AMOSTRAGEM DA INTRUSÃO DE VAPORES DO SOLO NO GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS

A HIDROSUPRIMENTOS tem uma completa linha de tecnologias e acessórios nacionais para a amostragem da intrusão de vapores do solo na atividade de Gerenciamento de Áreas Contaminadas.

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SEMANA DA ÁGUA NO BRASIL COMEÇA HOJE COM DEBATES SOBRE DESENVOLVIMENTO E SANEAMENTO

“O governador do Estado de São Paulo, João Doria, o secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente, Marcos Penido, e o presidente da Sabesp, Benedito Braga, participaram nesta segunda-feira (26/10) da abertura da Semana da Água no Brasil (Brazil Water Week), o mais importante evento internacional sobre água realizado no Brasil.

“Gostaria de reafirmar o compromisso do Governo de São Paulo com os temas ambientais, entre eles o cuidado com a água, com o saneamento e com o abastecimento de qualidade, além da preservação ambiental. O Governo de São Paulo possui a terceira maior empresa de saneamento do mundo, a Sabesp, fazendo com que o Estado de São Paulo seja a região com os melhores índices de abastecimento de água do país. Por isso, acredito que teremos bons temas para discussão durante o evento Brazil Water Week”, disse o governador João Doria, durante a cerimônia de abertura.

Também estiveram presentes ao evento online Loïc Fauchon, presidente do Conselho Mundial da Água; Dhesigen Naidoo, CEO da Water Research Commission; Christianne Dias Ferreira, diretora da ANA (Agência Nacional de Águas); e Alceu Guérios Bittencourt, presidente nacional da ABES (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental).

“No governo João Doria, a questão da infraestrutura e do meio ambiente foi colocada de uma maneira conjunta e não de forma antagônica. As ações da infraestrutura do governo para a despoluição do Rio Pinheiros até 2022 são um exemplo de como a somatória de esforços e dedicação podem fazer a diferença”, afirmou o secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Marcos Penido.

No Brasil, quase 34 milhões de pessoas não possuem acesso à água potável, e perto de 100 milhões, à rede de coleta de esgotos. Preocupada com esse cenário, a Sabesp é uma das patrocinadoras da Semana da Água no Brasil e entende que os debates promovidos são importantes para alertar governantes, empresas e sociedade civil para a importância do desenvolvimento sustentável através do saneamento, com foco no ODS 6 (Objetivo de Desenvolvimento Sustentável, da ONU): Água Potável e Saneamento. O evento também promove interação entre especialistas de países da Europa, América, África e Ásia e permite troca de experiências e conhecimento de novas tecnologias.

“É importante destacar que esse debate sobre o saneamento não pode ser realizado em separado da boa gestão dos espaços urbanos. O saneamento, que envolve o abastecimento de água, a coleta e o tratamento de esgotos, a destinação final dos resíduos sólidos e a drenagem urbana, precisa ser pensado de forma integrada e articulada com as políticas de habitação, transporte e o estímulo às atividades econômicas”, afirmou Benedito Braga.

A Sabesp tem compromisso com a universalização dos serviços de coleta e tratamento de esgoto e é responsável por cerca de 30% do investimento feito no setor em todo o Brasil. Os investimentos públicos e privados em infraestrutura, saneamento entre eles, têm um papel fundamental na indução do crescimento econômico. A Sabesp vem dando sua contribuição: mantém o nível de seus investimentos anuais acima dos R$ 4,0 bilhões.

Atualmente o índice de pessoas com abastecimento de água é próximo de 100% nos municípios atendidos pela Sabesp, sendo que a cobertura da coleta de esgoto é de 91%, e o tratamento de esgoto, 78%. Investimentos feitos pela Companhia em programas estruturantes foram responsáveis por esse resultado, entre os quais o Projeto Tietê, que já levou coleta e tratamento de esgoto a mais de 11 milhões de pessoas na Região Metropolitana de São Paulo; o Onda Limpa, maior programa de saneamento do litoral brasileiro que beneficia mais de 4,5 milhões de pessoas na Baixada Santista e no Litoral Norte; e o Programa Novo Rio Pinheiros, que vai ampliar o saneamento a cerca de 533 mil famílias de São Paulo, Taboão da Serra e Embu das Artes. Todas essas ações, além de garantirem mais saúde para a população, contribuem diretamente para a preservação do meio ambiente, como a melhoria da qualidade das águas dos rios Tietê e Pinheiros (e seus afluentes) e também das praias.

