POÇOS DE MONITORAMENTO – CONSTRUÇÃO, LIMPEZA E SEGURANÇA (NBR 15.495-2)

A Hidrosuprimentos possui uma linha de produtos específica para a realização da limpeza e o desenvolvimento de poços de monitoramento. O procedimento de desenvolvimento é recomendado pela norma da ABNT NBR 15.495-2, durante o processo de construção dos poços de monitoramento.

O desenvolvimento é uma etapa fundamental no processo de instalação do poço de monitoramento, e quando realizado da maneira correta melhora a capacidade dos poços para gerar dados mais representativos, sem desvios químicos e hidráulicos. Portanto, um poço bem desenvolvido fornecerá informações com uma maior representatividade e consequentemente a amostra terá uma melhor qualidade.

Além de corrigir os danos causados durante a perfuração, restaurando as condições hidráulicas e hidrogeoquímicas do meio, o desenvolvimento do poço de monitoramento estabiliza os materiais da formação e o pré-filtro, arranjando os grãos de modo que a entrada de materiais de granulometria fina seja minimizada e não ocorra a sua sedimentação no fundo do poço.

Antes de finalizar a construção, desenvolva o seu poço de monitoramento utilizando os produtos da Hidrosuprimentos.

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TECNOLOGIAS PARA REMEDIAÇÃO DE ÁREAS CONTAMINADAS HIDROSUPRIMENTOS

O departamento de engenharia da HIDROSUPRIMENTOS está plenamente capacitado para atendê-los durante todo o processo de desenvolvimento dos Sistemas de Remediação. Com uma equipe multidisciplinar de colaboradores e pesquisadores, e em parceria com o cliente contratante, desenvolvemos o projeto com a tecnologia adequada para o Gerenciamento da Área Contaminada e acompanhamos tecnicamente a instalação e o comissionamento.

Temos sistemas de remediação já produzidos e instalados em centenas de áreas contaminadas pelo Brasil, dentre as áreas há inúmeros postos de combustíveis, sites industriais, aterros sanitários, distribuidoras de combustíveis e refinarias de petróleo.

Realizando seu projeto de remediação em parceria com a HIDROSUPRIMENTOS, você utilizará o que existe de mais moderno em equipamentos e terá segurança no resultado final de sua remediação ambiental e na consecução do Termo de Uso para o Fim Declarado.

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ATERRO MANTOVANI: TAC ASSINADO PARA O GERENCIAMENTO DA ÁREA CONTAMINADA E A REPARAÇÃO DO DANO AMBIENTAL

Recuperação da área do Aterro Mantovani ganha novo reforço

Gerenciamento de Área Contaminada (GAC)

“Cagigo Agro Indústria assinou Termo de Compromisso com o Ministério Público Estadual e a CETESB, passando a integrar o conjunto de 40 empresas que, desde 2001, se responsabilizam pelas providências necessárias para a recuperação da área dos aterros Mantovani e Cetrin, localizada no Sítio Pirapitingui, no Município de Santo Antônio da Posse, que entre os anos 70 e 80 foi usada como área de descarte de resíduos industriais.

O compromisso, firmado em 24 de abril, foi assinado por todas as partes de forma eletrônica por meio do Sistema e-Ambiente da CETESB, evitando assim a necessidade de assinaturas presenciais neste momento de controle da pandemia do novo Coronavírus.

Com o acordo, a empresa passa a contribuir para a implementação das providências previstas no Termo de Compromisso firmado entre o Ministério Público Estadual, a CETESB e as demais empresas que encaminharam resíduos aos aterros.

Desde a celebração do primeiro Termo de Compromisso são conduzidas pelas empresas ações de investigação e remediação por contenção das plumas de contaminação e controle institucional (restrição ao uso da água subterrânea). O desenvolvimento desses trabalhos até os dias atuais se apoia também nos 18 Termos de Aditamento ao Termo de Compromisso e resultou na caracterização dos limites das plumas de contaminação e sua efetiva contenção por meio da instalação de barreiras hidráulicas, impedindo a continuidade de propagação dos impactos ambientais associados às fontes de contaminação.

Tendo em vista o cenário atual da área, que indica ampla investigação e efetividade na contenção das plumas de contaminação existente, estabeleceram-se justificativas e elementos técnicos suficientes para a elaboração do 19º Termo de Aditamento ao Termo de Compromisso, contemplando principalmente a manutenção e otimização das ações de contenção da contaminação, além do melhoramento da rede de monitoramento da água subterrânea, com a instalação de novos poços em camadas de fluxo determinadas por investigação de alta resolução. Este novo aditamento está em fase final de apreciação entre as partes, com previsão de ratificação ainda em 2020.

