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FELIZ DIA DOS PAIS !!!

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HS SUBSLAB – MONITORAMENTO DA INTRUSÃO DE VAPORES EM SOLO EDIFICADO

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CUIABÁ INOVA UNINDO BEM ESTAR DA POPULAÇÃO E SUSTENTABILIDADE

 

Será feito um chamamento público para que as empresas interessadas em participar do projeto ‘Adote um abrigo’ possam se manifestar.


Por G1 MT, disponível em g1.globo.com

Pontos de ônibus usarão estrutura de conteinêires (Foto: Prefeitura de Cuiabá/ Divulgação)

Pontos de ônibus usarão estrutura de conteinêires (Foto: Prefeitura de Cuiabá/ Divulgação)

“Um projeto prevê a construção de 82 pontos de ônibus, usando a estrutura de contêineres, em Cuiabá, por meio de parceria com empresas privadas. De acordo com a prefeitura da capital, será feito um chamamento público para que as empresas interessadas possam se manifestar e custear o projeto.

O primeiro já está sendo construído na Avenida do CPA. Os outros serão instalados em diferentes regiões da cidade, onde o fluxo de passageiros varia em uma média de 5 a 10 mil pessoas por dia.

Em troca da construção, segundo a prefeitura, as empresas poderão usar o espaço para publicidade.

Os contêineres usados para o transporte de cargas serão reaproveitados. Eles devem passar por um processo de restauração, com a garantia de pelo menos mais 15 anos de vida útil.

Abrigos serão construídos por meio de parcerias com empresas (Foto: Prefeitura de Cuiabá/Divulgação)Abrigos serão construídos por meio de parcerias com empresas (Foto: Prefeitura de Cuiabá/Divulgação)

Abrigos serão construídos por meio de parcerias com empresas (Foto: Prefeitura de Cuiabá/Divulgação)

A diferente alternativa encontrada para garantir maior comodidade ao cidadão é fruto de um trabalho integrado entre a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) e a Secretária Extraordinária dos 300 Anos.

Os pontos usarão placas solares para a iluminação e terão pontos de USB para recarga de celulares, além de uma biblioteca com livros.

As estruturas também terão jardins suspensos, que serão cobertos por plantas ornamentais.

Com essa dinâmica, empresas conquistam o direito legal de explorar o espaço com o uso de publicidade, à medida que também assumem a responsabilidade de zelar pelo lugar, com as devidas manutenções necessárias.

Com o prazo mínimo de cinco anos para exploração, é possível que esse período seja prolongado conforme a legalidade dos trâmites institucionais.”

 

Fonte:

 

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AMOSTRADORES DESCARTÁVEIS DE ÁGUA (BAILER) E SOLO (LINER) – HIDROSUPRIMENTOS

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MEDIDA PROVISÓRIA do saneamento traz inovações para fomentar investimentos no setor

“No dia 9, foi publicada a Medida Provisória 844/2018, que atualiza o marco legal do saneamento básico após mais de 10 anos de vigência da Lei 11.445/07, cujo objetivo é tentar aumentar os investimentos em busca da universalização dos serviços no setor com o maior déficit de atendimento e maiores desafios de expansão, estabilidade regulatória e segurança jurídica no setor de infraestrutura.

Cerca de 83% da população brasileira dispõem de abastecimento de água, 57% têm acesso ao serviço de coleta de esgoto, e apenas 50% do esgoto gerado é tratado (SNIS, 2018), sem mencionar a proliferação de lixões nos grandes centros urbanos, realidade brasileira que afeta tanto a qualidade de vida da população como a proteção ao meio ambiente e a competitividade da indústria nacional, que tem que conviver com a baixa produtividade do trabalhador em razão de doenças e o alto custo com o tratamento de água para uso industrial.

De acordo com a CNI, caso sejam mantidos os níveis recentes de investimento, a universalização dos serviços só seria atingida após 2050, com mais de 20 anos de atraso da meta estabelecida no Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab). Em outras palavras, para alcançar o patamar médio de investimentos necessários para atingir a meta, os investimentos teriam de crescer cerca de 60%.

Nesse contexto, a MP trouxe duas importantes inovações no sentido de fomentar os investimentos no setor. A primeira, ao modificar a Lei 9.984/2000, atribuiu à Agência Nacional de Águas (ANA) a competência para editar normas de referência nacionais para a regulação da prestação dos serviços públicos de saneamento por seus titulares e suas entidades reguladoras e fiscalizadoras responsáveis. A segunda, ao alterar a Lei 11.445/2007, trouxe a hipótese de chamamento público e estabeleceu o fim da dispensa de licitação para a contratação das companhias estaduais com a finalidade de se buscar igualdade para os setores público e privado competirem pela prestação mais eficiente dos serviços e pela menor tarifa a ser cobrada dos usuários.

