HIDROSUPRIMENTOS – TECNOLOGIA NACIONAL PARA O GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS

A HIDROSUPRIMENTOS é a ÚNICA empresa que colabora com o CONSULTOR AMBIENTAL da INVESTIGAÇÃO PRELIMINAR até o TERMO DE USO DECLARADO.

Dos DESCARTÁVEIS Às tecnologias de ponta para REMEDIAÇÃO AMBIENTAL. E tudo isso desde 1997.

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AMOSTRADOR DE SOLO (LINER)

Clique aqui e baixe em pdf a lamina desse produto

Os amostradores de solo (liners) da Hidrosuprimentos são destinados à coleta de amostras indeformadas de solo em sondagens realizadas através da técnica Direct Push de pequeno diâmetro, executadas com amostradores tubulares do tipo SONDEQ e Geoprobe®.

Os amostradores de solo (liners) Hidrosuprimentos são fabricados em PVC transparente,com diâmetro externo de 44 mm (macro core) e 28mm (large bore). Os comprimentos padrões são: 1158 mm, para o macro core e 610 mm, para o large bore. Podem ser fornecidos em comprimentos personalizados, sob encomenda.

As tampas são fornecidas nas cores vermelho e preto para diferenciar topo e base do testemunho e facilitar o trabalho de campo e de posterior análise.

Os amostradores de solo (liners) HIDROSUPRIMENTOS são armazenados em caixas de papelão ondulado, embalados em plásticos para garantir sua integridade.

Colete amostras de solo com qualidade, aumentado a confiabilidade e a segurança na sua amostragem de solo. Utilizando o liner você terá:

• Uma melhor visualização da amostra coletada;
• Coleta de amostras indeformadas;
• Menor perda de voláteis;
• Melhor custo x benefício;
• Maior confiabilidade nas análises;


ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

CÓDIGO DO PRODUTO:HSLINER – 44HSLINER – 28
DIÂMETRO:44 MM28 MM
COMPRIMENTO:1158 MM610 MM
MATERIAL:RESINA DE PVCRESINA DE PVC
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GOVERNO DE SP INVESTE R$ 1,5 BILHÃO PARA DESPOLUIR BACIA DO RIO PINHEIROS

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Foto: Instituto de Engenharia

Investimento da Sabesp prevê pacote de obras para devolver o rio limpo para a população até 2022

“O Governador João Doria e o presidente da Sabesp, Benedito Braga, apresentaram, nesta sexta-feira (16), um pacote de obras de R$ 1,5 bilhão com o objetivo de devolver o rio Pinheiros limpo para a população até 2022.

projeto Novo Rio Pinheiros, que é uma das prioridades do Governo do Estado de São Paulo, prevê intervenções nas áreas de todas as sub bacias dos grandes afluentes do Pinheiros, onde vivem cerca de 3,3 milhões de pessoas, incluindo ainda ações socioambientais para engajar a população na recuperação dos cursos d’água da região.

“Essa é uma quantia bastante expressiva para a contratação de obras para a despoluição do Pinheiros. Nosso compromisso é entregar o rio limpo até 2022, em condições adequadas, de acordo com os padrões internacionais, com ações que serão feitas também nas sub bacias. Não tenho medo de colocar esse prazo, tenho convicção de que vamos chegar a esse resultado”, comentou Doria.

As ações serão contratadas com base em performance, uma forma inovadora de contratação de serviços. A Sabesp define indicadores e metas a serem atingidas pelas empresas, com a remuneração variando de acordo com o cumprimento destes objetivos propostos. Ou seja, não haverá remuneração apenas pelas obras físicas, mas também uma variável pelo resultado final obtido. Para avaliar a performance, serão consideradas metas como o total de novos imóveis conectados à rede e a qualidade da água do córrego.

Para isso foi feito um completo mapeamento de toda a área com a localização das ligações de esgoto que precisam ser feitas. O mapeamento identificou cerca de 500 mil imóveis que deverão ter seu esgoto encaminhado à estação de tratamento, sendo que 73 mil destes precisam ser conectados às redes de coleta. Foram lançados 14 editais nas últimas semanas para a contratação das empresas interessadas na realização dessas obras.

