Pesquisadores do INSTITUTO FLORESTAL dão aulas práticas de hidrologia florestal para alunos da UNIFESP

 

Foto 2 - Cachoeira Cunha - alunos UNIFESP-Diadema_1

Alunos e Professores do Mestrado em Análise Ambiental Integrada da UNIFESP

20 alunos de pós-graduação participaram das atividades que aconteceram no Laboratório Walter Emmerich, em Cunha/SP

“Nos dias 12 e 14 de setembro, os pesquisadores científicos do Instituto Florestal (IF) Maurício Ranzini e Francisco Arcova ministraram palestras e aulas práticas de campo para alunos de pós-graduação da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).

As aulas aconteceram no Laboratório de Hidrologia Florestal Engº Agrº Walter Emmerich, no Parque Estadual da Serra do Mar – Núcleo Cunha. Na oportunidade foram apresentados os resultados de pesquisas em hidrologia florestal. O Laboratório conta com inúmeros estudos realizados e com publicações apresentadas tanto no Brasil como no exterior.

Participaram das atividades cerca de 20 alunos do curso “Interações Solos, Rochas, Águas e Contaminantes” do Programa de Pós-Graduação em “Análise Ambiental Integrada” sob responsabilidade dos docentes da UNIFESP Campus Diadema: Dra. Mirian Shinzato, Dra. Juliana Gardenalli, Dr. Cláudio Leite e Dra. Sheila Furquim.”

NOTA DO BLOG DA HIDROSUPRIMENTOS: O Diretor Técnico da HIDROSUPRIMENTOS, Eng° Fábio Rodrigues Minzon é Mestrando do Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas da UNIFESP, e participou desta aula prática de campo que durou 1 semana e aconteceu no Parque Estadual da Serra do Mar, Núcleo Cunha.

 

Fonte: iflorestal.sp.gov.br   Fotos: UNIFESP

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INSTITUTO GEOLÓGICO – 41 anos dedicados à gestão ambiental e ao desenvolvimento sustentável

 

ig

 

“O Instituto Geológico – IG comemorou 41 anos na última segunda-feira, 26 de setembro. Originário da “Comissão Geográphica e Geológica da Província de São Paulo (CGG)”, criada em 1886, a instituição, anteriormente conhecida como “Instituto Geográfico e Geológico”, passou a denominar-se Instituto Geológico por meio do Decreto Estadual nº 6.822, de 26/09/1975. E sua vinculação à SMA (antes, era subordinado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento) aconteceu há 29 anos, através do Decreto Estadual nº 26.942, de 01/04/1987.

A antiga CGG havia sido criada com o objetivo de planejar e executar estudos e pesquisas para subsidiar a ocupação do território paulista, representando, portanto, o IG, um dos esforços mais antigos da pesquisa científica no Estado de São Paulo. Atualmente, em resposta aos desafios da sociedade, o órgão fornece subsídios técnicos e científicos ao poder público e à toda a comunidade, visando ao uso racional, conservação e proteção dos recursos naturais, ordenamento territorial, a mitigação de problemas ambientais, a formulação e a implementação de políticas públicas voltadas ao meio ambiente e ao desenvolvimento sustentável. O IG é uma das instituições do país que possui espectro mais abrangente de atuação em geociências, com aplicação ampla e diversificada para diferentes finalidades.

O IG é também conhecido pela população em geral por causa de sua atuação em casos de escorregamentos, inundações, tempestades, raios e erosão do solo, e integra o Programa Estadual de Prevenção de Desastres Naturais e de Redução de Riscos Geológicos, desde a sua criação, em 2011.

A atuação da instituição se estende ainda pelas áreas de Geologia Geral, Paleontologia, Hidrogeologia, Geologia de Engenharia e Ambiental, Recursos Minerais, Geomorfologia, Dinâmica de Uso do Solo, Climatologia, Geoprocessamento e Monumentos Geológicos.

Em 2010, foi criado o Núcleo Curadoria do Acervo Histórico, que reúne os principais documentos e estudos geocientíficos realizados entre 1886 e 1975, com o objetivo de identificar, organizar, descrever, preservar e divulgar o acesso a esse material que norteou a ocupação do solo no Estado de São Paulo.