Em um país de desigualdades sociais como o Brasil, ações como os programas Água Legal e Se Liga na Rede, da Sabesp, são essenciais para garantir a famílias de baixa renda água tratada e acesso à rede de coleta de esgoto. Pelo Água Legal, desde 2016 a Companhia já regularizou 130 mil ligações, garantindo água de qualidade para 455 mil pessoas. Já o Se Liga na Rede conecta imóveis à rede de esgoto sem nenhum custo para o cidadão: desde 2011, início do programa, mais de 100 mil pessoas foram beneficiadas com mais de 29 mil novas conexões de esgoto.

Inscrições e programação

Os eventos da Brazil Water Week são todos realizados em plataforma digital e organizados pela ABES (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental). A programação acontece de 26 a 30 de outubro, das 9h às 18h30 (inscrições podem ser feitas aqui: https://www.brazilwaterweek.com.br/inscricoes). Além desse calendário oficial, ocorrem sessões especiais gratuitas que tiveram início no dia 20/10 e se estendem até o dia 30/10, com transmissão no canal do YouTube da ABES (inscrições em https://www.brazilwaterweek.com.br/sessoes-especiais).

Ao longo da semana, profissionais da Sabesp compõem outros painéis da Semana da Água no Brasil para falar de assuntos regulatórios do setor, parcerias público-privadas e outras modalidades de contrato, redução de perdas de água, iOT, saneamento em áreas irregulares e a importância do engajamento da população na preservação dos recursos naturais por meio do saneamento.”

Fonte: ambiente.sp.gov.br

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Artigo discute mudanças ambientais e seus impactos na saúde humana

Texto publicado na revista “Estudos Avançados” discute o tema a partir da análise crítica da concepção teórica do termo “saúde planetária”.

Editorias: CiênciasCiências Ambientais – URL Curta: jornal.usp.br/?p=355522

Por Margareth Artur – Portal de Revistas USP

Saúde planetária é um campo emergente da ciência que associa os impactos das mudanças dos ecossistemas naturais à saúde humana – Foto: Pete Linforth via Pixabay

“No artigo “Saúde e sustentabilidade”, publicado na edição 99, v. 34, da revista Estudos Avançados, José Eli da Veiga, professor do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, investiga a relação proposta, mas nem sempre respeitada entre saúde, ser humano e os “ecossistemas naturais”, elaborando uma análise crítica a respeito da mais recente concepção teórica sobre “saúde planetária”.

Por “saúde planetária” entende-se um campo emergente de pesquisa que busca compreender, quantificar e agir para reverter os efeitos do crescimento da população humana e da aceleração das atividades socioeconômicas sobre o ambiente que, ao gerar perturbações dos ecossistemas naturais, impactam a saúde e o bem-estar humanos.

Imagem: Colin Behrens via  Pixabay

No artigo, há um novo enfoque para o tema “meio ambiente e desenvolvimento”, “uma dimensão que parece não ter merecido a devida atenção: o protagonismo das ciências biomédicas nessa evolução”, preocupação precursora do microbiologista francês René Dubos, autor do “esquecido relatório” Only One Earth, já na década de 1940. O relatório foi inspiração para a realização da Conferência de Estocolmo (1972), seguida pela Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Rio-92 ou Eco-92.

Imagem: Colin Behrens via  Pixabay

Veiga explica que Saúde Pública “costuma ser definida como o conjunto de medidas executadas pelo Estado para garantir o bem-estar físico, mental e social da população”. A Organização Mundial da Saúde (OMS), em 1990, por sua vez, declarou a Saúde Ambiental como um novo campo da Saúde Pública, em 1990, enfatizando a análise e limitações dos fatores ambientais influenciadores na saúde humana, sem se levar em conta os setores social e cultural. Também é citada no artigo a posição da chamada One Health, uma iniciativa da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a OMS, a Unicef e o Banco Mundial, visando ao estímulo da relação de interdependência entre seres humanos, animais e meio ambiente, “com o propósito de compreender a dinâmica das doenças”.