Para o futuro próximo, vislumbra-se a assinatura de um novo acordo para a implantação do processo de reabilitação da área dos aterros, com a elaboração de um projeto executivo de remediação dos aterros Mantovani e Cetrin. O objetivo desta futura etapa é o encerramento do caso, com a obtenção do Termo de Reabilitação para o Uso Declarado.”

Fonte: cetesb.sp.gov.br

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TECNOLOGIAS PARA AMOSTRAGEM A BAIXA VAZÃO HIDROSUPRIMENTOS (NBR 15.847/2010)

A HIDROSUPRIMENTOS é uma empresa pioneira na produção de tecnologia nacional para amostragem de água subterrânea em poços de monitoramento ambiental, dispondo de uma completa linha de produtos que atendem todoos os métodos de purga definidos na Norma NBR 15.847/2010, com garantia e assistência técnica, para venda e locação.

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O RISCO A SAÚDE HUMANA E A IMPORTÂNCIA DA INTRUSÃO DE VAPORES

“O reconhecimento da relevância da via de exposição relacionada ao processo de migração de vapores subsuperficiais para ambientes fechados tem sido tema de debate entre as comunidades científicas e regulatórias há mais de duas décadas. Inicialmente, o foco das pesquisas estava limitado ao mapeamento da distribuição de contaminantes, da migração de radônio naturalmente presente nos solos e de gases provenientes de aterros sanitários para ambientes fechados (MCHUGH & NICKELS, 2008).

No início dos anos 90, o processo de intrusão de vapores em ambientes fechados atraiu o interesse das agências ambientais norte americanas durante a implementação dos conceitos definidos por meio das ações corretivas baseadas em risco a saúde humana (Risk Based Corrective Action) em áreas sob processo de reabilitação, a partir da publicação do modelo de Johnson e Ettinger (1991).”

Título do Trabalho: Intrusão de Vapores em Ambientes Fechados – Conceitos Básicos, Avaliação e Gerenciamento de Áreas Contaminadas no Brasil. Autor: José Carlos Rocha Gouvêa Júnior [et al]. São Paulo, 2016. 88p. Publicação: White Paper – NICOLE Brasil – Latin America Network for Soil and Water Management. Grupo de Trabalho: Intrusão de Vapores

Íntegra do texto:
http://nicolebrasil.com.br/wp-content/uploads/White-Paper_Intrusao-de-Vapor_Portugues.pdf

A HIDROSUPRIMENTOS tem uma completa gama de tecnologias para a atividade de intrusão de vapores do solo no Gerenciamento de Áreas Contaminadas (G.A.C.)

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Como inserir plantas que purificam o ar em sua casa

Flores que purificam o ar são uma alternativa barata e acessível de filtrar o ar de ambientes fechados

Por Marcia Sousa disponível em ciclovivo.com.br

“Atualmente está cada vez mais difícil encontrar um ambiente livre da fumaça, poeira e dos gases poluentes que estão presentes em nossas cidades, e dentro de nossas casas a realidade não é diferente.

Mesmo em residências fechadas e afastadas dos grandes centros urbanos é possível encontrar traços de poluição no ar, seja pela entrada de gases poluentes ou até mesmo pela presença humana e de objetos como plásticos e vestimentas.

De acordo com o especialista em ogricultura Orgânica Thiago Tadeu Campos, a presença da poluição pode causar doenças cardiorrespiratórias, além de aumentar crises alérgicas e irritações, portanto, é cada vez mais necessário encontrar alternativas viáveis para filtrar os gases tóxicos do ambiente, de modo a melhorar a qualidade do ar.

Flores que purificam o ar são uma alternativa barata e acessível de filtrar o ar de ambientes fechados por meio de trocas gasosas naturais.

Benefícios em longo prazo

Recomenda-se a presença de uma planta purificadora de ar a cada 10m², para que estas metabolizem de 30% a 90% dos poluentes presentes no ambiente. Sendo assim, ao elaborar um arranjo de flores purificadoras de ar para apartamento, por exemplo, será possível eliminar os principais gases nocivos além de decorar o ambiente sem grandes esforços.

