Presidente da CETESB ministra palestra no CREA-SP

“O presidente Carlos Roberto participou, na quinta-feira, dia 17, do Fórum Conjunto das Entidades de Classe e Instituições de Ensino do CREA-SP, onde falou sobre as ações da CETESB e a íntima relação da agência com a engenharia, e sua missão maior que é a ligação com a saúde da população, visto que o papel da Companhia é “cumprir políticas públicas e fazer cumprir a legislação ambiental, dentro da melhor tecnologia disponível”.

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Segundo o presidente, que durante a sua palestra destacou a importância do registro profissional nos conselhos de classe para a elaboração de perícias judiciais, no que foi aplaudido pelos presentes, a engenharia está totalmente presente e integrada nas atividades da Companhia, apoiando as ações de fiscalização e controle.
“A engenharia, dentro da Companhia, funciona como uma relação entre o médico e o paciente. Nos laboratórios fazemos as amostragens, com os resultados chegamos a um diagnóstico, que subsidiará nossos agentes nas ações de controle”, disse.

Ao final, Carlos Roberto recebeu um certificado de sua participação no Fórum das mãos do vice-presidente em exercício na presidência do CREA-SP, Edson Navarro, e revelou que a CETESB está discutindo um convênio com as entidades de classe dos engenheiros, para o aprimoramento profissional e capacitação nas questões de fiscalização no setor ambiental.”

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Fonte: cetesb.sp.gov.br

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CURSOS HS LEARNING EM OUTUBRO: SONDAGEM AMBIENTAL E AMOSTRAGEM DE ÁGUA SUBTERRÂNEA

Cursos HS Learning - Outubro 2017
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DIA DO COMBATE À POLUIÇÃO INDUSTRIAL

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DIA DO ADVOGADO

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ESTAÇÃO PARA AMOSTRAGEM A BAIXA VAZÃO HIDROSUPRIMENTOS

HIDROSUPRIMENTOS. Tecnologia a serviço do Meio Ambiente.

 

 

MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O PRODUTO EM : http://www.hidrosuprimentos.com.br/amostragem_baixa_vazao.php

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“NÃO IMPORTAM OS MOTIVOS DA GUERRA, A PAZ É AINDA MAIS IMPORTANTE.”

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DIA NACIONAL DA SAÚDE

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Gestão de áreas contaminadas é tema de MBA a distância na USP

 

Exemplo de área de brownfield – Foto: Wikimedia Commons

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“O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Estudos do Meio Ambiente (INCT-EMA), do Departamento de Engenharia Química da Escola Politécnica (Poli) da USP, está com as inscrições abertas para o curso MBA em Gestão de Áreas Contaminadas, Desenvolvimento Urbano Sustentável e Revitalização de Brownfields.

Os interessados podem se inscrever até 15 de agosto, neste site. Não é cobrada taxa de inscrição. As aulas começam em 29 de agosto. O curso é destinado a profissionais com formação superior (engenheiros, tecnólogos, gestores públicos), interessados na área ambiental e em aprofundar seus conhecimentos em questões relacionadas a áreas contaminadas e revitalização de brownfields (terrenos que pode estar contaminados por baixas concentrações de lixo tóxico ou poluição e que têm potencial para serem reutilizados, como antigos galpões comerciais e industriais).

O MBA será a distância, com avaliações presenciais a serem realizadas no campus Cidade Universitária, da USP em São Paulo, em dois momentos durante o ano. Haverá também duas aulas síncronas (por videoconferência) em cada disciplina, de acordo com calendário a ser disponibilizado futuramente aos alunos.

“Trata-se do único curso no Brasil nesses moldes a oferecer um certificado USP. Ele também já atende à Decisão de Diretoria 38/17 da Cetesb, que estabelece procedimentos para a proteção da qualidade do solo e das águas subterrâneas e diretrizes para gerenciamento de áreas contaminadas no âmbito do licenciamento ambiental, bem como a Resolução Conama 420/2009, de âmbito nacional”, destaca a pesquisadora do INCT-EMA Marilda Ramos Vianna.

“Estamos apresentando o estado da arte no tema, trazendo aos participantes o que há de mais atual nesse assunto”, completa. Além disso, por ser feito a distância, permite a participação de pessoas de lugares diversos e promove ainda a formação de uma rede ampla de profissionais que atuam nesse segmento.

Com tempo de duração de 360 horas de aula distribuídas ao longo de 18 meses e 60 horas de monografia ao longo de seis meses, o curso é composto de 20 disciplinas com videoaulas gravadas pelos docentes responsáveis, duas disciplinas on-line concomitantes, além de bibliografia recomendada e atividades como fóruns, chats e exercícios. Haverá provas presenciais na USP. A matrícula é R$ 1.160,00, mais 24 parcelas desse mesmo valor.”

Para mais informações, visite o site do MBA ou escreva para mbagac@larc.usp.br

Da Assessoria de imprensa da Poli

Disponível em jornal.usp.br00

 

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Biotecnologia: saiba como será o novo curso da USP

 

Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) abrigará o curso de Biotecnologia – Foto: Gabriel Almeida/EACH

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“Quem pretende estudar na USP em 2018, encontrará muitas novidades. Uma delas é o curso de Bacharelado em Biotecnologia. Ele será oferecido na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH), localizada no campus da USP na zona leste da cidade de São Paulo. Serão 60 vagas no período diurno, sendo 18 para os estudantes que participarem do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e 42 para o vestibular Fuvest, já para o ingresso em 2018.