 

Mugeo

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Data também da época da Comissão Geográfica e Geológica parte do acervo do Museu Geológico Valdemar Lefèvre, o Mugeo, criado em 1967. O Mugeo oferece ao público, às escolas e às instituições educativas, oficinas monitoradas de sensibilização, desenvolvidas com base em uma coleção didática de rochas, minerais e fósseis, e em uma exposição de temas ligados às geociências e à questão ambiental. 

Interação

As oficinas consistem no manuseio dos materiais e procuram transmitir informações por meio dos canais sensoriais: visão, tato, olfato, audição e paladar. A partir daí, são desenvolvidos conceitos sobre: rochas e minerais e sua utilização na vida cotidiana; água (poluição/contaminação); lixo e depredação ambiental (recursos não-renováveis); fósseis e extinção, evolução e preservação; cadeia alimentar e a relação do ser humano com o meio ambiente.”

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Arquivo Mugeo

 

Serviço

Museu Geológico Valdemar Lefèvre (Mugeo)
Av. Francisco Matarazzo, 455, Perdizes. (Parque da Água Branca)
Telefone (11) 3872-6358.
Aberto de terça a domingo, das 9h às 17h.
Entrada gratuita, exceto para grupos monitorados

As oficinas são realizadas de terça a sábado, em quatro sessões, às 9h30, 10h30, 14h e 15h30, para turmas de até 35 alunos. Para agendar, os interessados devem entrar em contato com o Mugeo.

 

Fonte: ambiente.sp.gov.br

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PROGRAMA HS LEARNING DE APERFEIÇOAMENTO PARA PROFISSIONAIS DE MEIO AMBIENTE

 

Cursos Setembro 2016
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Os 10 melhores parques de São Paulo

 

Entre os critérios de avaliação estão: diversidade de atrações, acesso, segurança, manutenção, biodiversidade etc.

Os 10 melhores parques de São Paulo

Todos os locais são áreas públicas e possuem entrada gratuita ou com preços acessíveis. | Foto: iStock by Getty Images

“Após quatros anos e depois de conhecer mais de 140 áreas verdes no Brasil e no Mundo, o site Áreas Verdes das Cidades fez um ranking com os dez melhores parques de São Paulo. Todos os locais são áreas públicas e possuem entrada gratuita ou com preços acessíveis.

Pare escolher os melhores parques da capital paulista, a equipe do Áreas Verdes das Cidades usou sete critérios de classificação:

  1. Diversidade de atrações/infraestruturas – playgrounds, ciclovias/ciclofaixas, museus, bibliotecas, pistas para caminhadas/corridas, áreas de estar;
  2. Facilidades de acesso – ônibus, metrô, carro, estacionamento;
  3. Manutenção do local, inclusive limpeza dos sanitários (avaliados no dia da visita);
  4. Segurança no local;
  5. Opções de alimentação/bebida – bebedouros, lanchonetes, restaurantes;
  6. Diversidade da flora/fauna;
  7. Existência/promoção de atividades físicas e culturais no local.

Com todos esses itens analisados pessoalmente, a equipe ranqueou os melhores colocados em uma lista liderada pelo Parque Ibirapuera, um dos mais famosos da cidade. Veja abaixo quais foram os escolhidos:

1 – Parque Ibirapuera

2 – Jardim Botânico de São Paulo

3 – Parque Villa-Lobos

4 – Parque da Juventude

5 – Parque Água Branca

6 – Parque da Aclimação

7 – Parque Independência

8 – Parque Ecológico do Tietê

9 – Parque Ecológico do Guarapiranga

10 – Parque Alfredo Löfgren (Horto Florestal)

 

Fonte: ciclovivo.com.br

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HIDROSUPRIMENTOS. UMA COMPLETA LINHA DE EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS PARA AMOSTRAGEM, MONITORAMENTO E REMEDIAÇÃO AMBIENTAL.

 

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SEJA MUITO BEM VINDA PRIMAVERA !!!

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Dano não precisa ser irreversível para empresa pagar compensação ambiental

“A reparação financeira por danos ambientais não depende da comprovação de que a degradação é irreversível. A única hipótese para que este pagamento deixe de ser feito é se a o meio ambiente for imediatamente restaurado ao seu estado original.

Com esse entendimento, a 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça condenou uma construtora foi condenada a pagar indenização por danos ambientais decorrentes da construção de condomínio de luxo na praia do Santinho, em Florianópolis.

Além da indenização, a empresa terá de recuperar os 300 metros da área de restinga da localidade. Em primeira e segunda instância, o pedido de condenação feito pelo Ministério Público Federal havia sido rejeitado.

