexiga HIDROSUPRIMENTOS, a melhor tecnologia para amostragem de água subterrânea a baixa vazão (low flow) conforme a Norma NBR 15.847/2010.

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PESQUISA: Simulador avalia produtividade de poços de petróleo no computador

Ferramenta computacional permite simular comportamento de fluidos em reservatórios subterrâneos de petróleo

Técnica computacional permite analisar jazidas de petróleo e avaliar sua viabilidade econômica sem necessidade de reproduzir em laboratório as altas temperaturas e pressões existentes nos reservatórios subterrâneos (Na foto, plataforma de petróleo em Angra dos Reis) – Foto: Glauco Umbelino via Wikimedia Commons / CC BY 2.0

“O trabalho conjunto de pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP e do Centro de Pesquisas Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), da Petrobras, deu origem a uma técnica computacional que auxiliará na avaliação da produtividade de poços de petróleo. A pesquisa do Laboratório de Espectroscopia de Alta Resolução por RMN (Lear) do IFSC utilizou conceitos de física computacional para simular o comportamento de fluidos presentes em reservatórios subterrâneos de petróleo (por exemplo, pré-sal), a partir de dados adquiridos por Ressonância Magnética Nuclear (RMN) e Microtomografia Tridimensional por Raios-X (microCT). O estudo resultou em uma ferramenta computacional que integra dados de RMN e microCT e permite analisar as jazidas de petróleo no computador, sem necessidade de reproduzir em laboratório as altas temperaturas e pressões do reservatório.

Professor Tito José Bonagamba: condições para medir características de rochas dos reservatórios subterrâneos de petróleo são severas, com grandes profundidades, temperaturas elevadas e altíssimos níveis de pressão – Foto: Divulgação IFSC

O projeto foi desenvolvido por Éverton Lucas de Oliveira, dentro do Programa de Doutorado Acadêmico-Industrial do IFSC, apoiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os reservatórios de petróleo, como os do pré-sal, são constituídos de rochas porosas, com poros e canais microscópicos. “As superfícies dos poros apresentam grande complexidade geo-físico-química, com as quais o petróleo, água do mar e gás liquefeito interagem, e que afetam drasticamente as medidas de RMN”, afirma o professor Tito José Bonagamba, que orientou a pesquisa de doutorado. “As condições para as medidas das características geo-físico-químicas das rochas em condição de reservatório são severas, com grandes profundidades, temperaturas de até 100 graus Celsius e pressões de 10.000 libras por polegada quadrada, muito superiores, por exemplo, à pressão do pneu de um carro, que é de 30 libras por polegada quadrada”.

O professor aponta que as principais técnicas empregadas na pesquisa foram a RMN, microCT e física computacional. “A RMN é uma das técnicas mais importantes para perfilagem de poços, sendo de fundamental importância para a estimativa da permeabilidade do reservatório”, aponta. “Por essa razão, a técnica vem sendo empregada e desenvolvida há décadas pelas grandes empresas prestadoras de serviços de petróleo. A RMN foi determinante, por exemplo, para avaliar a produtividade e viabilidade econômica dos reservatórios de petróleo do pré-sal, em seus primeiros momentos de prospecção”.

Éverton Lucas de Oliveira:  física computacional combina dados obtidos por meio de Ressonância Magnética Nuclear e imagens tridimensionais produzidas com microCT  para estimar produtividade de poços de petróleo – Foto: Divulgação IFSC

A microCT é uma técnica semelhante à tomografia por raios-X, empregada na medicina para a geração de imagens tridimensionais detalhadas do corpo humano. “No caso da microCT, as imagens tridimensionais obtidas, chamadas de Rochas Digitais, têm maior resolução, da ordem de micrometros, necessária para a observação dos poros e canais das rochas”, explica Oliveira. “As técnicas de física computacional permitem, além da determinação de vários parâmetros associados às rochas reservatório, tais como porosidade e conectividade entre os poros, simular experimentos de RMN dedicados a perfilagem de poço, com alto grau de complexidade”.

Ferramenta de simulação

De acordo com Oliveira, a ferramenta desenvolvida na pesquisa, diferentemente de outras encontradas na literatura, permite a simulação direta dos sinais obtidos pelas diversas técnicas de RMN empregadas no estudo de rochas reservatório. “Ela reproduz as informações de RMN associadas com a dinâmica das moléculas do fluido imerso nas rochas e fornece dados preciosos para a indústria do petróleo, em especial a relaxatividade superficial magnética, propriedade diretamente relacionada com a interação do fluido com a superfície dos poros e a permeabilidade das rochas reservatório”, destaca. “O método também permite a validação de novas técnicas avançadas de RMN que estão sendo propostas pelo LEAR e outros grupos de pesquisa”.

