MEDIDOR DE INTERFACE ÁGUA/ÓLEO HIDROSUPRIMENTOS – TECNOLOGIA NACIONAL

O Medidor de Interface HIDROSUPRIMENTOS detecta a presença e mede a espessura de contaminantes orgânicos (combustíveis e solventes) em fase livre nos poços de monitoramento. Permite medidas rápidas e precisas da profundidade e espessura da fase livre (NAPL).

Ele possui um sensor óptico e condutivo que diferencia o sinal de acordo com a natureza do produto a ser detectado, fase livre ou água. Emite sinais sonoro e luminoso diferenciados, intermitente quando em contato com a água e contínuo, quando em contato com produto orgânico em fase livre, além da indicação luminosa.

O novo Medidor de Interface da Hidrosuprimentos vai atender todas as suas expectativas.

VANTAGENS:

  • Novo projeto do circuito eletrônico;
  • Sonda desenvolvida para substituição em campo, facilitando futuras manutenções;
  • Baixo consumo de energia, prolongando a vida útil da bateria;
  • Cabo milimetrado revestido com Tefzel;
  • Peso e tamanho reduzidos;
  • Carretel de Nylon mais resistente com maior durabilidade.
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VI CONGRESSO INTERNACIONAL DE MEIO AMBIENTE SUBTERRÂNEO – BELO HORIZONTE NOV/2019

HIDROSUPRIMENTOS. A verdadeira parceira do Consultor Ambiental.
Dos descartáveis à remediação termal.
Da avaliação preliminar ao termo de reabilitação.
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JÁ CONHECEU A COMPANY PAGE DA HIDROSUPRIMENTOS NO LINKEDIN? SEGUE A GENTE LÁ!

Já visitou a Company Page da HIDROSUPRIMENTOS no LinkedIn? Estamos esperando vocês lá para multiplicar conhecimento e conexões para a atividade da sua empresa que atua na cadeia de Gerenciamento de Áreas Contaminadas.

https://www.linkedin.com/company/hidrosuprimentos

Lembrando que somos a única empresa que acompanha o trabalho do Consultor Ambiental desde a Investigação Preliminar/Due Dilligence até a concessão do Termo de Reabilitação para o Uso Declarado.

A Hidrosuprimentos tem uma completa linha de produtos que vai desde os equipamentos e acessórios para instalação, desenvolvimento e amostragem do poço de monitoramento até as modernas tecnologias de Remediação de Solos e Águas Subterrâneas contaminadas.

HIDROSUPRIMENTOS. Tecnologia a serviço do Meio Ambiente.

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BOMBEAMENTO E TRATAMENTO (PUMP & TREAT): UMA TÉCNICA AINDA ATUAL DE REMEDIAÇÃO DE ÁREAS CONTAMINADAS?

Barreira Hidráulica com Tratamento e Sistema de Injeção de Oxidante com a água bombeada (outubro/2015 – Morumbi-SP)

Nota do Blog da Hidrosuprimentos: texto do Professor Doutor Marcos Tanaka Riyis, disponível no endereço
http://www.ecdambiental.com.br/2018/11/bombeamento-e-tratamento-ainda-pode-ser.html

“Por recomendação do meu amigo Martim Afonso de Souza,  e com o objetivo de promover um debate com nosso alunos do Curso de Pós-Graduação em Gerenciamento de Áreas Contaminadas do SENAC, reli recentemente o artigo: “Resurgence of Pump and Treat Solutions: Directed Groundwater Recirculation”, escrito em 2015 por  Suthan Suthersan, Eric Killenbeck, Scott Potter, Craig Divine, and Mike LeFrancois (para ler o original, acesse esse link).
A essência do artigo pode ser descrita como o “renascimento” do bombeamento e tratamento (P&T – da sigla em inglês pump and treat) como técnica de remediação para remoção de massa, após décadas sendo deixado de lado nos projetos de remediação.
Nos EUA, esse movimento de abandono do P&T começou no final dos anos 80, no Brasil, começou no início dos anos 2000, alegando (com boa dose de razão), que o P&T não era eficiente para remoção de massa, apenas para contenção do avanço da pluma de fase dissolvida.
O P&T foi substituído por outras técnicas de remediação, que se tornaram, por um tempo, “coqueluche”: inicialmente MPE/DPE, depois Oxidação Química In Situ (ISCO), depois Biorremediação Acelerada, por fim, mais recentemente, pelos processos térmicos (o famoso Termal, considerado atualmente a “Pedra Filosofal” da remediação).