A melhora na qualidade do ar é notada em pouquíssimo tempo e tem ação duradoura, fazendo com que o hábito de ter flores em casa se torne algo fundamentalmente agradável. Para quem possui crianças com problemas respiratórios em casa, a presença de flores que purificam o ar pode diminuir a quantidade de crises e garantir assim o bem-estar em longo prazo, com a diminuição da necessidade de remédios ou aparelhos respiratórios.

Conheça as principais flores que purificam o ar

Quanto maior for a diversidade de flores presentes, melhor será a qualidade do ar. Contudo, é importante ficar atento às plantas que soltam pólen em demasia ou que podem ser prejudiciais, caso ingeridas por cães ou gatos. Separamos uma lista com as principais flores que purificam o ar para você decorar sua casa e melhorar sua qualidade de vida.

Lírio da Paz

Peace Lily Flower (Spathiphyllum) in greenhouse

Elimina o tricloroetileno, benzeno, xileno, formaldeído e amoníaco. É ideal para espaços com pouca incidência de luz;

Gérbera

Red gerberas in white jug

Absorve a fumaça do cigarro, além do formaldeído e do tolueno;

Antúrio

Anthurium flower pink color

Filtra o amoníaco presente nos produtos de limpeza. Ideal para banheiros e cozinhas;

Crisântemo

Pink chrysanthemum in a clay rarity vase and books on a wooden table, light background. Copyspace.

Absorve o formaldeído do ar. Deve ser colocada próxima às janelas, de modo que receba grandes quantidades de luz solar;

Violeta Africana

Houseplants Potted African Violet

Planta de alta acessibilidade, ideal para banheiros. Filtra o amoníaco e demais compostos orgânicos voláteis;

Begônia

Colorful Japanese camellia

Presente em diversas tonalidades, a begônia possui alta resistência ao frio e é responsável por absorver benzeno e tolueno do ambiente;

Samambaia de Boston

giant boston fern hanging pot

Remove o mercúrio e o arsênio do ar e pode ser cultivada tanto em vasos como em jardineiras. Necessita de atenção com a poda, pois cresce de forma rápida e expansiva;

Azaleia

Azalea flowers

Responsável por filtrar formaldeído do solo. Possui maior afinidade com solo ácido.

Dê vida a sua casa e crie um ambiente confortável para toda família. 

A presença de flores e contato direto com a natureza é essencial para o bem-estar humano, principalmente para aqueles que vivem em grandes centros urbanos. Distribuir flores pela casa, além de ser uma atividade decorativa, auxilia na saúde mental e do corpo, ajudando a reduzir o estresse e a ansiedade. Pequenos vasos fazem toda a diferença em nosso dia a dia.”

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ESCRAVIDÃO NUNCA MAIS

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AMOSTRADOR DE SOLO (LINER) HIDROSUPRIMENTOS – NBR 16.434/2015

Os amostradores de solo (liners) da Hidrosuprimentos são destinados à coleta de amostras indeformadas de solo em sondagens realizadas através da técnica Direct Push de pequeno diâmetro, executadas com amostradores tubulares do tipo SONDEQ e Geoprobe®.

Os amostradores de solo (liners) HIDROSUPRIMENTOS são fabricados em PVC transparente,com diâmetro externo de 44 mm (macro core) e 28mm (large bore). Os comprimentos padrões são: 1158 mm, para o macro core e 610 mm, para olarge bore. Podem ser fornecidos em comprimentos personalizados, sob encomenda.

As tampas são fornecidas nas cores vermelho e preto para diferenciar topo e base do testemunho e facilitar o trabalho de campo e de posterior análise.

Os amostradores de solo (liners) HIDROSUPRIMENTOS são armazenados em caixas de papelão ondulado, embalados em plásticos para garantir sua integridade.

Colete amostras de solo com qualidade, aumentado a confiabilidade e a segurança na sua amostragem de solo. Utilizando o liner você terá:

• Uma melhor visualização da amostra coletada;
• Coleta de amostras indeformadas;
• Menor perda de voláteis;
• Melhor custo x benefício;
• Maior confiabilidade nas análises;

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VOLUME DETERMINADO – A AMOSTRAGEM DE ÁGUA SUBTERRÂNEA COM BAILER (NBR 15.847/2010)

Modo correto de operação do Bailer

Os amostradores descartáveis (bailer) da HIDROSUPRIMENTOS são destinados à coleta de amostras de água subterrânea em poços de monitoramento de diâmetro mínimo de até 25 mm (1 polegada).