O desenvolvimento da ferramenta é o primeiro passo para, por meio de simulações em computador, analisar e aprimorar as técnicas empregadas e os dados produzidos em condições de reservatório, ressalta Oliveira. “Isso é importante porque a RMN é empregada durante o processo de perfilagem dos poços de petróleo”, relata, “feita com equipamentos complexos, em condições físicas que em geral são difíceis de serem reproduzidas em laboratório, como altas temperaturas e pressões do reservatório”.

A pesquisa é descrita na tese de doutorado defendida por Oliveira no IFSC em 2 de outubro. O estudo faz parte do programa de Doutorado Acadêmico Industrial do IFSC, criado em 2015, apoiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). “Os projetos devem ser exclusivamente dedicados ao desenvolvimento de temas associados à transformação da ciência e tecnologia, em parceria com empresas do setor industrial com fins lucrativos, conforme os conceitos apresentados pelo CNPq”, diz o professor Bonagamba. “Além disso, a proposta visa atender demandas industriais aliadas à formação e capacitação dos alunos de Pós-Graduação em Física do IFSC”.

O projeto foi desenvolvido em parceria com o Cenpes/Petrobras, através do Gerente Vinícius de França Machado (supervisor do aluno) e Willian Andrighetto Trevizan, que fez doutorado no Lear. O estudo contou adicionalmente com a colaboração de pesquisadores do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG), liderados pelo professor Ricardo Ivan Ferreira da Trindade, e da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, por meio do professor Carlos Alberto Fortulan.

No IFSC integraram a iniciativa o engenheiro Edson Luiz Géa Vidoto, e o técnico do Lear, Aparecido Donizeti Fernandes de Amorim. Atualmente, Oliveira participa do projeto de desenvolvimento de um equipamento de RMN simulador de ferramenta de perfilagem de poço e de sondas que permitam o estudo de rochas em condições de reservatório no ambiente de laboratório, além de realizar o aprimoramento do simulador computacional desenvolvido durante o doutorado.”

Mais informações: e-mail tito@ifsc.usp.br, com o professor Tito José Bonagamba

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QUEM VIU A HIDROSUPRIMENTOS NO JORNAL NACIONAL???

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ONÇA-PARDA É AVISTADA NO PARQUE ESTADUAL RESTINGA DE BERTIOGA-SP

26/11/2019

O segundo maior felino do Brasil foi fotografado pelo monitor ambiental Francisco Paulino

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“No dia 22 de novembro, a equipe de gestão do Parque Estadual Restinga de Bertioga agendou uma vistoria técnica conjunta com integrantes do setor de meio ambiente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (CODESP), para realização de estudos de viabilidade de roteiros de uso público previstos no Plano de Manejo da Unidade de Conservação, aprovado pela Resolução SMA n° 203, de 27 de dezembro de 2018.

Ao chegarem próximo à Usina Hidrelétrica de Itatinga, no interior do Parque, próximo ao limite junto do Núcleo Bertioga do PESM, a equipe, composta por sete pessoas, foi surpreendida pelo aparecimento de uma onça-parda (Puma concolor). O monitor ambiental Francisco Paulino registrou a rara presença do felino naquela região em horário diurno.

A onça-parda é o segundo maior felino do Brasil. Este animal ocorre em uma ampla variedade de hábitats, desde florestas até formações de savanas e aparece, eventualmente, em ambientes alterados como plantações e pastagens estando presente em todos os biomas brasileiros. Seu padrão de atividades é tipicamente noturno, apesar de eventualmente ser observada em atividade em diversas horas do dia, principalmente ao entardecer. O período de gestação dura de 82 a 98 dias, nascendo de um a seis filhotes.

PE Restinga de Bertioga

O Parque Estadual Restinga de Bertioga, com 9.312,32 ha fica integralmente no município de Bertioga, litoral norte do estado de São Paulo, tendo como objetivo a proteção da biodiversidade, dos recursos hídricos e do corredor biológico entre os ambientes marinho – costeiros, a restinga e a Serra do Mar.

Abriga áreas de manguezal, floresta ombrófila densa e 98% dos remanescentes de mata de restinga da Baixada Santista. Abriga também 53 espécies de bromélias – 1/3 das espécies de todo o estado – e 44 espécies ameaçadas de extinção. Apresenta grande diversidade de espécies da fauna, entre elas, espécies ameaçadas de extinção – nove espécies de aves, 14 de répteis e anfíbios e seis de mamíferos. Protege as sub-bacias do rio Itaguaré e Guaratuba, que apresentam boa disponibilidade hídrica e qualidade da água.

Há também um rico patrimônio cultural, com a presença de sambaquis, indicando ocupação por povos pescadores-coletores-caçadores, que podem remontar a 5 mil anos.”

Município: Bertioga
Avenida Henrique Costabile, 114 – Centro
Fone: (13) 3317-2094
E-mail: pe.restingabertioga@fflorestal.sp.gov.br

Fonte: ambiente.sp.gov.br

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NOSSA SAUDAÇÃO E HOMENAGEM A TODOS QUE ENFRENTAM OU ENFRENTARAM A LUTA PELA VIDA !!!

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