“O empreendedor terá que colocar todas essas casas ligadas ao sistema e vamos monitorar esses trabalhos. Ele precisa atingir a meta, por resultado. Ou seja, o próprio empreiteiro vai estar interessado em realizar as obras com agilidade”, explicou Braga.

Áreas informais

Outra novidade no Novo Rio Pinheiros é a adoção de inovações em áreas de urbanização informal, onde o esgoto acaba lançado nos córregos porque a ocupação não deixou espaço para a instalação da infraestrutura de coleta dos esgotos. Nesses locais, a Sabesp estuda, entre outras possibilidades, implantar estações especiais que vão tratar o próprio curso-d’água que recebe o esgoto. O edital para a contratação dessas soluções diretamente nos córregos está previsto para ser lançado em setembro.

A proposta de trabalho também inclui ações socioambientais para engajar a população na recuperação dos cursos-d’água. Serão realizadas palestras com temas ligados à ecologia e mostras sobre o andamento e o legado das obras.

Entre as áreas que receberão investimentos maciços estão as bacias do Pirajuçara, Jaguaré, Cachoeira, Guido Caloi, Cordeiro e Água Espraiada, entre outras. Além de contribuir para a melhoria do rio, o Novo Rio Pinheiros vai beneficiar diretamente 3,3 milhões de pessoas que moram nas imediações (o equivalente à metade da população da cidade do Rio de Janeiro), com melhoria da qualidade de vida e do meio ambiente, e será um incentivo à economia paulista, com a criação de empregos e renda. Só nas obras da Sabesp do Novo Rio Pinheiros serão criados cerca de 3.700 empregos diretos e indiretos.

Limpeza e desassoreamento

O Novo Rio Pinheiros é uma ação realizada pela Sabesp e outros órgãos estaduais coordenados pela Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente. Paralelamente às ações de saneamento, a EMAE vem executando o desassoreamento e desaterro do rio. Os trabalhos iniciaram em junho e visam retirar 1,2 milhão de m³ de resíduos. Apenas no primeiro semestre foram retiradas 2,3 mil toneladas de lixo do rio. Com os ecobarcos, que começaram os testes há dois meses, a empresa já recolheu 200 toneladas de lixo flutuante.

Monitoramento

A Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) vai intensificar os pontos de monitoramento no rio Pinheiros e nos principais afluentes para verificar os sedimentos (carbono orgânico total, nitrogênio amoniacal e fósforo total) e a qualidade da água (oxigênio dissolvido, pH, temperatura, condutividade, DBO, fósforo, turbidez, sólidos totais e suspensos).

Outorga

Ao longo do processo, o Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica) emitirá outorgas para ampliação de sistemas de interceptores e emissários de esgotos para estações de tratamento, fundamental para a despoluição do rio Pinheiros. Caberá ao Departamento emitir também as outorgas necessárias para obras e serviços que impliquem em interferências no curso do rio, como a implantação de pontos de atracagem para barcos e implantação de novos sistemas de telemetria e vazões afluentes.

Engajamento

A despoluição requer também a participação efetiva da população, seja para se conectar à rede de esgoto já existente, seja para descartar adequadamente o lixo. Jogado na rua, o lixo vai parar nas galerias de drenagem da água da chuva e nos córregos, contribuindo para a poluição.

O Novo Pinheiros atua em conjunto com outros programas da Sabesp e do Governo de São Paulo para despoluir o rio e devolvê-lo limpo à população. Um deles é o programa Córrego Limpo, iniciado em 2007 em parceria com a Prefeitura de São Paulo para melhorar a qualidade da água dos mananciais, rios e córregos da capital. Através dele, já receberam intervenções 152 córregos. Além do meio ambiente, os benefícios chegam às pessoas que moram próximas dos cursos-d’água por meio de adequações no sistema de esgotamento sanitário, limpeza, manutenção e educação ambiental.