Veiga analisa algumas concepções atuais incongruentes sobre “saúde planetária”, termo inicialmente definido pelo relatório Salvaguardar a saúde humana no Antropoceno, de 2015, como o alcance do padrão máximo de saúde, bem-estar e equidade, que vai depender da política, do sistema social e econômico de cada país. Nesse sentido,  Veiga concorda com o significado costumeiro de “desenvolvimento sustentável”, mas aponta que o relatório não mostra uma verdade: “é a prosperidade (ou o ‘florescimento’) que tem comprometido a saúde dos ecossistemas (ou da biosfera)”. Para o autor, falar em Saúde Planetária é não esquecer que não sabemos como será o futuro do planeta, apesar dos avanços da engenharia genética e da Inteligência Artificial, que “estão na lista das muitas ameaças à persistência dos humanos”.

Segundo o pesquisador, se para as ameaças de perigos como guerra nuclear, redução da camada de ozônio, aquecimento global e a erosão da biodiversidade foram ativadas muitas soluções, em relação ao desenvolvimento sustentável nada foi aventado com real determinação. O autor finaliza dizendo que o termo Saúde Global é mais adequado à situação atual do mundo do que Saúde Planetária: “será bom explicitar que o marqueteiro slogan ‘Saúde Planetária’ se refere ao que seria – em termos científicos – a saúde da biosfera”, quando o que se quer é mesmo um desenvolvimento sustentável, conclui.”

Artigo
VEIGA, J. E. da. “Saúde e sustentabilidade”. Estudos Avançados, São Paulo, v. 34, n. 99, p. 303-310, 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/s0103-4014.2020.3499.018.  Acesso em: 11 ago. 2020.

Contato
José Eli da Veiga – Professor sênior do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo. E-mail zeeli@usp.br


Revistas da USP
A seção Revistas da USP é uma parceria entre o Jornal da USP e a Agência USP de Gestão da Informação Acadêmica (Águia) que apresenta artigos de autores de diversas instituições publicados nos periódicos do Portal de Revistas USP.

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LIXO RADIOATIVO É TRATADO COM CASCA DE ARROZ E DE CAFÉ

Materiais abundantes e de baixo custo, cascas são capazes de absorver rejeitos dos elementos radioativos amerício e urânio


Por Júlio Bernardes. Arte: Beatriz Abdalla/Jornal da USP.

“Cascas de arroz e de café, dois materiais abundantes e de baixo custo, foram testadas com sucesso no tratamento de rejeitos radioativos em pesquisa do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), instituição associada à USP. Os melhores resultados foram obtidos com a casca de café não processada, que absorveu rejeitos de urânio e amerício, duas substâncias radioativas cuja remoção é feita atualmente por meio de técnicas que apresentam custos elevados de aplicação. O objetivo é que, no futuro, a técnica seja capaz de reduzir volumes significativos de rejeito líquido a pequenas massas de rejeito sólido, facilitando seu acondicionamento final.

Os resultados do trabalho são descritos em artigo publicado na revista científica Environmental Science and Pollution Research. “Os rejeitos usados na pesquisa são provenientes de pesquisas realizadas no próprio Ipen, e armazenados no depósito da Gerência de Rejeitos Radioativos (GRR) do instituto”, relata ao Jornal da USP o pesquisador Leandro Goulart de Araújo, que participou do trabalho. “No entanto, rejeitos similares são gerados em diversas atividades nucleares no mundo, principalmente as relacionadas ao uso de combustível nuclear em reatores de potência ou de pesquisa, com presença dos elementos radioativos amerício, césio e urânio.”