O artigo trata desse renascimento do P&T como uma “repaginada”. O artigo fala dos benefícios do Bombeamento e tratamento adicionado a uma solução simples: a reinjeção da água tratada no aquífero, o que maximiza os efeitos do P&T, ao induzir um fluxo de maior intensidade na zona de captura. A esse conceito (Fig. 1), os autores dão o nome de  Direct Groundwater Recirculation (DGR).


Fig.1. Diagrama Básico do DGR (Suthersan et al, 2015)

Esse conceito do DGR foi também a essência da mudança ocorrida na 2a Edição do famoso livro do Suthan Suthersan, o “Remediation Engineering”, publicada em 2017.
Os autores do artigo mostram muitas vantagens da utilização da circulação a partir do bombeamento, incluindo alguns casos de sucesso de décadas de operação de sistemas de remediação que aumentaram sensivelmente a sua eficiência e eficácia apenas com um ajuste no design do sistema de P&T, incluindo a reinjeção de água tratada no aquífero.
O livro vai além e fala da possibilidade importante de uso combinado do DGR com ISCO, onde a reinjeção no aquífero ocorre junto com um oxidante ou com algum produto doador de elétrons, ou acelerador de biorremediação (como melaço, EVO, lactato ou outro produto semelhante).

Após descrever os pontos principais do artigo e ressaltar a sua inovação pela simplicidade (utilizar forma diferente uma técnica de remediação considerada ultrapassada, tornando-a muito eficiente), vou agora falar das questões mais importantes que o artigo traz nas entrelinhas.
Basicamente o artigo segue a linha mestra do livro Remediation Hydraulics, de Payne, Quinnan e Potter (2008), onde, embora seja um livro de remediação, diz que o fator limitante dessa é o meio físico e sua heterogeneidade, anisotropia e complexidade.
Especificamente nesse artigo, os autores recomendam que, inicialmente, sejam identificadas as unidades hidroestratigráficas que são zonas preferenciais de fluxo e nelas sejam instalados os poços de bombeamento. Isso parece óbvio, porém, vai contra a quase totalidade dos poços de bombeamento instalados no Brasil, que têm seção filtrante muito longa (é comum passarem de 10 metros de comprimento), portanto, conectando diversas unidades hidroestratigráficas, de fluxo ou de armazenamento. Após uma leitura atenta do artigo, o leitor irá chegar à conclusão que esse modelo de poços de bombeamento não pode ser utilizado para um adequado DGR.
Além disso, os autores são claros ao recomendar um minucioso estudo das heterogeneidades hidrogeológicas em escala de detalhe, sugerindo testes de traçador pontuais (de acordo com Payne et al (2008), “the truth test is tracer test”, ou seja, o único que fornece as informações específicas necessárias sobre fluxo subterrâneo é o teste de traçador…mas dimensioná-lo é uma outra história…). Essas informações específicas em escala adequada devem alimentar um modelo numérico quantitativo para que o design do DGR tenha sucesso.
Por fim, recomenda que, durante a investigação e mesmo durante a instalação dos poços (de bombeamento e de extração), sejam feitos novos ensaios locais e pontuais de condutividade hidráulica, para minimizar a chance de erros de execução.

Concluindo, um artigo clássico de remediação, escrito por aquele que provavelmente é o nome mais importante no mundo sobre esse assunto, que traz uma importante inovação para o processo mais caro e complexo do Gerenciamento de Áreas Contaminadas, mais uma vez recomenda sugere e mostra que o gargalo da Remediação está na boa investigação que deve ser feita.

Ou seja, como já dissemos em outras oportunidades, “A Melhor Técnica de Remediação é a Investigação”.

Nota do Blog da Hidrosuprimentos: texto do Professor Doutor Marcos Tanaka Riyis, Diretor Técnico da ECD Ambiental Ltda, disponível no endereço
http://www.ecdambiental.com.br/2018/11/bombeamento-e-tratamento-ainda-pode-ser.html

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INVESTIGAÇÃO AMBIENTAL EM ALTA RESOLUÇÃO: A ciência a serviço do Meio Ambiente.

“O engenheiro civil Fábio da Cunha Lofrano descreve como desenvolveu um modelo que fornece detalhes do escoamento de fluidos num meio poroso.