Fabricados em Polietileno de alta qualidade, são adequados às características químicas dos líquidos a serem amostrados, desde água até os mais diversos tipos de contaminantes orgânicos em fase livre ou dissolvida.

A HIDROSUPRIMENTOS mantém rígido controle de qualidade na fabricação de seus amostradores, executando rigorosos testes para garantir a qualidade de sua amostragem.

Amostradores descartáveis continuam sendo a forma mais econômica, segura, prática e rápida para purgeamento e amostragem de água subterrânea em poços de monitoramento, e o uso correto do amostrador garante a qualidade e a integridade da amostra coletada.

Todos os amostradores descartáveis são fornecidos com 2 (dois) bicos diferentes para transferir o líquido para o frasco de amostragem: 1 (um) para voláteis e 1 (um) para não-voláteis.

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Erro na concessão da licença ambiental não exime de reparar lesão, diz STJ

“Erro na autorização ambiental para atividade comercial não é suficiente para afastar a responsabilidade de quem, no ato da atividade, comete dano ao meio ambiente. Com esse entendimento, a 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça manteve a condenação de uma empresa ao pagamento de R$ 300 mil a título de indenização.

Crime ambiental foi cometido para construção de posto de gasolin
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No caso, a empresa desmatou área de Mata Atlântica para construção de um posto de gasolina. E contava com licença ambiental para tanto, emitida pelo Ibama e Instituto Ambiental do Paraná. A sentença, no entanto, constatou que a concessão foi ilegal e, por isso, condenou a empresa — entendimento que foi mantido em segundo grau.

Em recurso especial, a empresa alegou que foi vítima do erro na concessão das licenças e que a condenação deveria ser, no máximo, solidária com os órgãos de licenciamento ambiental. 

Ao analisar o caso, a ministra Nancy Andrighi refutou a tese porque o dano ambiental é regido pela teoria do risco integral, segundo o qual o dever de indenizar se faz presente unicamente em face do dano, não importando se há ou não nexo causal entre a conduta e o dano. Trata-se do princípio do poluidor-pagador: é dele o dever de arcar com as despesas de prevenção, repressão e reparação da poluição.

“Mesmo que se considere que a instalação do posto de combustíveis somente tenha ocorrido em razão de erro na concessão da licença ambiental, é o exercício dessa atividade, de responsabilidade da recorrente, que gera o risco concretizado no dano ambiental, razão pela qual não há possibilidade de eximir-se da obrigação de reparar a lesão ambiental verificada”, concluiu a relatora, seguida por unanimidade.

Competência
O caso é uma ação civil pública proposta em 2000 e que circulou pelo STJ até chegar à 3ª Turma, para finalmente defini-la. Foi distribuído, a princípio, à 4ª Turma, que declinou da competência por ser licença ambiental matéria de Direito Público.

Na 1ª Seção, sem abrir conflito de competência, o caso foi devolvido porque havia decisão monocrática anterior do ministro Sidnei Beneti, à época julgando nas turmas de Direito Privado. Isso teria fixado a competência.

O julgamento foi concluído pela 3ª Turma em 28/4, em sessão por videoconferência na qual o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva trouxe voto-vista. “A rigor, deveríamos declinar da competência e devolver para a 1ª Seção. Mas é uma ação que tramita há 20 anos e, por isso mesmo, a ministra Nancy decidiu por bem, de uma vez por todas, julgar”, afirmou.

A relatora concordou, ressaltando que o processo já esteve na 1ª Seção e não foi aceito pelos colegas. “É uma questão que pode ser superada, considerando que é uma zona cinzenta e muito tênue que diferencia essa competência”, acrescentou.

“O fato é que o fundamento principal do recurso é a licitude ou não da licença ambiental”, ressaltou o ministro Marco Aurélio Bellizze. Assim, entende, ainda que a demora do caso seja prejudicial, deveria retornar aos colegiados que julgam Direito Público. “Se fosse traçar esse paralelo, toda ação que durasse 10, 15 anos teria o mesmo destino. Seria aproveitar a decisão, mesmo que estampando uma nulidade, um vício de competência”, explicou.

Presidente do colegiado, o ministro Moura Ribeiro deu fim à discussão ao concordar com a relatora em referência à “zona cinzenta” entre as competências das duas Seções. “É hora de pôr fim ao processo.” Todos aquiesceram.”

Clique aqui para ler o acórdão
REsp 1.612.887

Danilo Vital é correspondente da revista Consultor Jurídico em Brasília.

Fonte: Revista Consultor Jurídico, 7 de maio de 2020.

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