O Projeto Tietê, que também engloba o Pinheiros, foi iniciado em 1992 para a criação de infraestrutura para coleta, transporte e tratamento de esgotos. Desde o seu início, a mancha de poluição do rio Tietê diminuiu de 530 km para 122 km, uma redução de 77%. Os dados são auditados pela SOS Mata Atlântica. Com investimento de US$ 3 bilhões no projeto, mais de 10 milhões de paulistas passaram a ter coleta e tratamento de esgoto com estas obras, com a coleta passando de 70% para 87%, e o tratamento, de 24% para 70%.”

Fonte: ambiente.sp.gov.br

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SIMA E SABESP REALIZAM EVENTO SOBRE TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

I Ciclo de Tecnologias de Tratamento de Resíduos Sólidos discute geração de energia a partir de resíduos urbanos

“Na última terça-feira (13), cerca de 40 profissionais da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) e da SIMA (Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente) estiveram reunidos no auditório Tauzer Garcia Quinderé da Sabesp para participar do I Ciclo de Tecnologias de Tratamento de Resíduos Sólidos.

A reunião teve início com o pronunciamento do assessor técnico da SIMA, José Valverde Machado Filho que deu boas-vindas e saudou os participantes e palestrantes. Na sequência, a superintendente de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico, Inovação e Novos Negócios, Cristina Knörich Zuffo, falou da importância de iniciativas como essa para alavancar o conhecimento sobre tecnologias de tratamento de resíduos sólidos.

A primeira palestra foi ministrada pelo engenheiro Bruno Anici do Instituto Railton Faz que apresentou a geração de energia elétrica em uma Usina de Desintegração de Massa por meio do processamento de resíduos industriais e urbanos obtidos em aterros.

Em seguida, o engenheiro Sérgio Vidoto da Oxien do Brasil, falou das soluções que visam ao reaproveitamento energético de resíduos orgânicos e lodo de esgoto, utilizando o estado da arte em tecnologia de biodigestão. Vidoto apresentou como case a CS Bioenergia na ETE Belém da SANEPAR, em Curitiba (PR).

Ao término, os organizadores lembraram que já em setembro deverá ocorrer outra edição do Ciclo de Tecnologias de Tratamento de Resíduos Sólidos, dessa vez, enfocando tecnologias como gaseificação, produção de combustíveis derivados de resíduos e incineração.

O evento foi promovido pelo GT 5 do Comitê de Integração de Resíduos Sólidos – (CIRS) da SIMA e pela Superintendência de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico, Inovação e Novos Negócios – (TX) da Sabesp e teve como objetivo, a disseminação de conhecimento em tecnologias para tratamento de resíduos sólidos.

A iniciativa vai ao encontro dos estudos realizados pela Sabesp para ampliar sua área de atuação e começar também a administrar a destinação dada ao lixo. A ideia é que a empresa possa diminuir o impacto da disposição de resíduos nos aterros sanitários e, ao mesmo tempo, obtenha energia a partir do aproveitamento energético deste material. Essa energia poderá ser introduzida no sistema de distribuição de energia elétrica e comercializada.”

Fonte:
https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/2019/08/sima-e-sabesp-realizam-evento-sobre-tratamento-de-residuos-solidos/

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HS VAPOR WELL – INTRUSÃO DE VAPORES DO SOLO

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TECNOLOGIAS PARA REMEDIAÇÃO – A HIDROSUPRIMENTOS TEM O QUE SEU PROJETO PRECISA

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Nossos rios estão contaminados por antibióticos, e isso é um problema sério.

Antibióticos podem criar bactérias resistentes e romper o frágil equilíbrio ecológico de rios.

“A descoberta dos antibióticos no início do século XX causou uma verdadeira revolução na saúde. Os medicamentos “milagrosos”, como eram chamados na época, possibilitaram a cura de doenças até então fatais, como pneumonia, tuberculose e febre reumática. Milhões de vidas foram e ainda são salvas graças a eles.