Em relação à regulação, a MP determina que caberá à ANA estabelecer os padrões de qualidade e eficiência na prestação dos serviços de saneamento básico, o que inclui a regulação tarifária e a padronização dos instrumentos negociais de prestação dos serviços, os quais deverão contemplar metas de qualidade, eficiência e ampliação da cobertura dos serviços, além de especificar a matriz de riscos e os mecanismos de manutenção do equilíbrio econômico-financeiro das atividades. Para garantir a aplicação das normas da ANA (enforcement), o acesso aos recursos públicos federais ou à contratação de financiamentos com recursos da União ou com recursos geridos ou operados por órgãos ou entidades da administração pública federal, quando destinados aos serviços de saneamento básico, será condicionado ao cumprimento das normas de referência nacionais estabelecidas pela ANA, que passará a ter um maior protagonismo no setor.

A iniciativa do governo federal para fortalecer a ANA pode ser considerada um avanço à medida em que a regulação constitui fator primordial de indução ao investimento, vital para a expansão sustentável dos serviços, num setor no qual a pulverização dos titulares, na figura dos municípios, ensejou uma pulverização de órgãos reguladores destituídos, em sua maioria, de capacitação técnica. Diretrizes regulatórias federais claras e efetivas não rompem o pacto federativo e são fundamentais para aumentar a segurança jurídica no setor e nivelar a qualidade da regulação, que permanecerá com seus titulares. Além disso, é importante que a ANA exerça um papel técnico de coordenação a fim de superar as disputas locais e suas complexidades tarifárias para uma regulação isenta, técnica e distante de influências políticas. A ANA terá um enorme desafio institucional para se estruturar e enfrentar os interesses políticos locais num país com dimensões continentais.

A segunda grande inovação, talvez a mais polêmica, é o artigo que obrigará os municípios a realizarem consulta pública na ocasião da renovação dos contratos com as companhias estaduais de saneamento. A leitura de parte do setor é que a mudança privilegiaria municípios que têm operação superavitária, deixando apenas cidades com operações menos lucrativas nas mãos das companhias estaduais, quebrando a lógica do chamado subsídio cruzado. Por outro lado, o setor privado sustenta que cerca de 72% dos municípios em que há participação privada são compostos de até 50 mil habitantes, os quais praticam tarifas em média 11 centavos acima das tarifas observadas nas companhias estaduais, e o setor privado, ainda com 6% no mercado e atendimento de 9% da população, mas que já responde por 20% dos investimentos realizados em municípios de diferentes tamanhos, poderá contribuir para ampliar os investimentos no setor.

Não obstante o debate que seguramente acompanhará a tramitação da MP no Congresso Nacional, é fato que a lógica econômica utilizada na modelagem do setor, com prestação dos serviços regionais para ganhos de escala e subsídios cruzados (tanto geográficos quanto sociais), deve ser melhor analisado. É preciso que haja o reconhecimento da prestação dos serviços de saneamento básico não somente como um serviço de alto impacto social, mas também como um mercado dentro de uma lógica econômica, que precisa ter a eficiência e a atratividade como premissas relevantes para a prestação de serviços de qualidade. Nesse sentido, a criação de clusters regionais pode ser uma boa alternativa para a sustentabilidade econômica do setor e uma atuação conjunta entre o público e o privado.

Transformar a realidade do saneamento básico requer esforço conjunto e coordenado entre atores públicos e privados, com a clareza de que a prestação de um serviço eficiente, adequado e universal, deve ocupar o centro dos debates no setor de saneamento básico. É preciso, portanto, maximizar o investimento e melhorar a qualidade de vida das pessoas. Não há solução para o saneamento que não envolva a coordenação entre recursos públicos e privados.

Por fim, vale destacar que a MP produz efeitos imediatos, com exceção à hipótese de chamamento público, cujos efeitos foram expressamente fixados após três anos da data de sua publicação, mas, para conversão em lei, a MP depende de aprovação do Congresso Nacional, o que certamente acompanhará de intensos debates nas próximas semanas.”

Autores:

Rodrigo de Pinho Bertoccelli é sócio do Felsberg Advogados, responsável pelo departamento de Infraestrutura e PPP.

Fabricio Soler é sócio do Felsberg Advogados, responsável pelo departamento de Ambiente e Sustentabilidade.

Fonte: Revista Consultor Jurídico, 22 de julho de 2018, 6h32

 

 

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Reflexão para o final de semana, caros colegas ambientalistas.