Leandro Goulart de Araujo - Foto: ResearchGate

Leandro Goulart de Araújo: cascas com e sem tratamento foram testadas na absorção de rejeitos – Foto: ResearchGate

As cascas de arroz e café foram obtidas junto às empresas Arroz Vale do Sul e Grupo Sara Lee. “São produtos de fácil obtenção e de baixo custo. Todas as biomassas foram lavadas, secas em estufa, esterilizadas e trituradas”, descreve Araujo. “Uma parte foi utilizada sem nenhum preparo e outra foi submetida a tratamento químico, com uso de ácido, base e processos subsequentes de filtração, lavagem e aquecimento a 60 graus Celsius.” A técnica adotada nos experimentos foi a biossorção, que utiliza biomassas para absorver contaminantes.

Reduzindo rejeitos

O pesquisador ressalta que os resultados dos testes em laboratório foram interessantes para rejeitos de urânio e amerício para todas as variações de biomassas utilizadas, não processadas e processadas quimicamente. “Todas transformaram um grande volume de rejeitos em uma pequena quantidade de biomassa, e a mais eficiente foi a casca de café não processada”, afirma. “Para o césio, as biomassas não foram eficientes, provavelmente em razão da acidez do rejeito radioativo e sua baixa concentração, quando comparada aos outros elementos.”


Adoção em larga escala da técnica dependerá de novos experimentos, com uma quantidade de rejeitos mais próxima da existente em situações reais, como em reatores de potência (para geração de energia) e pesquisa – Foto: Wikimedia Commons

A maior vantagem da técnica de biossorção é o baixo custo e a possibilidade de usar um resíduo para tratar outro, diz Araújo. “Já existem técnicas bastante eficientes para o tratamento de rejeitos contaminados por esses elementos, mas elas são custosas e adotam materiais de difícil obtenção”, observa. A adoção em larga escala do método dependerá de novos experimentos, com uma quantidade de rejeitos mais próxima da existente em situações reais.+ Mais

Para adequado acondicionamento da biomassa após tratamento é necessário imobilizá-la em uma matriz sólida. “Geralmente se usa o cimento portland para tal”, afirma o pesquisador. “Os resultados preliminares mostram que a biomassa pode ser imobilizada via cimentação, apresentando resultados dentro das normas estabelecidas pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). Espera-se que no futuro a técnica possa ser aplicada para reduzir grandes volumes de rejeitos líquidos a reduzidas massas sólidas, simplificando seu acondicionamento final.”

O estudo foi realizado pelos pesquisadores em gestão de resíduos radioativos do Ipen, com a participação do professor Júlio Takehiro Marumo e Rafael Vicente de Padua Ferreira, que defendeu tese de doutorado sobre o tema no Ipen (cuja pós-graduação é oferecida em parceria com a USP), e Leandro Goulart de Araújo. Também colaboraram Rafael Luan Sehn Canevesi e o professor Edson Antonio da Silva, da Universidade Oeste do Paraná. A pesquisa é descrita no artigo The use of rice and coffee husks for biosorption of U (total), 241Am, and 137Cs in radioactive liquid organic waste, publicado na revista científicaEnvironmental Science and Pollution Research no último dia 20 de junho.”

FONTE: jornal.usp.br

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SISTEMAS DE REMEDIAÇÃO – TECNOLOGIA NACIONAL

A HIDROSUPRIMENTOS, fundada saudoso pelo Geólogo e Professor João Alberto Bottura, é empresa pioneira no desenvolvimento de tecnologia nacional para aplicação em Gerenciamento de Áreas Contaminadas, atuando desde 1997 no mercado ambiental brasileiro, contribuindo sobremaneira para o aprimoramento das tecnologias para remediação de solos e águas subterrâneas contaminadas, bem como para o desenvolvimento dos profissionais que atuam na área ambiental.

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REVISÃO DO PLANO ESTADUAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS É APRESENTADO AO CONSEMA

Fonte: ambiente.sp.gov.br

Plano Estadual de Resíduos Sólidos

O texto colocado em consulta e audiência pública e as respectivas contribuições da sociedade civil foram apreciadas pelo colegiado que poderá fazer sugestões até o próximo dia 28

“A Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, por meio da Coordenadoria de Planejamento Ambiental e do Comitê de Integração de Resíduos Sólidos (SIMA/CPLA/CIRS), apresentou ao Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema) a revisão do Plano Estadual de Resíduos Sólidos, durante a 393º Reunião Ordinária, realizada por videoconferência, na quarta-feira, 21 de outubro.