O remédio “mocinho”, no entanto, também tem um lado “vilão”. Pesquisadores constataram que o uso excessivo de antibióticos afeta não somente a saúde humana, como também a natureza. Em contato com o meio ambiente, os antibióticos podem criar bactérias resistentes, romper o frágil equilíbrio ecológico de rios e até afetar processos biológicos.

Os efeitos negativos já podem ser vistos, inclusive, nos rios do Paraná, segundo Eliane Carvalho de Vasconcelos, pesquisadora e professora do programa de Mestrado e Doutorado em Gestão Ambiental da Universidade Positivo. “Possivelmente todos os rios do estado que recebem efluente de estações de tratamento, ou aqueles que recebem diretamente os dejetos, estão contaminados por antibióticos”, diz a professora, que também é doutora em Ciências – na área de concentração química analítica – pela Universidade de São Paulo (USP).

A Organização das Nações Unidas (ONU) alerta que “instalações para o tratamento de esgoto não conseguem remover todos os antibióticos e bactérias resistentes da água”. 

Rios do Paraná  

Nos últimos anos, Eliane tem feito pesquisas nos rios do Paraná envolvendo estudantes de graduação e mestrado. Em um dos estudos, feito no rio Passaúna, na Região Metropolitana de Curitiba, os alunos usaram cebolas orgânicas – geralmente utilizadas como bioindicadores ambientais – para verificar o potencial tóxico da água.

“Foi constatado que havia cafeína, o que indica a presença de substâncias farmacêuticas, como antibióticos e hormônios, uma vez que a cafeína é usada como marcador”, afirma. 

Na pesquisa não foi avaliada a quantidade exata de antibiótico no rio, mas, segundo Eliane, já foi possível verificar que a presença dessas substâncias na água afetou processos biológicos da cebola, como a divisão celular, essencial para o crescimento e a manutenção do organismo.

Crise global

A contaminação das águas por antibióticos é um problema mundial. Em maio deste ano, pesquisadores da Universidade de York, no Reino Unido, divulgaram um estudo alarmante sobre o tema, que acendeu o alerta de países, estados e organizações internacionais. Os pesquisadores analisaram 701 amostras de águas coletadas em 72 países e encontram antibióticos em 65% delas.

Uma das consequências desse fenômeno é a resistência aos antibióticos, que acontece quando determinada bactéria se modifica em resposta ao uso ou à exposição excessiva a esses medicamentos. A ONU já classificou a resistência a antibióticos como uma crise global e a meta da entidade, agora, é alcançar níveis de uso adequado de antibiótico em humanos e animais até 2050. 

No Brasil, a compra de antibióticos apenas com receita foi um grande avanço para frear o consumo do remédio no país, de acordo com Eliane, e, consequentemente, a presença do medicamento na natureza. Mesmo assim, o consumo ainda é alto por aqui. O brasileiro usa, em média, 22 mil doses de antibióticos todos os dias, o que coloca o país como o 19º maior consumidor do mundo, na frente dos países da Europa, Canadá e Japão, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Como 80% dos antibióticos são excretados sem ser metabolizados pelo organismo, segundo a ONU, boa parte vai para o esgoto e para a natureza. 

“Precisamos continuar reforçando a importância do uso consciente entre seres humanos e na agricultura, que também utiliza antibióticos. Além disso, é preciso continuar com campanhas sobre a importância do descarte correto”, diz a professora.

Descarte

A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná e a Prefeitura de Curitiba alertam que antibióticos e outros medicamentos precisam ser descartados em locais adequados, não em vasos sanitários, lixo comum, pias ou locais a céu aberto. Na capital, por exemplo, a coleta de remédios vencidos acontece periodicamente nas proximidades dos terminais de ônibus. Mais informações e o calendário podem ser consultados no site Coleta Lixo. Além disso, as farmácias da cidade também têm pontos específicos para depósito desse tipo de material. 