 

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e texto

 

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Adesão ao consumo consciente cresce entre brasileiros, diz pesquisa

 

Práticas sustentáveis foram incorporadas por 38% dos entrevistados em 2018, ante 32% em 2012

De São Paulo, Mara Gama

“Uma vida saudável está no topo da lista de desejos do consumidor brasileiro.

Acesso à água limpa, consumir alimentos frescos e nutritivos, ter tempo livre para passar com quem gosta, reduzir o lixo e o impacto com a geração de energia também fazem parte de um ranking de preferências, que aponta para um estilo sustentável.

Convivendo com essa tendência, persiste o desejo pelo carro próprio.

O quadro foi capturado pela pesquisa Panorama do Consumo Consciente no Brasil, que o Instituto Akatu apresentou em São Paulo nesta quarta-feira (25).

Foram entrevistadas 1.090 pessoas com mais de 16 anos, de todas as classes sociais e de 12 capitais ou regiões metropolitanas, entre 9 de março e 2 de abril deste ano.

Para chegar ao ranking de dez preferências do consumidor, foram apresentadas várias opções de comportamentos e os entrevistados escolhiam alguns como desejáveis e outros como não desejáveis.

O desejo consumista que aparece com mais destaque é o de ter carro próprio, predominante nas classes C, D e E (renda média de R$ 708.19 a R$ 2.965,69).

 

A pesquisa também identifica crescimento do número de pessoas que já incorporam mais de cinco práticas sustentáveis no seu dia a dia, os chamados iniciantes em consumo sustentável: em 2012, eram 32% dos entrevistados, e, agora, são 38%.

O grau de consciência divide os perfis em quatro tipos: indiferente, iniciante, engajado e consciente.

No total, 13 comportamentos servem de base.

Considera-se indiferente o consumidor que pratica de zero a quatro, iniciante o que pratica de cinco a sete, engajado, de oito a dez, e conscientes, de 11 a 13.

O maior nível de consciência tem viés de idade, qualificação social e educacional: 24% dos mais conscientes têm mais de 65 anos, 52% são das classes A e B (renda entre R$ 5,4 mil e R$ 23,3 mil) e 40% têm ensino superior.

“A pesquisa mostra que há desejo de ser mais sustentável, mas que ele não se realiza a contento”, diz Helio Mattar, diretor-presidente do Akatu.

Escolhe ir a pé/bicicleta em vez de carro/moto é um comportamentos de consumo consciente – Diego Padgurschi/Folhapress

“Cabe às empresas diminuir as barreiras, e entre os iniciantes está a grande oportunidade de recrutamento para ampliar as práticas do consumo consciente”, afirma.

Também são apontados na pesquisa barreiras e gatilhos para o consumo de produtos sustentáveis.

Entre as barreiras estão: esforço, espaço, privação de prazeres e desconfiança.

Esforço é barreira para 60% dos entrevistados e o maior de todos os esforços é o preço, para 25%.

“A ideia de que ser sustentável é mais caro decorre da fama antiga dos alimentos orgânicos”, diz Mattar.

“Embora hoje a oferta seja maior, e os preços, mais baixos, persiste esse mito, que se espalha para as outras práticas”, afirma.

Há vários comportamentos mais sustentáveis que vão na direção da economia de recursos, avalia. Mattar cita como exemplo o uso de celulares recondicionados.

“O tempo médio de reposição de um celular no Brasil é de um ano e um mês. São gastos 45 kg de matéria-prima, energia, processos, transporte, num objeto que é aposentado logo. A alternativa sustentável é não cair no canto da sereia das novas funcionalidades e manter o aparelho antigo”, diz.

“Os recondicionados usam componentes já existentes e podem ser comprados por preços bem menores. A questão é que o consumidor não tem essa informação e a mídia não divulga isso”, afirma.

Entre os gatilhos positivos para o consumo sustentável, valem mais para o consumidor as vantagens emocionais.

A pesquisa indica que entre as oito principais causas que mais incentivam a compra de um produto de determinada marca, cinco estão ligadas a atitudes da empresa: combater o trabalho infantil; tratar funcionários sem discriminação; incluir pessoas com deficiência; contribuir para o bem-estar da comunidade; e oferecer boas condições de trabalho.

Para Mattar, a informação de que os gatilhos emocionais estão à frente é valiosa para as empresas: caberia a elas capturar e ativar o desejo de sustentabilidade de seus consumidores.

“As empresas que fabricam produtos sustentáveis falam com uma minoria ainda. A maior parte é de indiferentes ou iniciantes. Quem quiser ampliar mercado tem de ter boas práticas empresariais e divulgá-las consistentemente”, afirma.