“O Plano organiza a normatização, a ação e a eficácia da nossa política. O caráter intersetorial, a parceria com os demais atores e a simplicidade são grandes destaques deste documento, que tem 48 metas, claras e exequíveis. E vale lembrar que o importante de um plano é se ele avança na busca de seus objetivos”, destacou o subsecretário Eduardo Trani.

A versão revisada do Plano Estadual de Resíduos Sólidos incorpora temas como lixo no mar, economia circular, áreas contaminadas, consorciamento de municípios e Sistema de Gerenciamento Online de Resíduos Sólidos (Sigor), entre outros. A revisão alinha as novas diretrizes ao Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), Agenda 2030, da ONU, e também ao Plano Plurianual – PPA 2020.

O objetivo dessa atualização é permitir ao Estado programar e executar atividades capazes de transformar o cenário atual em uma condição viável.

O documento foi construído com base nos debates dos seis Grupos de Trabalho do CIRS, que se debruçaram sobre 16 temas, orientados pela premissa de não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento e disposição final dos resíduos.

Com a revisão, o plano teve seu horizonte estendido até 2035, dividido em três camadas de metas, de curto prazo (2025), médio prazo (2030) e longo prazo (2035). Sua estrutura seguiu seis eixos: papel do estado, incorporação de novos temas, consideradas as diferentes responsabilidades, regionalização com foco nos arranjos intermunicipais, promover mudanças na gestão e gerenciamento dos resíduos e nova abordagem na elaboração dos cenários.

Estruturado em 4 grandes capítulos: Panorama (diagnóstico da situação dos diferentes tipos de resíduos sólidos), Regionalização (dinâmicas territoriais para a gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos), Cenários (estabelecer futuros desejados para subsidiar estratégias) e Metas (atender aos objetivos, quantificáveis e mensuráveis).

De acordo com o coordenador da CPLA Gil Scatena, da maneira como está construído, o plano permite ao governo do estado continuar como agente no processo de negociação da implementação dos atores responsáveis. “E passa a ter um caráter estratégico e ao mesmo tempo operacional”.
A primeira versão do documento foi publicada em 2014.

Construção conjunta
A atualização do plano contou com contribuições e a participação direta dos técnicos das Subsecretarias de Infraestrutura e de Meio Ambiente, Cetesb, Daee, Sabesp, Emae, Secretarias estaduais de Agricultura e Abastecimento, Saúde, de Governo, Desenvolvimento Regional e Logística e Transporte. Foram 10 oficinas temáticas, somando 38 autores e 60 participantes.

O Plano Estadual de Resíduos Sólidos também foi submetido a consulta pública de 29 de agosto a 6 de outubro e recebeu 272 contribuições e contou com a participação de 57 entidades.

“Esse resultado mostra a relevância do processo de consulta pública. É uma linha de diálogo fundamental para o aperfeiçoamento contínuo da política pública e a apresentação hoje ao Consema coroa com êxito todo o processo de interação com a sociedade civil”, ressaltou o coordenador-executivo do CIRS José Valverde Filho.

Renovação do conselho
O secretário-executivo do Consema Anselmo Guimarães comunicou que está previsto para o próximo ano a renovação do mandato dos membros do Conselho, sendo que a partir de janeiro de 2021 serão iniciados os procedimentos para a eleição das instituições regularmente cadastradas no Cadastro de Entidades Ambientalistas (Cadea). “As organizações ambientais da sociedade civil interessadas em participar da construção e aprimoramento das políticas do Estado de São Paulo já podem se preparar”.

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ÁGUA SUBTERRÂNEA: AMOSTRAGEM A BAIXA VAZÃO COM TECNOLOGIA NACIONAL (NBR 15.847/2010)

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RESÍDUOS MODERNOS: O IMPACTO DOS SMARTPHONES NO MEIO AMBIENTE

Por Luiz Eduardo Filizzola D´Urso, disponível em consultorjurídico.com.br


O avanço sustentável sempre encontrará dificuldades diante de posturas eminentemente consumistas.