MESTRADO E DOUTORADO – Por meio da realização de pesquisa aplicada para a solução de problemas ambientais, o programa de Mestrado e Doutorado em Gestão Ambiental da Universidade Positivo visa complementar a formação de profissionais que querem contribuir para a utilização adequada dos recursos naturais do planeta. O curso, em seu 15° ano, tem nota 5 na Capes (Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior) e parcerias internacionais.”

Foto capa: Barragem do rio Passaúna | Sanepar/Divulgação Disponível em ciclovivo.com.br

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SIMA e CETESB participam de reunião da ABEMA

Encontro na capital mineira reuniu representantes de todos os estados do país

“O secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente Marcos Penido e a chefe de gabinete da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) Caroline Marques Leal Jorge Santos participaram da 90ª Reunião Ordinária da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema), realizada na quarta-feira, 7 de agosto, em Belo Horizonte.

As lideranças dos órgãos ambientais das 27 unidades federativas do país debateram temas como a lei geral de licenciamento ambiental, Instrução Normativa do Ibama nº 9/2019 sobre anuência prévia à supressão de vegetação do bioma Mata Atlântica e metodologia de participação no Conama.

“Nesse momento de reestruturação do Conama acentua-se a necessidade de fortalecimento e união dos estados a fim de garantir a preservação do meio ambiente”, disse Caroline Marques.

O projeto de lei geral de licenciamento ambiental, apontado pelas lideranças estaduais como importante para racionalizar o licenciamento em todo país, foi um dos temas abordados durante a reunião. Os pontos mais importantes da última revisão foram discutidos e a Abema deverá apresentar uma proposta consensual entre os estados.

Outro debate ocorreu acerca da instrução normativa do Ibama, que alterou os critérios e procedimentos para anuência prévia à supressão de vegetação primária e secundária, nos estágios médio e avançado de regeneração do bioma Mata Atlântica. O órgão que se mostrou aberto para discutir os pontos que os Estados entendem ser controversos. Uma reunião está agendada para a próxima semana na capital paulista para mais uma rodada de conversa.

“Esses temas são fundamentais para o desenvolvimento econômico do país e para termos regras claras a fim de garantir a sustentabilidade”, destacou Penido.

No encontro também foi exibida a anuência do Comando da Aeronáutica (Comaer) para os licenciamentos ambientais. No caso de São Paulo, a CETESB trabalhou com o Comaer para desburocratizar o licenciamento ambiental de empreendimentos em área de segurança dos aeroportos com aterros sanitários, frigoríficos, abatedouros, entre outras atividades.

A abertura da reunião contou com o governador de Minas Gerais Romeu Zema. A Abema reúne os órgãos estaduais de meio ambiente responsáveis pela implementação da política ambiental, pelo licenciamento ambiental, pela gestão florestal, da biodiversidade e dos recursos hídricos, que concentram boa parte das responsabilidades pelas políticas públicas de meio ambiente do Brasil.”

Disponível em cetesb.sp.gov.br Foto: Viviane Lacerda / Ascom Sisema

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MUNICIPALIZAÇÃO DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL É TEMA DE SEMINÁRIO

Evento realizado na sede da Secretaria teve o objetivo de orientar e capacitar os municípios para licenciamento

“Dar eficiência e agilidade ao licenciamento ambiental é um dos compromissos do governo do Estado de São Paulo. E a municipalização dessa ferramenta dá celeridade e simplifica a avaliação e a fiscalização de licenças, beneficiando diretamente a economia. Para avançar no tema, a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA) e a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB) promoveram o Seminário Municipalização do Licenciamento Ambiental, na quinta-feira, 8 de agosto, no auditório Augusto Ruschi, na capital.

O encontro reuniu cerca de 170 pessoas de 65 municípios interessados em debater o assunto. Também na pauta, informações sobre o curso “Municipalização do Licenciamento Ambiental – atribuições e responsabilidades” oferecido pela CETESB e sobre as experiências dos municípios que já licenciam.