“Uma mudança importante em relação à pesquisa anterior que fizemos é que, em 2012, só 12% dos entrevistados diziam que avaliavam as informações sobre produtos de acordo com a fonte das notícias. Hoje, 31% acreditam dependendo de onde leem as informações.”

“Em tempos de fake news, de crise de credibilidade, a fonte da informação é tão relevante quanto a empresa que divulga suas ações”, afirma Mattar.

A pesquisa foi patrocinada por ONU Meio Ambiente, Coca-Cola Brasil, Grupo Boticário, Natura, Cargill e Unilever.”

 

Disponível em folha.uol.com.br

 

 

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HS OZONE SPARGING – MAIS UM PROJETO ENTREGUE PELA HIDROSUPRIMENTOS

A HIDROSUPRIMENTOS, por seu Departamento de Engenharia e todos os seus colaboradores, acaba de finalizar a entrega de mais um Sistema de Remediação HS OZONE SPARGING, que atua na remediação de áreas contaminadas pela oxidação dos contaminantes no solo e na água subterrânea, através da injeção de Ozônio (O3).

 

Mais informações em contato@hidrosuprimentos.com.br ou PABX 11 4363 1333.

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UFMG cria espuma que absorve agrotóxico da água e dos alimentos

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Estudo. Material foi desenvolvido pela pesquisadora Marys Braga

“O plástico é um dos materiais que pertence à família dos polímeros e, provavelmente, o mais popular. O seu uso, no entanto, vem sendo questionado em relação aos malefícios gerados ao meio ambiente. Mas, após estudar alternativas sustentáveis para esse material, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) conseguiram desenvolver uma espuma de poliuretano capaz de detectar e absorver herbicidas da água e dos alimentos.

O material foi produzido pelos próprios pesquisadores, usando como matéria-prima resíduos da indústria petroquímica (catalisador de petróleo) e componentes naturais, como o óleo de mamona, conforme explica a engenheira química e pesquisadora pós-doutoranda da UFMG Marys Lene Braga.

Essa composição inédita deu origem a um material com “grupos químicos que facilitam essa interação com o pesticida”, ou seja, com propriedades para que a espuma identifique apenas agrotóxicos.

Em seguida, foram feitos testes com quatro pesticidas mais frequentes (organoclorados, clorobenzeno, atrazina e trifluralin). Exames complementares também foram aplicados para investigar se a espuma não extraía também os nutrientes dos alimentos, e ambos os resultados foram satisfatórios. Ou seja, a espuma conseguiu retirar os agrotóxicos dos alimentos sem comprometer suas propriedades nutricionais. “A eficiência é em torno de 70% da espuma com resíduo, e com o resíduo puro chega a 95% de remoção do pesticida”, explica Marys.

Em outra etapa, foi analisada a capacidade de recuperação da espuma, de acordo com o professor do laboratório de engenharia de polímeros e compósitos (Lepcom/UFMG), Rodrigo Oréfice. “Fizemos a imersão dela em meio aquoso (água com ácido e o pH mais baixo) e conseguimos extrair o contaminante e recuperar a espuma para nova utilização. Dessa forma, o contaminante fica contido, podendo gerar outros produtos ou ser destinado mais corretamente”, explica Oréfice. A espuma resistiu a cinco ciclos de reutilização sem chegar a saturar.

Flash

Reconhecimento. As pesquisas já duram dois anos, e o trabalho foi publicado no “Journal of Hazardous Materials” em março deste ano.

A pesquisadora da UFMG tem a patente do produto publicada desde julho de 2017. Os pesquisadores esperam que o estudo abra portas de contato com o setor produtivo e empresas.

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Minientrevista

Marys Lene Almeida

Engenheira química

UFMG

De que forma a espuma minimiza impactos no meio ambiente?

Primeiro, conseguimos retirar pesticidas de sistema aquoso, assim como de alimentos. Hoje, por exemplo, a água para consumo humano é tratada com carvão vegetal, cujo custo é muito maior do que o custo da espuma. Ou seja, ela apresentou uma aplicabilidade técnica, econômica e ambiental, em larga escala, extremamente viável.

Como a espuma poderia se tornar comercial?

A ideia é que a espuma faça parte de embalagens usadas no supermercado. Ou que a partir dela possa desenvolver um filme polimérico para que, quando este envolver a fruta, esse filme consiga detectar e remover o pesticida. Mas esses estudos ainda têm muito o que avançar. Por exemplo, se pegar um alface e colocá-lo na água com a espuma, o pesticida da alface não vai passar para água. Ainda é preciso desenvolver um método para isso.”

 

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