Mas você sabe o que é biotecnologia e onde as pessoas que se formam nesse curso podem trabalhar? Para tirar essas e outras dúvidas, o Jornal da USP conversou com os relatores do grupo de trabalho para a criação do novo curso da USP e que também serão professores nessa graduação.

A biotecnologia está muito mais próxima do nosso cotidiano do que imaginamos. Desenvolvimento de medicamentos e peles artificiais, produção de biocombustível e de vacinas, controle de pragas agrícolas e plantas transgênicas são exemplos do uso da biotecnologia. Uma das definições sobre a área é a “aplicação de tecnologias que utilizem sistemas biológicos, organismos vivos, ou seus derivados, para fabricar ou modificar produtos ou processos para usos específicos”.

Bactérias e fungos são alguns desses organismos. Eles têm uma aplicação tão variada que inclui desde usos na indústria alimentícia à decomposição de resíduos. Buscar novos seres vivos e pesquisar em quais processos eles podem ser aplicados também fazem parte da biotecnologia. “No caso dos fungos, das espécies existentes, apenas 5% foram estudadas. Há um campo muito amplo a ser pesquisado no uso dos organismos”, destaca o professor Diego Falceta Gonçalves.

Essa multiplicidade de áreas movimenta um gigantesco mercado mundial, representado principalmente pela indústria farmacêutica. “A produção e venda de antibióticos, por exemplo, gira em torno de 55 bilhões de dólares por ano. Países como os Estados Unidos e a Alemanha possuem grandes incentivos para a biotecnologia”, conta a professora Viviane Abreu Nunes Cerqueira Dantas.

Ela explica que o mercado brasileiro de biotecnologia industrial já é reconhecido no mundo todo, principalmente na produção de biocombustível, mas há potencial de exploração em diversos setores, inclusive relacionados à sustentabilidade. “A biotecnologia ajuda a preservar a biodiversidade, com intervenções mínimas no meio ambiente. Cada vez mais, tem se exigido que o desenvolvimento econômico seja acompanhado de uma exploração sustentável para a produção de energia, alimento etc. É a chamada bioeconomia. Por isso a importância de formação de recursos humanos nessa área”, disse Viviane.

Os maiores polos de indústrias na área de biotecnologia estão nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, de acordo com o professor Felipe Chambergo. “Além de trabalhar em grandes indústrias, existe a opção do empreendedorismo, ou seja, a criação de empresas próprias. Como a biotecnologia está muito relacionada à inovação, suas descobertas possuem grande valor de mercado.”

Biotecnologia pode ser aplicada na agroindústria –  Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

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O biotecnologista

O profissional formado no curso de Biotecnologia é chamado de biotecnologista ou bacharel em biotecnologia. No portal do Ministério da Educação (MEC), há o registro de 50 cursos de graduação, em grau de bacharelado, em Biotecnologia no País. “Há um grande espaço de atuação para os egressos do curso porque o Brasil tem poucas pessoas formadas na área e grandes empresas instaladas aqui precisando desses profissionais”, lembra Gonçalves.

Esse será o primeiro curso especificamente de Biotecnologia da USP, mas a Universidade possui duas pós-graduações na área: Biotecnologia Industrial, na Escola de Engenharia de Lorena (EEL), e Biotecnologia, no Instituto de Ciências Biomédicas (ICB).

De acordo com o professor Tiago Francoy, o perfil do aluno que se formará pela USP será de um profissional multidisciplinar com característica inovadora e transformadora. “Vamos preparar o estudante, principalmente, para o mercado, para o desenvolvimento de tecnologias e inovação necessárias para a indústria. Entretanto, sua formação também possibilitará que ele siga a carreira acadêmica.”

Ele ressalta que o curso permitirá ao estudante atuar em qualquer área, mas haverá um enfoque maior para a saúde e a agroindústria.

Alguns campos de atuação para o estudante são a produção de reagentes para laboratório na área de biomedicina e biotecnologia; desenvolvimento de drogas, fármacos, vacinas, anticorpos etc., na área da saúde; controle de qualidade de alimentos, animais e micro-organismos transgênicos para a indústria de alimentos; projetos para qualidade do ambiente, no tratamento biológico de resíduos e em biorremediação em instituições públicas ou privadas.

Infraestrutura da EACH será utilizada para o novo curso – Foto: Gabriel Almeida/EACH

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A grade de disciplinas do curso foi dividida por cinco eixos temáticos:

  • Técnico-científico: resolução de problemas, tratamento e análise de dados, introdução à biotecnologia, matemática, química, introdução à computação; físico-química, química analítica, ciências da natureza, estatística e química orgânica.
  • Meio ambiente: evolução biológica, biodiversidade, sociedade, meio ambiente e cidadania, geologia geral, métodos físicos para detecção da biodiversidade, bioprospecção, formação de solos e reciclagem de nutrientes, ecologia, química ambiental, modelagem ambiental e geoprocessamento, biorremediação.
  • Biomedicina: bioquímica, fisiologia humana, genética, engenharia genética e biologia molecular, farmacologia, microbiologia, imunologia e parasitologia.
  • Humanidades: arte e literatura contemporâneas; sociedade, multiculturalismo e direitos; ética em pesquisa e desenvolvimento; psicologia e educação; gestão; e empreendedorismo e negócios.
  • Tecnologia: mineração de dados, bioinformática, biotecnologia industrial, engenharia bioquímica, projetos aplicados à biodiversidade e produção agrícola, projetos aplicados à saúde.”

 

Fonte: jornal.usp.br

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AMOSTRAGEM – BOMBA PERISTÁLTICA ATHENA

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