“A municipalização é fundamental para a gestão do meio ambiente, com crescimento sustentável e garantia da boa qualidade de vida da população. É obrigação do Estado ser facilitador, dar condições para que os municípios assumam o licenciamento local, que será mais ágil e rápido”, destacou o secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente Marcos Penido na abertura do seminário.
Ao assumir a atribuição de licenciar os empreendimentos, os municípios precisam atender a alguns requisitos como, por exemplo, ter órgão ambiental capacitado, com técnicos habilitados para as funções administrativas de licenciamento e fiscalização ambiental e ter Conselho Municipal de Meio Ambiente (Condema).

De acordo com o diretor de Avaliação de Impacto Ambiental da CETESB Domenico Tremaroli o engajamento dos municípios é importante e resulta em melhora significativa da gestão ambiental. “Ao licenciar, os municípios passam a administrar os impactos locais e resolver os próprios problemas”.

Os municípios interessados em licenciar contam com o apoio da CETESB e da SIMA para atender as novas demandas. E a CETESB, dentro da sua atual política de Portas Abertas, está compromissada a receber as demandas e dificuldades apontadas pelos gestores municipais e indicar os caminhos técnicos existentes na solução dos problemas.

Municípios em ação
Os municípios que optaram pelo licenciamento relataram melhora na gestão ambiental. “A CETESB nos ajudou quando assumimos o licenciamento ambiental. Temos que implantar instrumentos se quisermos melhorar o atendimento às questões ambientais”, disse Rogério Menezes, secretário Municipal do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Campinas.
Cananeia, Caraguatatuba e Embu-Guaçu, por exemplo, falaram da dificuldade que encontram em seus municípios por ser de área de preservação ambiental. “Precisamos de um olhar diferenciado para nosso município. A desburocratização é essencial para evoluirmos economicamente”, reforçou o prefeito Gabriel Rosa, de Cananeia.

Municípios presentes: Apiaí, Araraquara, Arujá, Bertioga, Bofete, Botucatu, Brotas, Caçapava, Caieiras, Cajamar, Campinas, Cananeia, Caraguatatuba, Colina, Cosmópolis, Cubatão, Dracena, Embu das Artes, Embu-Guaçu, Flora Rica, Guarujá, Guarulhos, Hortolândia, Igaratá, Ipaussu, Itajobi, Itanhaém, Itapecerica da Serra, Itapevi, Itaquaquecetuba, Itatiba, Itu, Itupeva, Joanópolis, Juquiá, Louveira, Mairiporã, Mauá, Mendonça, Nhandeara, Olímpia, Paulínia, Piracaia, Piracicaba, Praia Grande, Redenção da Serra, Ribeira, Ribeirão Preto, Rosana, Salto, Santa Bárbara d’ Oeste, Santana de Parnaíba, Santos, São Bento do Sapucaí, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Paulo, São Pedro, São Vicente, Suzano, Taboão da Serra, Tatuí, Taubaté, Torrinha e Vargem Grande Paulista.”

Mais informações: www.cetesb.sp.gov.br


Representantes de municípios recebem orientações sobre licenciamento ambiental

Texto: Luciana Reis. Fotos: José Jorge

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HIDROSUPRIMENTOS – DESDE 1997 PRODUZINDO TECNOLOGIA NACIONAL

Caro amigo leitor, você sabia que a HIDROSUPRIMENTOS foi a pioneira em produção de tecnologia nacional para o Gerenciamento de Áreas Contaminadas, possibilitando aos profissionais de meio ambiente a aplicação de conhecimento aliado a tecnologia, quando antes somente se adquiria produtos de empresas estrangeiras, por importação?

E que a HIDROSUPRIMENTOS foi a primeira a produzir no Brasil em linha os seguintes equipamentos para Hidrogeologia e Eng. Ambiental:

– Medidor Elétrico de Nível D´Água Subterrânea (HSNA);

– Amostrador Descartável de Água Subterrânea (Bailer);

– Amostrador Descartável de Solo (Liner);

– Medidor de Interface Água/Óleo (HSIF);

– Bomba Automática para Remediação (HS AUTOREMED);

– Sistema de Amostragem a Baixa Vazão (HSBV)

E VEM MUITO MAIS COISA POR AÍ !!!

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