Por Antonio Carlos Quinto – Fonte: jornal.usp.br/?p=226170

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Leitura de VOCs meticulosa feita em amostragem de solo

Conhecer o comportamento de um fluido num meio poroso pode ser a chave para o desenvolvimento de técnicas que poderão melhorar a remediação de solos contaminados ou a extração de petróleo. Foi a partir de um trabalho de recuperação de solo contaminado com plastificantes, numa indústria química do Estado de São Paulo, que verificou-se a necessidade de melhor conhecer como se dava o escoamento de fluidos entre a superfície do solo e o lençol freático (tecnicamente denominado zona vadosa).

Inicialmente, foi desenvolvido um micromodelo, que representava os canais existentes num solo real quanto às suas dimensões, geometria e cargas elétricas. Com o micromodelo, foi possível visualizar o que acontecia nos poros do solo, mas faltava quantificar tais efeitos. Em sua tese de doutorado na Escola Politécnica da USP, o engenheiro civil Fábio da Cunha Lofrano desenvolveu então um modelo matemático capaz de descrever o comportamento do escoamento de fluidos na microescala (na escala dos nanômetros e não visíveis a olho nu) de meios porosos. “Tínhamos, até então, informações sobre o escoamento na macroescala, mas o que nos faltava era um equacionamento na microescala que tornasse as duas compatíveis”, descreveu Lofrano em entrevista ao Novos Cientistas.

Com a orientação dos professores Dione, Podalyro Amaral de Souza e Fernando Akira Kurokawa, o engenheiro elaborou seu modelo com base na Teoria da Informação e no Princípio da Entropia Máxima. Tal teoria e princípio foram desenvolvidos para analisar a qualidade da transmissão de uma mensagem enviada de uma fonte a um destinatário, logo após a Segunda Guerra Mundial. “Obtivemos então uma distribuição de probabilidade das velocidades do fluido na microescala e, assim, foi possível construir uma ponte entre a micro e a macroescala”, explica Lofrano.”

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SECRETARIA DE INFRAESTRUTURA E MEIO AMBIENTE ABRE PARQUE JEQUITIBÁ

Parque está localizado entre o Rodoanel e a Rodovia Raposo Tavares na divisa com os municípios de São Paulo, Osasco, Cotia e próximo a Taboão da Serra e Embu das Artes

“Os moradores da Região Metropolitana de São Paulo ganharam nessa sexta-feira, 12 julho, mais uma opção de lazer para entrar em contato com a natureza. O Parque Jequitibá, antigo Parque Tizo, abriu os seus portões para a população, após a primeira reunião e posse de seu Conselho de Orientação.

O subsecretário de Meio Ambiente da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, Eduardo Trani, conduziu o encontro e narrou toda a história da unidade, desde a compra da área que era destinada a habitação popular e um entreposto de abastecimento, até sua transformação em uma área de lazer, educação e preservação ambiental.

“O esforço em conjunto, em prol de um objetivo em comum, uniu a população e o poder público, que com sensibilidade atendeu a essa demanda por mais áreas verdes na região”, comentou Trani.

A abertura do Parque Jequitibá foi possível após a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA) receber a área da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo). O parque será administrado pela SIMA por meio da Coordenaria de Parques e Parcerias (CPP).

A criação do parque se deu por meio de decreto publicado em março de 2006. Projetado com ênfase na sustentabilidade, o parque vai oferecer uma área de 1,3 milhão de m2 sendo a maior parte composto por floresta bem preservada.

Para Eunice Maria Silva, conselheira pela Associação Ecológica Amigos do Embu, a abertura do Parque consolida o sonho da população de ter no seu entorno um espaço com exuberante natureza voltado à educação ambiental. Já a arquiteta urbanista, Patricia Akinaga, que assina o projeto implantado, a abertura “é a resposta do governo à sociedade civil”.

O Conselho de Orientação é formado por representantes das secretarias da Educação, Desenvolvimento, Infraestrutura e Meio Ambiente e da Habitação/CDHU. A sociedade civil é representada pelas Associações dos Moradores do Petit Village; Etecetera e Tal; Ecológica Amigos do Embu; os Institutos Embu de Sustentabilidade; de Proteção Ambiental; além da Escola Municipal de Ensino Fundamental Teófilo Benedito Ottoni.

Serviço

O Parque Jequitibá possui estacionamento gratuito e abre diariamente das 8 às 17 horas, com opções de trilhas, espaço de leitura e ações de educação ambiental como oficinas e palestras.