O ministro Herman Benjamin, relator, observou que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região decidiu de forma contrária aos precedentes do STJ, ao julgar pela impossibilidade de pagamento de indenização sem comprovação de danos irreversíveis, bem como ao considerar inviável o pagamento de indenização cumulado com a reparação do meio ambiente. Com a decisão, o processo retorna ao TRF-4 para que seja apurado o valor da indenização.

Ainda de acordo com o voto do relator, o fato de a empresa possuir todos os alvarás exigidos para a construção não impede o MPF de buscar reparação por eventuais danos ambientais. “A responsabilidade civil ambiental deve ser compreendida da forma mais ampla possível, de modo que a condenação a recuperar a área prejudicada não exclua o dever de indenizar – juízos retrospectivo e prospectivo”, argumentou o ministro.

O magistrado citou que são frequentes os casos de construções que, embora autorizadas por prefeituras e órgãos estaduais, o MP entende serem prejudiciais ao meio ambiente, o que justifica o ajuizamento de ações para buscar a reparação prevista em lei.

Especulação imobiliária
Herman Benjamin destacou o número de recursos provenientes de Santa Catarina devido à especulação imobiliária no litoral do estado, com frequentes casos de construções irregulares à beira-mar. Para o magistrado, a exploração da atividade econômica é legítima, mas é preciso respeitar os limites da natureza.

O ministro afirmou que, no caso da restinga, pouco mais de 0,5% da vegetação nativa ainda é remanescente, razão pela qual o Poder Judiciário deve ter zelo pelas questões que envolvem a modificação do ecossistema. No caso, a restinga tem função de fixar as dunas, além de estabilizar o mangue.

Herman Benjamin disse que os demais empreendimentos citados já firmaram Termos de Ajuste de Conduta (TACs) para recuperar o meio ambiente, com exceção do empreendimento da empresa em questão, que se concentrou na defesa das duas ações propostas pelo MPF.

O caso teve início em 2003, quando o MPF tentou barrar as obras de construção do condomínio. Em 2008, concluídas as obras, foi ajuizada uma nova ação civil pública pleiteando a preservação de uma área de 300 metros entre o mar e a construção. O MPF sustentou que toda a área de 300 metros deveria ser considerada como de preservação permanente, e não apenas os 73 metros previstos em norma anterior.

O pedido do MPF decorreu da Resolução 303/2002 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que delimita nas restingas o espaço de 300 metros como Área de Preservação Permanente (APP). A construtora questionou a legalidade da resolução, mas Herman Benjamin lembrou que há diversos precedentes no STJ pela legalidade do dispositivo. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.”

Fonte: Revista Consultor Jurídico, 19 de setembro de 2016, 18h03

 

 

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SISTEMAS DE REMEDIAÇÃO HIDROSUPRIMENTOS – TECNOLOGIA A SERVIÇO DO MEIO AMBIENTE

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Mais informações em: http://www.hidrosuprimentos.com.br/sistema_remediacao.php

 

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Campanha, projeto de lei e novo grupo defendem segurança hídrica

 

Imagem da campanha #VotePelaÁgua, que propõe que os eleitores escolham candidatos alinhados com a defesa da segurança hídrica
Campanha propõe que eleitores escolham candidatos alinhados com a defesa da segurança hídrica

 

“A mobilização pela preservação e recuperação dos rios e pela boa gestão dos recursos hídricos ganhou força esta semana. A Aliança pela Água iniciou, dia 12, a campanha nacional #VotePelaÁgua e tornou pública uma proposta de projeto de lei para que os municípios estejam preparados para garantir a segurança hídrica de seus habitantes e para orientar a sua ação diante de crises. Na última quarta (14), o grupo Vamos Limpar o Rio? se apresentou e lançou seu convite à participação.

A campanha #VotePelaÁgua quer inserir a água na pauta das próximas eleições, buscando que cada eleitor verifique o compromisso dos candidatos com uma agenda municipal ligada ao tema.

Apesar de ausente nas propagandas eleitorais, a água é sim da alçada municipal –na real, é de responsabilidade de todas as instâncias de governo. Em 2007, foi aprovada a Lei Nacional de Saneamento Básico que define que o saneamento é composto por quatro tipos de serviços públicos: abastecimento de água, esgotamento sanitário, drenagem e resíduos sólidos. A lei define que os municípios são os titulares desses serviços, que podem ser prestados diretamente ou por concessão para empresas estaduais ou privadas.