“Nos últimos dias, assistimos à empresa Apple, após o lançamento do iPhone 12, no dia 13 de outubro, ser alvo de sátiras e críticas que ridicularizam o fato de seu novo smartphone ser comercializado sem o carregador e sem fones de ouvido. Não conseguiremos obter um avanço na preservação do meio ambiente enquanto a sociedade protestar contra situações como esta da Apple, que decidiu vender o iPhone acompanhado apenas do cabo de carregamento.

Para se ter uma ideia desse impacto, só em 2019, segundo relatório da Strategy Analytics, a Apple vendeu 197 milhões de iPhones, todos com carregadores e fones de ouvido. Ocorre que, muitas vezes, mesmo funcionando, esses assessórios podem acabar indo parar no lixo. Porém, esses resíduos eletrônicos devem ser destinados corretamente, e, se não o forem, podem causar um grande dano ao meio ambiente. Com essa mudança, a partir dos cálculos da própria Apple, deve-se evitar a emissão de duas milhões de toneladas métricas de carbono por ano, equivalente à emissão causada por 450 mil automóveis. É impressionante a grandiosidade desses índices.

Além disso, a Apple também divulgou que todos os ímãs dos iPhones 12 serão produzidos com materiais 100% reciclados. E isso não é tudo, pois a empresa elaborou estudos sobre a logística de transporte dos produtos, concluindo que, com as caixas menores, sem carregador e fones de ouvido, é possível reduzir o número de viagens do meio de transporte de seus produtos (por avião, navio ou caminhão), reduzindo as emissões de dióxido de carbono (CO2) que ocorrem com a queima dos combustíveis fósseis. A Apple não se contentou em só reduzir suas emissões de gases do efeito estufa e afirma que está também ajudando os parceiros de fabricação na transição para energia renovável.

No cenário ambiental em que nos encontramos, qualquer atitude, por mais simples que pareça ser, importa e é necessária. Na verdade, a multiplicação mundial de pequenas atitudes é imprescindível pelo impacto produzido, e quando empresas do porte da Apple tomam essas iniciativas, há de se reconhecer que a dimensão desse impacto é ainda maior, seja para a humanidade, seja para o meio ambiente.

Enquanto a questão ambiental não for levada a sério, e as empresas que estão fazendo alguma coisa para preservar a natureza não forem reconhecidas pelos seus atos, o mundo correrá grandes riscos. Devemos, portanto, mudar o pensamento e as atitudes consumistas, bem como nos preocupar e cuidar, de uma vez por todas, do meio ambiente, imprescindível para a humanidade!”

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AMOSTRADOR DESCARTÁVEL DE SOLO (LINER) HIDROSUPRIMENTOS

Os amostradores de solo (liners) da Hidrosuprimentos são destinados à coleta de amostras indeformadas de solo em sondagens realizadas através da técnica Direct Push de pequeno diâmetro, executadas com amostradores tubulares do tipo SONDEQ e Geoprobe®, na conformidade da Norma NBR 16.434/2015.

Os amostradores de solo (liners) Hidrosuprimentos são fabricados em PVC transparente,com diâmetro externo de 44 mm (macro core) e 28mm (large bore). Os comprimentos padrões são: 1158 mm, para o macro core e 610 mm, para o large bore. Podem ser fornecidos em comprimentos personalizados, sob encomenda.

As tampas são fornecidas nas cores vermelho e preto para diferenciar topo e base do testemunho e facilitar o trabalho de campo e de posterior análise.

Os amostradores de solo (liners) Hidrosuprimentos são armazenados em caixas de papelão ondulado, embalados em plásticos para garantir sua integridade.

Colete amostras de solo com qualidade, aumentado a confiabilidade e a segurança na sua amostragem. Utilizando o liner você terá:

• Uma melhor visualização da amostra coletada;
• Coleta de amostras indeformadas;
• Menor perda de voláteis;
• Melhor custo x benefício;
• Maior confiabilidade nas análises;

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