A área do Parque pode ser acessada pela Rua Sapucaí S/N, Bairro Gramado, de Cotia ou somente para pedestres pela Rua Savério Quadrio 701, Bairro Parque Ipê, São Paulo.”

Fonte:
https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/2019/07/secretaria-de-infraestrutura-e-meio-ambiente-abre-parque-jequitiba/

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Bactérias substituem fertilizantes químicos sem causar impacto ambiental

Meta é desenvolver um bioproduto que possa ser aplicado em forma sólida ou líquida. Fonte: Redação CicloVivo

“Pesquisadores do Laboratório Nacional de Biorrenováveis (LNBR), do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), estudam bactérias que promovem o crescimento das plantas. Como foram isolados do solo, esses organismos têm potencial para serem usados como fertilizantes sem causar a poluição das águas e alterações prejudiciais ao próprio solo, como pode ocorrer com fertilizantes químicos.

estudo coordenado por Juliana Velasco, pesquisadora do LNBR-CNPEM, foi apresentado durante o Workshop Biopharma and Metabolomics, no dia 26 de junho na FAPESP. O projeto é um dos que são financiados no âmbito de um acordo de cooperação entre a FAPESP e a Agilent Technologies.

Depois de isolar bactérias do solo, a equipe de Velasco começou a identificar os chamados compostos orgânicos voláteis (COVs), produtos decorrentes do metabolismo das bactérias que promovem o crescimento de plantas. “O objetivo agora é investigar e entender como o metabolismo da planta se altera por conta dessas moléculas sinalizadoras”, disse Velasco à Agência FAPESP.

Na primeira fase do trabalho, foram usadas duas espécies de plantas modelos, a Arabidopsis thaliana e a Setaria viridis. Os pesquisadores selecionaram cepas bacterianas que mais contribuíram para o crescimento dessas plantas e agora as testam em arroz, ainda em laboratório.

“A princípio, a substituição total de fertilizantes químicos é impossível. Mas com certeza podemos diminuir consideravelmente o uso deles quando utilizamos produtos biológicos”, disse Velasco.

A meta é desenvolver um bioproduto que possa ser aplicado no solo em forma sólida (como pó) ou líquida, a princípio em culturas como cana-de-açúcar, milho e arroz. Tecnologias semelhantes já são usadas para a fixação de nitrogênio.”

Este texto foi originalmente publicado por Agência FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND.

Leia aqui o texto completo.”

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SISTEMAS DE REMEDIAÇÃO – A HIDROSUPRIMENTOS TEM A SOLUÇÃO IDEAL PARA O GERENCIAMENTO DA SUA ÁREA CONTAMINADA

HS OZONE SPARGING + HS PUMP & TREAT : http://hidrosuprimentos.com.br/hs_ozone.php
HS SVE: http://hidrosuprimentos.com.br/unidade_extracao_vapor_solo.php
http://hidrosuprimentos.com.br/sistema_remediacao.php
http://hidrosuprimentos.com.br/sistema_remediacao.php
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Estação para Amostragem a Baixa Vazão HIDROSUPRIMENTOS

http://hidrosuprimentos.com.br/amostragem_baixa_vazao.php

O sistema completo para amostragem de água subterrânea a baixa vazão da Hidrosuprimentos é composto por:


Compressor 12V / Controladora de Vazão;
• Bomba de Bexiga Descartável;
• Célula de Fluxo;
• Medidor Multiparâmetro YSIPRO;
• Medidor de nível de água.


O compressor 12V incorporado na controladora de vazão é o mais novo equipamento desenvolvido pela HS na linha de equipamentos para amostragem de água subterrânea. É um compressor extremamente confiável que permite amostragens em profundidades de até 50 metros.

Agora não é mais necessário carregar compressores pesados, geradores ou cilindros de gases para realização dos trabalhos de amostragem. Com a praticidade da nova controladora da Hidrosuprimentos você economizará tempo e dinheiro na amostragem a baixa vazão.

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

ALIMENTAÇÃO:12 VDC
CORRENTE:20A
PRESSÃO MÁXIMA:120 PSI
PROFUNDIDADE MÁXIMO:50 METROS
AJUSTE DOS TEMPOS:1 – 99 SEGUNDOS
DIMENSÃO:180 (A) X 340 (I) X 470 (C) MM
PESO:10 KG
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