Com assinaturas de 186 organizações, entre elas o Greenpeace, a WWF, o SOS Mata Atlântica e Águas Claras do Rio Pinheiros, o manifesto da Aliança pela Água reitera a responsabilidade de prefeitos e vereadores em assegurar o acesso da população à água de boa qualidade.

O texto do manifesto também afirma que é de competência dos municípios “prevenir desastres e promover ações de interesse local como a captação de água de chuva, conservação, proteção e revitalização dos cursos d’água em seu território”. “As crises hídricas atuais são uma amostra do que nos espera no futuro, o que torna urgente o engajamento da sociedade e dos governos na construção de uma nova cultura de cuidado com a água”.

Stela Goldenstein, do Águas Claras do Pinheiros, uma das 60 associações que integram a Aliança pela Água, e que é signatária do manifesto, conta que a campanha se articula em dois planos. O primeiro é a proposta do voto baseado num programa municipal ligado à água e o segundo o compromisso dos candidatos com a defesa do projeto da Água.

Atuando para a recuperação da bacia e das águas do rio Pinheiros junto aos governos do Estado e prefeituras na definição, otimização e aceleração de ações, projetos e investimentos, Stela avalia que os governos de modo geral não sabem o que fazer para ter sucesso na recuperação de águas urbanas. Daí a importância da discussão sobre segurança hídrica e novos temas como a resiliência para as mudanças climáticas, aspectos que estão no texto do projeto.

O projeto de lei da Água propõe a criação de uma Política Municipal de Segurança Hídrica, que consiga integrar e alinhar ações de saneamento, proteção do meio ambiente, vigilância sanitária e prevenção de desastres naturais. Em seu artigo segundo, define segurança hídrica no âmbito do interesse municipal como “garantir à população o acesso a quantidades adequadas de água de qualidade aceitável”.

O projeto também estabelece que cada município deve fazer a cada dois anos um relatório da situação hídrica municipal, com indicadores de fácil acesso, adequados e relevantes ao território municipal com consistência analítica.

No item justificativas, o projeto defende: “Uma estratégia sustentável de cuidado com a água implica reconhecer tanto as situações de fragilidade hídrica ambiental no meio natural, quanto as situações de vulnerabilidade hídrica socioambiental, identificando os riscos e as opções para minimiza-los assim como as vulnerabilidades”.

Ao aderir, o candidato se compromete a protocolar o projeto de Lei na Câmara Municipal em até 90 dias contados a partir da posse no cargo, caso seja eleito.

O texto do projeto de lei reflete alguns dos principais problemas vividos durante a crise de abastecimento de São Paulo a partir de 2014. A Aliança, que congrega organizações e movimentos sociais nas áreas de meio ambiente, direitos do consumidor, direitos humanos, educação, ativismo e inovação, se formou em outubro de 2014 justamente para enfrentar a crise, denunciar a falta de transparência do governo de São Paulo nas medidas adotadas e cobrar a elaboração de planos mais consistentes e verificáveis pela população.

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VAMOS LIMPAR O RIO?

Divulgação
O movimento Vamos Limpar o Rio quer organizar ações de preservação dos rios urbanos
O movimento Vamos Limpar o Rio? quer organizar ações de preservação dos rios urbanos

 

O movimento Vamos Limpar o Rio? nasceu dentro da organização ArqFuturo, que promove seminários e discussões sobre o futuro das cidades. “Há muitas ONGs fazendo trabalhos importantes sobre a preservação dos rios, de variadas formas. Sentimos que havia uma lacuna na comunicação entre elas e com o público e achamos que podíamos contribuir para integrar iniciativas”, conta Tomas Alvim, um dos articuladores do movimento.

O movimento se propõe a atuar com o poder público, a sociedade e a iniciativa privada e chama a participação dos cidadãos: “Nenhuma política pública terá resultado se as pessoas não assumirem sua parte, atuando na transformação do território urbano, ocupando espaços públicos e usufruindo da presença da água e da natureza na cidade. A água é um bem protegido, valorizado e defendido. Limpar o rio significa investir na autoestima e na qualidade de vida de toda a população”.”

 

Fonte: folha de S. Paulo

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UM AGRADECIMENTO ESPECIAL A TODOS OS NOSSOS CLIENTES E PARCEIROS!!!

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